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A Malaysia é um país do Sudeste Asiático e é dividido basicamente em 2 grandes porções de terra, separadas pelo Mar do Sul da China. Uma é limitada, ao norte, pela Tailândia e a sul por Cingapura e a outra é toda limitada pela Indonésia, de oeste a leste.
O povo malaio consiste de uma mistura de chineses, malaios, indianos, orang asli (povo aborígine).
Kuala Lumpur Hotel - Kuala Lumpur - Malaysia

O que fazia eu e mais duas amigas nesse fim de mundo?

A liberdade e o espírito aventureiro nos levou até lá para uma passagem de uma semana antes de irmos à Hong Kong num roteiro turísco traçado por nós mesmas, sem horário de chegada e saída.

Conhecer o homem malaio ah... que expectativa excitante. Rolar na cama com um deles poderia ser uma possibilidade. Como seria o temperamento sexual deste homem? Como seriam seus toques? Qual seria seu jogo e táticas no amor?
No restaurante onde jantávamos pude experimentar a culinária regional, uma comida exótica que fica na combinação entre a cozinha chinesa e indiana. São geralmente pratos picantes, usam bastante o curry. Alguns com muuuita mas, muita pimenta e pude perceber também um sabor adocicado misturado a canela.

Mas, o prato mais exótico que observei foi o olhar insistente de um homem na mesa da frente. Moreno na sua característica asiática um sorriso envolvente, dentes alvos, lábios que me sugeriam beijos quentes e molhados.
Após o jantar minhas amigas e eu sentamos numa sala de estar para um café e bater um descontraido papo.

Mais uma vez vejo aquele homem numa poltrona vermelha ao meu lado. Aquela figura de homem já tinha sabor de uma deliciosa sobremesa quando o garçom trouxe numa bandeja três cálices de licor que vinha da direção daquele olhar instigante. Agradeci mergulhando quase que literalmente nos olhos dele.
O licor? Aphrodope, bem sugestivo, (puro feitiço), pois bem.
Convidei-o a sentar-se ao meu lado e ele veio pegando minhas mãos e beijando.
Um leve, levíssimo cheiro amadeirado emanou do seu corpo. Lembrei-me do "Patchouli" um óleo perfumado derivado de um arbusto indo-malaia e que eu já conhecia. A música ambiental era essa: (sugiro que ouça num volume baixo como fundo.)

Num inglês com sotaque começamos a conversar e num curto espaço de tempo ele já me chamava de "minha princesa". Uauuu me apaixonei num instante.
Ele era malasiano com descendência chinesa por parte do pai. Seu mundo de negócios era em Hong Kong no setor empresarial e estava em Kuala Lumpur participando como congressista do mesmo ramo.
Para poupar tempo não vou descrever os pormenores do jogo de sedução que nos envolveu e que nos levou até seu apartamento no mesmo hotel.
Ali dentro acabaram-se as barreiras étnicas, sociais e íntimas. Seus grandes braços me levantaram ao alto ao mesmo tempo em que beijávamos sofregamente sem freios dando cordas a nossa tesão. Senti seu pau durão e teso acima de meu púbis e ele curvando o ventre para frente esfregava aquilo tudo na minha testinha e minha xoxota começou a arder de tesão babando escorrendo uma quentura no fundo da minha calcinha de renda branca.
Sem permeio, obedecendo desenvergonhadamente seus instintos, ele, afoito ou... aflito foi tirando suas roupas enquanto arrancava-me a calcinha e, assim que me viu livre dela abriu-me as coxas com ambas as mãos acariciou minha buceta, olhando e cheirando demoradamente em seguida ajoelhou-se na cama e sua boca desceu quente numa linguada tão teimosa e com tal ritmo que levou-me as alturas. Ele insistia no meu clitóris latejante. Meus gemidos foram gradualmente aumentando enquanto ele, sábio desse momento feminino, insistia... teimava sem pressa.

