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| Aos seus pés sou uma deusa |
É pelas trilhas das conexões de sua virilha que faço uma pausa liberando meu desejo de cheirar, lamber, chupar e comer do seu sabor, recolher suas primeiras gotas de tesão com a ponta da língua, para depois afundar meu rosto em tudo aquilo que vejo, percorrendo por todos contornos do que se eleva teso ante meus olhos, nas veias saltadas, pêlos, testículos, sentindo seu crescer teimoso invadindo minha boca, preenchendo e que eu tão faminta vou sugando seu pulsar enquanto ouço seus gemidos que me estimula e endoidece.
Para tanto, me espojo aos seus pés, porém, sem nunca e jamais me sentir apequenada, pois é nesse momento sou grande por vê-lo a deriva, perdido e vulnerável pelo gozo suscitado da nossa lascívia compartilhada.
Para tanto, me espojo aos seus pés, porém, sem nunca e jamais me sentir apequenada, pois é nesse momento sou grande por vê-lo a deriva, perdido e vulnerável pelo gozo suscitado da nossa lascívia compartilhada.
Amante
Se você quiser......
"Empurra a tua espada
no meu ventre
enterra-a devagar até ao cimo
que eu sinta de ti a queimadura
e a tua mordedura nos meus rins
deixa depois que a tua boca
desça
e me contorne as pernas de doçura"
Maria Teresa Horta
no meu ventre
enterra-a devagar até ao cimo
que eu sinta de ti a queimadura
e a tua mordedura nos meus rins
deixa depois que a tua boca
desça
e me contorne as pernas de doçura"
Maria Teresa Horta



















