Gustav Klimt foi um desenhista e pintor austríaco, cujas obras de arte se enquadram no contexto de dois movimentos artísticos modernistas: simbolismo e art nouveau.
Gustav Klimt nasceu em 17 de julho de 1862, na cidade austríaca de Viena. Faleceu no dia 6 de fevereiro de 1918, na mesma cidade em que nasceu.
Foi considerado um dos grandes representantes da arte moderna na Áustria. Em 1900, chegou ao auge de sua carreira ao ganhar o Grande Prêmio na Feira Mundial de Paris. Foi muito polêmico, recebendo duras críticas dos setores mais conservadores da sociedade vienense do começo do século XX.
As críticas eram direcionadas, principalmente, ao uso de elementos sensuais e eróticos em suas pinturas.
Klimt possuía uma eterna atração pelo feminino.
Vale lembrar suas famosas obras como A Dama Dourada e O beijo, em sua fase de ouro.Klimt possuía uma eterna atração pelo feminino.
Durante a segunda Guerra Mundial o nazismo confiscou e roubou várias de suas obras por serem consideradas "arte degenerada', termo utilizado pelo regime nazista da Alemanha para descrever virtualmente toda a arte moderna. Tal arte foi banida com base de que era não-germânica ou de natureza.
Klimt realizou cerca de 3.000 desenhos eróticos, muitas vezes com cenas de sexo explícito – a maioria publicada após a sua morte. Além dos desenhos, muitas de suas pinturas trazem uma carga de intenso erotismo. O ato sexual é revisto através dos personagens clássicos da mitologia grega.
A vida também é vista através da passagem do tempo e do sexo. Outra questão explorada por Klimt é o amor entre as mulheres, como na obra As Amigas, [clique no link] para ver. E quando o homem se faz presente nas pinturas, é como voyeur ou como complemento.
Mesmo sendo casado, várias de suas figuras femininas eram ligadas a suas relações íntimas.
Veja os desenhos eróticos de Gustav Klimt clicando nas miniaturas da galeria abaixo. Para retornar à primeira imagem atualize a página.
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Klimt realizou cerca de 3.000 desenhos eróticos, muitas vezes com cenas de sexo explícito – a maioria publicada após a sua morte. Além dos desenhos, muitas de suas pinturas trazem uma carga de intenso erotismo. O ato sexual é revisto através dos personagens clássicos da mitologia grega.
O amor lésbico
A vida também é vista através da passagem do tempo e do sexo. Outra questão explorada por Klimt é o amor entre as mulheres, como na obra As Amigas, [clique no link] para ver. E quando o homem se faz presente nas pinturas, é como voyeur ou como complemento.
Mesmo sendo casado, várias de suas figuras femininas eram ligadas a suas relações íntimas.
Seus desenhos eróticos causavam ao mesmo tempo repulsa e atração no público vienense. Paralelamente às suas obras mais clássicas, as mulheres como foco de sua atenção, foi uma verdadeira obsessão do pintor - que soube como retratá-las diante do novo século. Klimt utilizou-se das curvas femininas e do olhar evocativo das mulheres, sempre colocadas como figuras centrais, verdadeiras armadilhas de sedução para o observador pintando a mulher como um ser dominante, a femme fatale.
Suas obras em que explora a intimidade da mulher foi considerado um pintor de "pornográfico".
Masturbação feminina
Suas obras em que explora a intimidade da mulher foi considerado um pintor de "pornográfico".
A nudez é sempre crua, e as mulheres não são objetos passiveis para o prazer, mas para excitar com o seu próprio prazer e muitas de suas modelos eram prostitutas.
Gostava de desenhar mulheres se masturbando.
Gostava de desenhar mulheres se masturbando.
Veja os desenhos eróticos de Gustav Klimt clicando nas miniaturas da galeria abaixo. Para retornar à primeira imagem atualize a página.
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27.9.16
Centro de prostituição de Frankfurt o conhecido Eros Center onde concentram mulheres de todos os continentes [sem exceções].