Temendo que meu orgasmo demorasse a vir e ele se cansasse em vão, tentei me esquivar. Mas ele percebendo, não me obedeceu agarrando-me firme e disse que adorava chupar uma xana até sentir o gozo na sua boca e era isso que lhe dava mais prazer e que ficaria com a boca grudada nela a noite toda enquanto durasse minha tesão com desejo de gozar. Meu corpo tremia, minhas pernas também. Concentrei nos seu movimentos no clitóris, centrei-me na onda que levava à explosão do meu orgasmo, por alguns instantes silenciei fechando os olhos, o corpo tremia, comecei a sentir aquela sensação delirante da aproximação do gozo e ele veio juntamente com um incontido, longo e desvairado grito de desabafo. Mal terminei ele chegou por cima e enterrou sua pica no restinho do meu gozo  metendo pra valer, compassadamente, mas ele não gozava e senti uma grande vontade de tê-lo na minha boca. Mudei de posição abocanhei com gana e fui chupando... lambendo... sugando e babando naquele pau lindo, moreno de uma cabeça gorda e tesuda.
Ele começou a passar o dedo no meu cuzinho ao mesmo tempo em que disse que queria muito come-lo, que adorava também um rabinho. Maliciosamente fiz charme olhando seu pau e avaliando o tamanho para ver se eu tinha coragem. Sim, seu pau era daqueles médios passando para grandinho e fui aceitando a ideia. Vou dar a bundinha para ele, ah se vou...

Começou chupando meu cuzinho deliciosamente depois passou o dedo na minha buceta melada espalhou na região dele fazendo massagem entrando na "portinha", brincando de entra e sai ao mesmo tempo em que bolinava meu clitóris até que fiquei completamente relaxada, lambuzada, quente e com vontade daquele pinto dentro de mim novamente.
Foi entrando vagarosamente, comecei a rebolar de tão gostoso que estava. Senti seu corpo quente, transpirava ofegante de tesão e ele já estava com o cacete enterrado no meu rabinho quase virgem.
Eu não conseguia parar de rebolar e sem dúvida estava sendo o melhor anal da minha vida. Ele acelerou um pouco mais os movimentos e seus gemidos aumentaram, foi metendo mais e senti seu jato bem lá dentro. Foi bom demais, mas, para ele foi ainda melhor porque aquele momento foi mais dele.
Terminado nos acalmamos. Tomamos uma ducha prazerosa e meu carinhoso homem fez questão de me passar sabão por todo corpo, lavou minha xoxota, o cuzinho, beijou meu corpo com gestos repetidos e teimosos de querer mais.

Depois da minha viagem por aquelas bandas, cheguei a conclusão de que em qualquer lugar do mundo a libido com uma boa trepada tem os mesmos impulsos com linguagem corporal coerente entre homem e mulher. Aquele homem  era um muçulmano comia uma mulher divinamente e ainda dava-lhe prazer. Certamente não era nem um pouquinho ligado ao radicalismo religioso que reprime a satisfação sexual da mulher. Ele era um homem moderado e que se completava com os prazeres mútuos. Vivia no seu tempo.

Quando comentei sobre a forma com que fizemos sexo e a relação com os conceitos religiosos dos muçulmanos ele respondeu:

"Ser um bom muçulmano é também fazer um bom sexo"

Amante


Mas o que me é fatal, poucos sabem: todos os dedos que vão do ócio ao cio. E reluzem,
induzem, descabem de duas pernas abertas. São viagens e folhas, pele jogada à inexatidão do sexo.

Sem fórmulas.

Tão menino.

Ninho de pássaros vermelhos. Esconder não se faz intenção. Descaibo da ereção dele. Fatale sou. Lua de rua, nua, que outros não enxergam. Perna com renda. Photopecado. Tão Forte que eu poderia morrer de sentir.

Não morro. Sinto.

Desejo puro em paredes molhadas. Gozadas de olhar. Beco físico, chão de pele. Não queremos fugir.

Dar para [me] salvar.
[ele] comer para não desquerer.

Permanecer, onde nenhum copo transbordou.


Loouyse XLI

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Para preservar a "pureza" e o cabaço, a opção é o  sexo anal com as virgens donzelas

Quem se mete a adentrar cavernas menos exploradas têm de saber de suas vicissitudes

-Hoje eu faço tudo o que você quiser. Pede!

-Eu quero lá atrás…

Cena clássica dos contos que começam mais ou menos assim: “era uma vez, um casal que se pegava…”. Acontece que, partindo da deixa da última fala, a história tem alguns desenrolares possíveis.

Dentre as mocinhas que já conhecem a arte e as que ainda são donzelas, tem as que querem sair cavalgando pela porta dos fundos por vontade própria, aquelas que o querem pelo grandioso fetiche do proibido, ou até mesmo por ver seu esforço satisfazendo o próximo. Tudo tá valendo.


Depois que a calcinha já foi passear no bosque, chega o momento em que os homens se separam em diversos tipos de cavalheiros. O desbravador, que conquista a confiança das feras do pântano pela delicadeza de seus movimentos e, assim, cruza o caminho com a segurança de um esperto. O sapo companheiro, que salta de boca em sua donzela, prepara o terreno, e desvia das pedras pelo caminho guiado pelas mãos da amada. E o príncipe encantado: aquele tipinho engomado que espera que alguém limpe o caminho e estenda um tapete pra que ele passe sem o menor risco de sujar a pontinha de seu sapato de couro.

Em outras palavras, o príncipe encantado é aquele que só quer o sexo anal se tiver chuca (nome moderninho pra a lavagem que se faz do reto antes da transa).

A prática pode ser uma etapa que se desenrola em comum acordo de ambas as partes, todo mundo fica mais confortável e, depois da chuveirada traseira, é só love, só love. Mas acontece que tem muito membro dessa realeza enjoada que não só é um ‘chuca lover’, como também um ‘chuca freak’. Uma especiezinha que quer pendurar a medalha de ‘honra ao mérito dos fundos’ na casaca, bem à altura dos olhos dos amigos e inimigos, mas sob uma condição: que este seja um sexo anal asséptico. Afinal, onde já se viu correr o risco ser maculado irreversível pelo carimbo alheio! Que situação... traumática, por certo. Do tipo que esvaziaria o sangue das veias viris no ato, e o faria novamente por todas as vezes que o relance de tal lembrança passasse pela cabeça.

Esse principezinho encantado é uma espécie das mais odiáveis. É questionável se ele realmente quer comer um cu, ou se ele está buscando somente uma boceta apertada, bem apertada, e um tanto quanto seca, pra saciar seu subconsciente sádico.

Não é que a prática tenha de ser suja em todos o sentidos da palavras. É só que é preciso aceitar os termos e condições das pessoas donas de cada cu antes de dar enter e fazer o login. Saberás onde estás enfiando-te, e aceitarás a consequências.

Texto: Gabriella Feola 


Exercício de musculação - estimulando o madeiro para mante-lo em alta saúde.



Enquanto ele brinca, vai ascendendo a libido na mente e no órgão receptivo de quem vê esse prazeroso treino provocativo.

É sabido que esse é um ótimo exercício para o instrumento de prazer. Você pode não estar necessitando ainda, mas, para conservar sua virilidade é importante que faça treinos para que um dia ele não venha a estar preguiçoso.
Essa ginástica não vai aumentar o tamanho do seu pau, não é isso que interessa, mas, ele vai estar sempre tinindo se o estado emocional não estiver afetando seu desempenho.
Pois bem, para quem as vezes enfrenta problemas com a ejaculação precoce é um grande feito.

Exercite seu pubbo coccígeo - PC. A mulher também deve exercitar sua musculatura vaginal, é mais ou menos o mesmo processo e o casal poderá também praticar  juntos durante o sexo o que deve ser  um bom estimulante.

O músculo pubbo coccígeo, conhecido simplesmente como músculo PC, é o que se usa para contrair o fluxo de urina e, por sua vez, o mesmo que apresenta espasmos involuntários durante o orgasmo; portanto, exercitá-lo irá ajudar a você a ter ereções mais fortes e duradouras , bem como a aumentar o prazer sexual.  

Identifique o músculo. Quando for ao banheiro interrompa a urina, sem apertar as nádegas nem forçar nenhuma outra parte do corpo; concentre a tensão somente em sua bexiga, este é o movimento que se deve conseguir. Pode praticar o exercício enquanto urina ou em qualquer outro momento do dia; é só contrair a bexiga durante três segundos e soltar. Leia mais com ilustrações no site Wiki How .

Com uma boa performance, certamente que belas mulheres fogosas estarão fazendo versos úmidos para você como a poeta portuguesa Maria Teresa Horta.

Joelho


Ponho um beijo
demorado
no topo do teu joelho

Desço-te a perna
arrastando
a saliva pelo meio

Onde a língua
segue o trilho
até onde vai o beijo

Não há nada
que disfarce
de ti aquilo que vejo

Em torno um mar
tão revolto
no cume o cimo do tempo

E os lençóis desalinhados
como se fosse
de vento

Volto então ao teu
joelho
entreabrindo-te as pernas

Deixando a boca
faminta
seguir o desejo nelas.