Tenho lembranças memoráveis dessas ruas esplendorosamente iluminadas para a diversão e o sexo com todas essas luzes a piscar num aspecto chamativo nos bares, boates, restaurantes a quem passa pelas ruas do distrito vermelho, o que para a maioria das pessoas pode dar a impressão generalizada de:

"Bagunça, desordem, caos provocado por comportamento inadequado ou não condizente com um dado local."

relatividades
Refletida pelos neons dos letreiros, a vida pulsa noite adentro nos locais intitulados de puteiros, considerando que a putaria relacionada com o sexo é útil na sociedade e deveria ser compreendida com um menor grau de descriminalização se for confrontada a tantas atitudes esdrúxulas e imorais de certos comportamentos assim também como dessa putaria presidencial . Essas sim corrompem moralmente sem falar que o Big Brother Brasil já deveria ser direcionado para +18.
Analisando bem, se for uma questão de moral podemos parar por aqui e vamos ao que me interessa que é uma leve divagação sobre a prostituição, porque ela é realmente muito complexa e relativa pois o ser humano é também desigual em sua igualdade como espécie, pelo menos no que toca a pontos de vista.
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Fora o antigo termo "casa de tolerância"! porque a mulher tem o direito como também o dever de fazer o que foi previamente combinado antes do acerto. É um trabalho protegido por leis, pagam impostos.
Foi bem ali no 3º andar de um desses blocos que eu tive a minha experiência com O chupador de buceta
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Ao lado do local que eu ocupava — um cômodo tipo kitnete de mais ou menos 30m², cortinado, banheiro confortável, um pequeno espaço [que era mantido de porta fechada] para fogão, pia, e um frigobar, — eu tinha como vizinha uma cidadã alemã muito bonita com seus 1.80 de altura, corpo escultural que era uma Dominatrix com especialidade na prática da dominação feminina, também chamada de "perversa". Suas roupas de tamanho mínimo preferencialmente na cor preta normalmente com tachas, luvas, acessórios de couro, sapatos ou botas de saltos finos altíssimos.
Ao lado do local que eu ocupava — um cômodo tipo kitnete de mais ou menos 30m², cortinado, banheiro confortável, um pequeno espaço [que era mantido de porta fechada] para fogão, pia, e um frigobar, — eu tinha como vizinha uma cidadã alemã muito bonita com seus 1.80 de altura, corpo escultural que era uma Dominatrix com especialidade na prática da dominação feminina, também chamada de "perversa". Suas roupas de tamanho mínimo preferencialmente na cor preta normalmente com tachas, luvas, acessórios de couro, sapatos ou botas de saltos finos altíssimos.
Dentro do quarto sobre num móvel via-se em exposição os seus instrumentos de trabalho: chicote, pênis com cinta, cordas, algemas, vendas e outros objetos. Ela era profissionalmente bem equipada para satisfazer os homens em seus fetiches. Porém... com a condição de que os castigos ou as ações fossem feitas apenas neles, of course.
Com um casamento estável e dois filhos, todas as manhãs o marido a deixava na porta do prédio para seu trabalho e no final da tarde quando voltava do escritório, a pegava de volta para casa. Profissão: prostituta legalizada, pagadora de impostos em dia. Uma mulher de aparência sóbria, sem vulgaridade [pelo menos nos corredores] traços requintados e ganhava rios de dinheiro por sua modalidade de serviços sexuais.
Para os homens que ali chegavam, o local não era associado a farras e bebedeiras, mas, num momento relaxante de intensos prazeres para aliviar o stress do dia, e muitos deles são homens casados que preferem dar uma antes de chegar em casa.
Mesmo os clientes jovens mais afoitos mantinham essas normas de comportamento. Seria uma questão cultural, ou agem por impulso temperamental na hora da escolha?
Para os homens que ali chegavam, o local não era associado a farras e bebedeiras, mas, num momento relaxante de intensos prazeres para aliviar o stress do dia, e muitos deles são homens casados que preferem dar uma antes de chegar em casa.
Mesmo os clientes jovens mais afoitos mantinham essas normas de comportamento. Seria uma questão cultural, ou agem por impulso temperamental na hora da escolha?
O perfil de mulheres que os homens buscam no Eros Center não se voltam para as escandalosas, ruidosas, nem as alcoólatras ou drogadas.
Eles pagam bem para estar longe de confusão, preferem aquelas com uma carga maior de sensualidade natural, malícia, porém sem posturas teatrais, isto é, que não encarne literalmente a figura de puta depravada, vadia que, no caso, e conforme a conveniência só seria extravasada no momento da intimidade. Pelo menos onde eu estava, esse conceito era regra e, apesar do significado ser o mesmo, os procedimentos continham diferenças. Isso só para confrontar as distinções com outras modalidades das casas de prostituição em outros locais.
Eles pagam bem para estar longe de confusão, preferem aquelas com uma carga maior de sensualidade natural, malícia, porém sem posturas teatrais, isto é, que não encarne literalmente a figura de puta depravada, vadia que, no caso, e conforme a conveniência só seria extravasada no momento da intimidade. Pelo menos onde eu estava, esse conceito era regra e, apesar do significado ser o mesmo, os procedimentos continham diferenças. Isso só para confrontar as distinções com outras modalidades das casas de prostituição em outros locais.
Há outros em que se toma um drink, ouve música e bate um papo antes ou durante.

Texto:Amante
Foi bem ali no 3º andar de um desses blocos que eu tive a minha experiência com O chupador de buceta
Clique no link ou na imagem
24.9.16
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Ele começou a passar o dedo no meu cuzinho ao mesmo tempo em que disse que queria muito come-lo, que adorava também um rabinho. Maliciosamente fiz charme olhando seu pau e avaliando o tamanho para ver se eu tinha coragem. Sim, seu pau era daqueles médios passando para grandinho e fui aceitando a ideia. Vou dar a bundinha para ele, ah se vou...
A Malaysia é um país do Sudeste Asiático e é dividido basicamente em 2 grandes porções de terra, separadas pelo Mar do Sul da China. Uma é limitada, ao norte, pela Tailândia e a sul por Cingapura e a outra é toda limitada pela Indonésia, de oeste a leste.O povo malaio consiste de uma mistura de chineses, malaios, indianos, orang asli (povo aborígine).
O que fazia eu e mais duas amigas nesse fim de mundo?
A liberdade e o espírito aventureiro nos levou até lá para uma passagem de uma semana antes de irmos à Hong Kong num roteiro turísco traçado por nós mesmas, sem horário de chegada e saída.
Conhecer o homem malaio ah... que expectativa excitante. Rolar na cama com um deles poderia ser uma possibilidade. Como seria o temperamento sexual deste homem? Como seriam seus toques? Qual seria seu jogo e táticas no amor?
No restaurante onde jantávamos pude experimentar a culinária regional, uma comida exótica que fica na combinação entre a cozinha chinesa e indiana. São geralmente pratos picantes, usam bastante o curry. Alguns com muuuita mas, muita pimenta e pude perceber também um sabor adocicado misturado a canela.
Mas, o prato mais exótico que observei foi o olhar insistente de um homem na mesa da frente. Moreno na sua característica asiática um sorriso envolvente, dentes alvos, lábios que me sugeriam beijos quentes e molhados.
Após o jantar minhas amigas e eu sentamos numa sala de estar para um café e bater um descontraido papo.
Mais uma vez vejo aquele homem numa poltrona vermelha ao meu lado. Aquela figura de homem já tinha sabor de uma deliciosa sobremesa quando o garçom trouxe numa bandeja três cálices de licor que vinha da direção daquele olhar instigante. Agradeci mergulhando quase que literalmente nos olhos dele.
O licor? Aphrodope, bem sugestivo, (puro feitiço), pois bem.
Convidei-o a sentar-se ao meu lado e ele veio pegando minhas mãos e beijando.
Um leve, levíssimo cheiro amadeirado emanou do seu corpo. Lembrei-me do "Patchouli" um óleo perfumado derivado de um arbusto indo-malaia e que eu já conhecia. A música ambiental era essa: (sugiro que ouça num volume baixo como fundo.)
A liberdade e o espírito aventureiro nos levou até lá para uma passagem de uma semana antes de irmos à Hong Kong num roteiro turísco traçado por nós mesmas, sem horário de chegada e saída.