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A poesia erótica feminina da mulher
 portuguesa 

Maria Teresa Horta Nasceu em Lisboa, a 20 de Maio de 1937. Depois de ter frequentado a Faculdade de Letras, ingressou no jornalismo, tendo sido coordenadora, durante três anos, do suplemento “Literatura e Arte”, do jornal A Capital. A sua obra encontra-se marcada por uma forte tendência de experimentação e exploração das potencialidades da linguagem, numa escrita impetuosa e frequentemente sensual.





Respira na minha nuca e 
me abre o fechecler 
passa a mão nas minhas costas e 
diz que 
quer me comer 
diz que eu vou ficar maluca de tanto
sentir prazer 
me puxa,
me arranca a saia que é
pra poder me ver.

(Bruna Lombardi) 



"Em Busca de um Homem Sensível" - Anaïs Nin, escritora francesa (1903-1977)

Em busca do homem sensível. Anaïs Nin, escritora francesa (1903-1977)
 Se nos aprofundarmos no estudo da sensualidade feminina chegaremos à mesma conclusão de sempre: não se pode generalizar, há tantos tipos de mulheres quanto as próprias mulheres. E uma coisa é certa: a literatura erótica dos homens não satisfaz às mulheres. É tempo de escrevermos a nossa; nossas necessidades, fantasias e comportamentos eróticos são diferentes. A maioria das mulheres não se sente excitada por descrições explícitas, por uma linguagem crua.

Alguns dias decorridos após nosso encontro daquela noite do happy hour, finalmente estávamos num cantinho aconchegante sentados frente a frente, olhos faiscantes, pupila na pupila, embalados pela música ambiente que vinha da suavidade dos dedos do pianista.
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Das nossas taças de espumante borbulhavam uma grande quantidade de perlage, quem sabe elas representavam nosso estado abrasador também em ebulição. Ele sugeriu champanhe para comemorar nosso reencontro. Romântico e excitante. Tinha um sorriso que dava vontade de engolir num beijo para dentro de mim.
Nossos olhares faiscavam enquanto as pernas roçavam sutilmente por baixo da mesa e uma grande carga de luxúria emergia vindo da nossa cumplicidade quando ele disse baixinho em meu ouvido que até chegou a sentir "meus cheiros" durante o espaço que durou desde o primeiro encontro fazendo-me lembrar que eu novamente usava o Jardin Sur Le Toit, uma calcinha preta minúscula e transparente que me fazia sentir quase nua. Era assim que queria estar. Pelada, nua de tudo, nós dois só, despidos de qualquer expectativas irreais que criamos enquanto ausentes, abrindo espaços para nos tocar de verdade, sem freios, sem bordas, sem vergonha ou como escreveu Anäis Nin: "um no outro para pôr um fim nessa formidável tensão.

Depois do jantar, saímos até seu apartamento num bairro tranquilo. O espaço de tempo do elevador até nosso destino foi curto diante de tamanha sofreguidão dos seus longos e afoitos beijos pois logo chegamos, a porta abriu-se para nós e entramos abraçados. Estávamos alegres e falantes, naquela noite eu queria mesmo era vadiar com ele.
Lá dentro, comportada, sentei-me num dos sofás da sala,  ele entrou por uma porta voltando minutos depois com uma bandeja preparada reafirmando ser "para comemorar", o que deixou-me surpreendida por seu bom gosto na arrumação das taças para a Möet Chandon Impérial, fazendo-me sentir uma princesa. Brindamos com um tocar de taças e nos beijamos, mas, esses beijos cálidos não iam durar por mais tempo, prova disso é que suas mãos logo começaram a correr por meu corpo levantando-me a saia, procurando coisas agarrando com pressão minha bunda, afastando a calcinha. Seus dedos escorregaram por entre as dobras na minha xoxota melada afastando-as com dois dedos desvelando meu interior, foi baixando a cabeça rumo ao meu ventre abocanhou de cheio aquilo que se revelou com seu gesto,  a princípio chupando, em seguida sua língua foi criando mais vida bem na pontinha, começou a rodar ou movimentando de um lado a outro rapidinho e suave que quase enlouqueci, aiaiai
Dei um jeito de agarrar seu pau inteiro na palma da minha mão correspondendo seu gesto, percebendo que ele possuía uma grande e grossa cabeça, senti um vontade louca de foder com ele.