Conhecer o homem malaio ah... que expectativa excitante. Rolar na cama com um deles poderia ser uma possibilidade. Como seria o temperamento sexual deste homem? Como seriam seus toques? Qual seria seu jogo e táticas no amor?
No restaurante onde jantávamos pude experimentar a culinária regional, uma comida exótica que fica na combinação entre a cozinha chinesa e indiana. São geralmente pratos picantes, usam bastante o curry. Alguns com muuuita mas, muita pimenta e pude perceber também um sabor adocicado misturado a canela.
Mas, o prato mais exótico que observei foi o olhar insistente de um homem na mesa da frente. Moreno na sua característica asiática um sorriso envolvente, dentes alvos, lábios que me sugeriam beijos quentes e molhados.
Após o jantar minhas amigas e eu sentamos numa sala de estar para um café e bater um descontraido papo.
Mais uma vez vejo aquele homem numa poltrona vermelha ao meu lado. Aquela figura de homem já tinha sabor de uma deliciosa sobremesa quando o garçom trouxe numa bandeja três cálices de licor que vinha da direção daquele olhar instigante. Agradeci mergulhando quase que literalmente nos olhos dele.
O licor? Aphrodope, bem sugestivo, (puro feitiço), pois bem.
Convidei-o a sentar-se ao meu lado e ele veio pegando minhas mãos e beijando.
Um leve, levíssimo cheiro amadeirado emanou do seu corpo. Lembrei-me do "Patchouli" um óleo perfumado derivado de um arbusto indo-malaia e que eu já conhecia. A música ambiental era essa: (sugiro que ouça num volume baixo como fundo.)
Num inglês com sotaque começamos a conversar e num curto espaço de tempo ele já me chamava de "minha princesa". Uauuu me apaixonei num instante.
Ele era malasiano com descendência chinesa por parte do pai. Seu mundo de negócios era em Hong Kong no setor empresarial e estava em Kuala Lumpur participando como congressista do mesmo ramo.
Para poupar tempo não vou descrever os pormenores do jogo de sedução que nos envolveu e que nos levou até seu apartamento no mesmo hotel.
Ali dentro acabaram-se as barreiras étnicas, sociais e íntimas. Seus grandes braços me levantaram ao alto ao mesmo tempo em que beijávamos sofregamente sem freios dando cordas a nossa tesão. Senti seu pau durão e teso acima de meu púbis e ele curvando o ventre para frente esfregava aquilo tudo na minha testinha e minha xoxota começou a arder de tesão babando escorrendo uma quentura no fundo da minha calcinha de renda branca.
Sem permeio, obedecendo desenvergonhadamente seus instintos, ele, afoito ou... aflito foi tirando suas roupas enquanto arrancava-me a calcinha e, assim que me viu livre dela abriu-me as coxas com ambas as mãos acariciou minha buceta, olhando e cheirando demoradamente em seguida ajoelhou-se na cama e sua boca desceu quente numa linguada tão teimosa e com tal ritmo que levou-me as alturas. Ele insistia no meu clitóris latejante. Meus gemidos foram gradualmente aumentando enquanto ele, sábio desse momento feminino, insistia... teimava sem pressa.
Temendo que meu orgasmo demorasse a vir e ele se cansasse em vão, tentei me esquivar. Mas ele percebendo, não me obedeceu agarrando-me firme e disse que adorava chupar uma xana até sentir o gozo na sua boca e era isso que lhe dava mais prazer e que ficaria com a boca grudada nela a noite toda enquanto durasse minha tesão com desejo de gozar. Meu corpo tremia, minhas pernas também. Concentrei nos seu movimentos no clitóris, centrei-me na onda que levava à explosão do meu orgasmo, por alguns instantes silenciei fechando os olhos, o corpo tremia, comecei a sentir aquela sensação delirante da aproximação do gozo e ele veio juntamente com um incontido, longo e desvairado grito de desabafo. Mal terminei ele chegou por cima e enterrou sua pica no restinho do meu gozo metendo pra valer, compassadamente, mas ele não gozava e senti uma grande vontade de tê-lo na minha boca. Mudei de posição abocanhei com gana e fui chupando... lambendo... sugando e babando naquele pau lindo, moreno de uma cabeça gorda e tesuda.Ali dentro acabaram-se as barreiras étnicas, sociais e íntimas. Seus grandes braços me levantaram ao alto ao mesmo tempo em que beijávamos sofregamente sem freios dando cordas a nossa tesão. Senti seu pau durão e teso acima de meu púbis e ele curvando o ventre para frente esfregava aquilo tudo na minha testinha e minha xoxota começou a arder de tesão babando escorrendo uma quentura no fundo da minha calcinha de renda branca.
Sem permeio, obedecendo desenvergonhadamente seus instintos, ele, afoito ou... aflito foi tirando suas roupas enquanto arrancava-me a calcinha e, assim que me viu livre dela abriu-me as coxas com ambas as mãos acariciou minha buceta, olhando e cheirando demoradamente em seguida ajoelhou-se na cama e sua boca desceu quente numa linguada tão teimosa e com tal ritmo que levou-me as alturas. Ele insistia no meu clitóris latejante. Meus gemidos foram gradualmente aumentando enquanto ele, sábio desse momento feminino, insistia... teimava sem pressa.
Ele começou a passar o dedo no meu cuzinho ao mesmo tempo em que disse que queria muito come-lo, que adorava também um rabinho. Maliciosamente fiz charme olhando seu pau e avaliando o tamanho para ver se eu tinha coragem. Sim, seu pau era daqueles médios passando para grandinho e fui aceitando a ideia. Vou dar a bundinha para ele, ah se vou...

Começou chupando meu cuzinho deliciosamente depois passou o dedo na minha buceta melada espalhou na região dele fazendo massagem entrando na "portinha", brincando de entra e sai ao mesmo tempo em que bolinava meu clitóris até que fiquei completamente relaxada, lambuzada, quente e com vontade daquele pinto dentro de mim novamente.
Foi entrando vagarosamente, comecei a rebolar de tão gostoso que estava. Senti seu corpo quente, transpirava ofegante de tesão e ele já estava com o cacete enterrado no meu rabinho quase virgem.
Eu não conseguia parar de rebolar e sem dúvida estava sendo o melhor anal da minha vida. Ele acelerou um pouco mais os movimentos e seus gemidos aumentaram, foi metendo mais e senti seu jato bem lá dentro. Foi bom demais, mas, para ele foi ainda melhor porque aquele momento foi mais dele.
Terminado nos acalmamos. Tomamos uma ducha prazerosa e meu carinhoso homem fez questão de me passar sabão por todo corpo, lavou minha xoxota, o cuzinho, beijou meu corpo com gestos repetidos e teimosos de querer mais.
Depois da minha viagem por aquelas bandas, cheguei a conclusão de que em qualquer lugar do mundo a libido com uma boa trepada tem os mesmos impulsos com linguagem corporal coerente entre homem e mulher. Aquele homem era um muçulmano comia uma mulher divinamente e ainda dava-lhe prazer. Certamente não era nem um pouquinho ligado ao radicalismo religioso que reprime a satisfação sexual da mulher. Ele era um homem moderado e que se completava com os prazeres mútuos. Vivia no seu tempo.
Foi entrando vagarosamente, comecei a rebolar de tão gostoso que estava. Senti seu corpo quente, transpirava ofegante de tesão e ele já estava com o cacete enterrado no meu rabinho quase virgem.
Eu não conseguia parar de rebolar e sem dúvida estava sendo o melhor anal da minha vida. Ele acelerou um pouco mais os movimentos e seus gemidos aumentaram, foi metendo mais e senti seu jato bem lá dentro. Foi bom demais, mas, para ele foi ainda melhor porque aquele momento foi mais dele.
Terminado nos acalmamos. Tomamos uma ducha prazerosa e meu carinhoso homem fez questão de me passar sabão por todo corpo, lavou minha xoxota, o cuzinho, beijou meu corpo com gestos repetidos e teimosos de querer mais.
Depois da minha viagem por aquelas bandas, cheguei a conclusão de que em qualquer lugar do mundo a libido com uma boa trepada tem os mesmos impulsos com linguagem corporal coerente entre homem e mulher. Aquele homem era um muçulmano comia uma mulher divinamente e ainda dava-lhe prazer. Certamente não era nem um pouquinho ligado ao radicalismo religioso que reprime a satisfação sexual da mulher. Ele era um homem moderado e que se completava com os prazeres mútuos. Vivia no seu tempo.