Interrompendo a chupada, tomou um gole de champanhe prendeu dentro da boca e voltou para minha xoxota soltando aos poucos enquanto lambia. sugava e engolia e ia alternando. Com isso meu grelo foi ficando mais entumecido e durinho fazendo com que eu arqueasse o quadril sentindo uma forte onda que antecede ao gozo ali e agora naquela língua ávida e sábia. Aproximava o rosto e me beijava guloso na boca com gosto da champanhe junto com o sabor que emanava da minha buceta ardente. Assim ficamos entre uma taça e outra, ele alternando os goles que me escorriam rumo ao cuzinho sorvendo e movendo rapidamente a língua me fazendo cantar gemidos. Com esse homem não havia pressa, ele sabia preparar uma fêmea para colher um resultado prazeroso para ambos, não tinha o comportamento daqueles "bate estaca" noite a dentro como se só seu membro tivesse a função que entrar em ação fazendo com que a mulher se torne receptora dos seus intercursos até que ele esporrasse.

sexo oral na ponta do clitóris faz explodir em gozo - Paixão e sexo regado a champanhe

É bem verdade que eu esperava com muito interesse e ansiedade o momento em que ele me entrasse com aquele cacete armado e nervoso sem poupar-me porque chegou a nossa hora. Recostados no sofá virei o corpo e abocanhei seu cacete enchendo a boca até a garganta e fui chupando, mamando com sofreguidão e ele se entregou àquele momento soltando gemidos ofegantes, roucos, enquanto eu engolia quase tudo aquilo que via, embalada pelo descontrole, sem juízo, num 69 bem encaixado, quando ele levantou-se, ergueu-me em seus braços como se eu fosse uma pena e foi caminhando entre beijos até sua enorme cama despindo-nos do resto das nossas roupas que se espalharam pelo chão formando assim o cenário da nossa loucura, se jogando sobre meu corpo enfiando dedos, desenhando minha pele com sua língua, sugando meus seios, cheirando, lambendo minha carne entre leves mordidas, deu uma lambida de língua cheia atingindo toda a área tirando-me o fôlego que instintivamente fui abrindo minhas pernas, desejava recebê-lo todo, inteiro cravado dentro de mim, ele assim por cima do meu corpo me dominando, sentindo sua pressão quente, suas estocadas, numa posição onde sei que podemos nos beijar, olhar nos olhos, frente a frente, sentir seu hálito de sexo, sorrir, chorar, gritar, gozar, sussurrar.

E meteu o pau com firmeza dentro de mim até a base.
De pernas abertas, vulnerável, fui permitindo. Ele olhou minha fenda rosada e devagar, devagarinho foi introduzindo um dedo, dois dedos, massageando minhas paredes úmidas, levou os dedos a boca, provou, lambuzou meus lábios ressecados pela respiração, lambeu olhando-me nos olhos com cara de macho safado, desejoso, tesudo e decidido, não se contendo, veio com tudo, adentrando como se me violasse, invadindo, abrindo caminhos dentro de mim, preenchendo meu desejo latejante que ardia com a dor da tesão que gozei entre fortes contrações. Gozei feito uma louca, deu-me uma tara enorme de montar nele e cavalgar atolada naquela vara, rebolar naquele pintão, então fui por cima e encaixei minha buceta fundo, até onde deu, comecei a remexer com movimentos sincronizado aos dele.
Nossa noite estava apenas começando e mais coisas foram surgindo porque nossa imaginação viajava por caminhos que nossos próprios sentidos e impulsos iam sendo desvendados.

O dia amanheceu pelas frestas da janela mais brilhante, mais colorido.


Amante

"Você pulsa por dentro 
onde os ventos são outros 
onde outras me encontram 
onde cenas me inspiram 

Você me escorre pela perna 
imenso 
denso 
completo".




PS: Creio que escrevi em demasia.

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Eu gosto do luxo, do fluxo de sangue concentrado
no ponto “V” de teu corpo.
Eu gosto de rendas, de tendas, de cabanas de véus,
de quarto disfarçado de motel, camas revestidas de
pele, puxões de cabelo, frases secretas no ouvido.
Eu gosto do luxo, do fluxo de peças íntimas na mala.
Sou uma mulher cara: minha indecência tem preço.
(não aceito cheque, dinheiro, presentes.)
Mas eu sei, você pode pagar.