Quando comentei sobre a forma com que fizemos sexo e a relação com os conceitos religiosos dos muçulmanos ele respondeu:
"Ser um bom muçulmano é também fazer um bom sexo"
Amante
13.9.16
Mas o que me é fatal, poucos sabem: todos os dedos que vão do ócio ao cio. E reluzem,
induzem, descabem de duas pernas abertas. São viagens e folhas, pele jogada à inexatidão do sexo.
Sem fórmulas.
Tão menino.
Ninho de pássaros vermelhos. Esconder não se faz intenção. Descaibo da ereção dele. Fatale sou. Lua de rua, nua, que outros não enxergam. Perna com renda. Photopecado. Tão Forte que eu poderia morrer de sentir.
Não morro. Sinto.
Desejo puro em paredes molhadas. Gozadas de olhar. Beco físico, chão de pele. Não queremos fugir.
Dar para [me] salvar.
[ele] comer para não desquerer.
Permanecer, onde nenhum copo transbordou.
Loouyse XLI
24.8.16
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-Hoje eu faço tudo o que você quiser. Pede!
-Eu quero lá atrás…
Depois que a calcinha já foi passear no bosque, chega o momento em que os homens se separam em diversos tipos de cavalheiros. O desbravador, que conquista a confiança das feras do pântano pela delicadeza de seus movimentos e, assim, cruza o caminho com a segurança de um esperto. O sapo companheiro, que salta de boca em sua donzela, prepara o terreno, e desvia das pedras pelo caminho guiado pelas mãos da amada. E o príncipe encantado: aquele tipinho engomado que espera que alguém limpe o caminho e estenda um tapete pra que ele passe sem o menor risco de sujar a pontinha de seu sapato de couro.
Para preservar a "pureza" e o cabaço, a opção é o sexo anal com as virgens donzelas
Quem se mete a adentrar cavernas menos exploradas têm de saber de suas vicissitudes
-Hoje eu faço tudo o que você quiser. Pede!
-Eu quero lá atrás…
Cena clássica dos contos que começam mais ou menos assim: “era uma vez, um casal que se pegava…”. Acontece que, partindo da deixa da última fala, a história tem alguns desenrolares possíveis.
Dentre as mocinhas que já conhecem a arte e as que ainda são donzelas, tem as que querem sair cavalgando pela porta dos fundos por vontade própria, aquelas que o querem pelo grandioso fetiche do proibido, ou até mesmo por ver seu esforço satisfazendo o próximo. Tudo tá valendo.
Depois que a calcinha já foi passear no bosque, chega o momento em que os homens se separam em diversos tipos de cavalheiros. O desbravador, que conquista a confiança das feras do pântano pela delicadeza de seus movimentos e, assim, cruza o caminho com a segurança de um esperto. O sapo companheiro, que salta de boca em sua donzela, prepara o terreno, e desvia das pedras pelo caminho guiado pelas mãos da amada. E o príncipe encantado: aquele tipinho engomado que espera que alguém limpe o caminho e estenda um tapete pra que ele passe sem o menor risco de sujar a pontinha de seu sapato de couro.
Em outras palavras, o príncipe encantado é aquele que só quer o sexo anal se tiver chuca (nome moderninho pra a lavagem que se faz do reto antes da transa).
A prática pode ser uma etapa que se desenrola em comum acordo de ambas as partes, todo mundo fica mais confortável e, depois da chuveirada traseira, é só love, só love. Mas acontece que tem muito membro dessa realeza enjoada que não só é um ‘chuca lover’, como também um ‘chuca freak’. Uma especiezinha que quer pendurar a medalha de ‘honra ao mérito dos fundos’ na casaca, bem à altura dos olhos dos amigos e inimigos, mas sob uma condição: que este seja um sexo anal asséptico. Afinal, onde já se viu correr o risco ser maculado irreversível pelo carimbo alheio! Que situação... traumática, por certo. Do tipo que esvaziaria o sangue das veias viris no ato, e o faria novamente por todas as vezes que o relance de tal lembrança passasse pela cabeça.
Esse principezinho encantado é uma espécie das mais odiáveis. É questionável se ele realmente quer comer um cu, ou se ele está buscando somente uma boceta apertada, bem apertada, e um tanto quanto seca, pra saciar seu subconsciente sádico.
Não é que a prática tenha de ser suja em todos o sentidos da palavras. É só que é preciso aceitar os termos e condições das pessoas donas de cada cu antes de dar enter e fazer o login. Saberás onde estás enfiando-te, e aceitarás a consequências.
Texto: Gabriella Feola
Texto: Gabriella Feola
5.5.16
Exercício de musculação - estimulando o madeiro para mante-lo em alta saúde.
Enquanto ele brinca, vai ascendendo a libido na mente e no órgão receptivo de quem vê esse prazeroso treino provocativo.
É sabido que esse é um ótimo exercício para o instrumento de prazer. Você pode não estar necessitando ainda, mas, para conservar sua virilidade é importante que faça treinos para que um dia ele não venha a estar preguiçoso.
Essa ginástica não vai aumentar o tamanho do seu pau, não é isso que interessa, mas, ele vai estar sempre tinindo se o estado emocional não estiver afetando seu desempenho.
É sabido que esse é um ótimo exercício para o instrumento de prazer. Você pode não estar necessitando ainda, mas, para conservar sua virilidade é importante que faça treinos para que um dia ele não venha a estar preguiçoso.
Essa ginástica não vai aumentar o tamanho do seu pau, não é isso que interessa, mas, ele vai estar sempre tinindo se o estado emocional não estiver afetando seu desempenho.
Pois bem, para quem as vezes enfrenta problemas com a ejaculação precoce é um grande feito.
Exercite seu pubbo coccígeo - PC. A mulher também deve exercitar sua musculatura vaginal, é mais ou menos o mesmo processo e o casal poderá também praticar juntos durante o sexo o que deve ser um bom estimulante.
Exercite seu pubbo coccígeo - PC. A mulher também deve exercitar sua musculatura vaginal, é mais ou menos o mesmo processo e o casal poderá também praticar juntos durante o sexo o que deve ser um bom estimulante.
O músculo pubbo coccígeo, conhecido simplesmente como músculo PC, é o que se usa para contrair o fluxo de urina e, por sua vez, o mesmo que apresenta espasmos involuntários durante o orgasmo; portanto, exercitá-lo irá ajudar a você a ter ereções mais fortes e duradouras , bem como a aumentar o prazer sexual.
Identifique o músculo. Quando for ao banheiro interrompa a urina, sem apertar as nádegas nem forçar nenhuma outra parte do corpo; concentre a tensão somente em sua bexiga, este é o movimento que se deve conseguir. Pode praticar o exercício enquanto urina ou em qualquer outro momento do dia; é só contrair a bexiga durante três segundos e soltar. Leia mais com ilustrações no site Wiki How .
Com uma boa performance, certamente que belas mulheres fogosas estarão fazendo versos úmidos para você como a poeta portuguesa Maria Teresa Horta.
Joelho
Ponho um beijo
demorado
no topo do teu joelho
Desço-te a perna
arrastando
a saliva pelo meio
Onde a língua
segue o trilho
até onde vai o beijo
Não há nada
que disfarce
de ti aquilo que vejo
Em torno um mar
tão revolto
no cume o cimo do tempo
E os lençóis desalinhados
como se fosse
de vento
Volto então ao teu
joelho
entreabrindo-te as pernas
Deixando a boca
faminta
seguir o desejo nelas.
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A poesia erótica feminina da mulher
portuguesa |
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Maria Teresa Horta Nasceu em Lisboa, a 20 de Maio de 1937. Depois de ter frequentado a Faculdade de Letras, ingressou no jornalismo, tendo sido coordenadora, durante três anos, do suplemento “Literatura e Arte”, do jornal A Capital.
A sua obra encontra-se marcada por uma forte tendência de experimentação e exploração das potencialidades da linguagem, numa escrita impetuosa e frequentemente sensual.
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2.4.16
