Erica de Paula

Imagem da Amante do blog Transpondo_nus fazendo pose de calcinha de renda preta, citada no texto "Reflexões libidinosas da Amante".
Imagem da Amante com a  calcinha de renda preta citada no texto "Reflexões libidinosas da Amante".
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Tudo começou naquela noite no happy hour com amigos quando ele aproximou-se da mesa com um dos nossos amigos e assim que o percebi todos meus sentidos ficaram em estado de alerta e atraída por seu olhar que sustentei firmemente dentro dos meus desviando apenas para perceber suas grandes mãos me fazendo pensar besteiras imaginando malicias o com isso instalou-se em mim um calor vindo não sei de onde, mas logo imaginei uma justificativa atribuindo ao vinho  naquela noite.
Não. Não era nada disso, o que senti foi atração, tesão mesmo, mas tentei me conter para não me considerar eleita antes da hora mesmo com aquele olhar tão... tão invasor que me tirava a vergonha.
Num relance irreflexivo lembrei da calcinha minúscula que usava, uma das que mais gostava, de fina renda preta com uma pequena pedra de cristal lapidada em forma de gota que balançava junto ao cós bem abaixo do umbigo, quase no início da área triangular do púbis. É... eu me sentia mesmo livre de qualquer pudor ainda mais usando Jardin Sur Le Toit atrás das orelhas descendo o pescoço e entre os seios, assim eu já estava toda vestida de desejo naquela noite.
Mas, porque eu estava pensando nessas coisas? Fui procurar os motivos para tais devaneios mal intencionados e passei então a re-observar seu corpo antes que se sentasse, percebendo que era até magro, mas suas coxas se evidenciavam sob a calças, entre elas... seu "volumee meu olhar involuntariamente fez um flash imperceptível, sim,  foi essa a situação e quando sinto aquela queimação nas bordas da minha buceta, já sei que elas ficam entumecidas, inchadas como uma cachorra no cio e então acabei molhando minha calcinha de renda macia. Essa sensação me dava mais vida e liberdade para alimentar mais ainda meus impulsos.
Foi tudo muito rápido, mas, para meu conforto ele se sentou bem de frente à mim. Nosso inicio de conversa foi informal e sua voz pareceu mais entonada e firme, do que poderia conceber. Ele me surpreendia. Meu interesse por ele não estava no campo de avaliações conceituais e sim no da apreciação instintiva de uma mulher como fêmea.
Apesar de não fomentar iniciativas para me parecer oferecida, demonstrava meu interesse é claro e com isso ia deixando rolar, para sondar o retorno e não posso negar que isso levantava meu ego, mantendo assim o jogo de sedução, o que é bem mais excitante, esse era e é meu discurso.
Assim foi com aquele homem bastante sedutor que pelos seus longos beijos parecia ser insaciável e carente, indo de encontro aos meus anseios.
A noite foi encurtando as horas e estávamos engajados. O final, ou melhor, a continuação vai ficar para o próximo texto, mesmo porque nosso encontro se deu no final de semana, um tempo até longo levando em conta a ansiedade que tomava conta de nós dois e ficamos como lembrança o sabor dos beijos e o perfume dos nossos feromônios a continuar impregnado no nosso inconsciente.

O tempo agora é de uma espera voluptuosa para um momento a dois regado por nossos sabores e enquanto isso vou alimentando expectativas de como seria meu toque sobre a pele em seus ombros, sua textura, cheiro, desejando adivinhar sua boca na minha xoxota, de como sua língua se manifestaria no meu clitóris. Seria teimoso e obstinado pelo orgasmo de uma mulher nessa performance? como reagiria quando eu tomasse seu cacete na boca e começasse a mamar como uma bezerrinha faminta?
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Excitada me vejo a pensar na sua penetração, a forma de suas estocadas, seu ofegar, o suor pingando sobre meu rosto, seu beijo carnal com gosto da minha cona, o som da sua voz em gozo dentro de mim e a imaginação corre solta inspirada no calor que senti vindo do seu corpo dentro daquele abraço de pau rijo enquanto seus dedos roçavam minha buceta me endoidecendo de desejos fazendo-me lembrar daquela música que não sai do meu ouvido misturado com seus gemidos da excitação.


Nosso segundo encontro você vai saber neste link: Paixão e sexo regado a champanhe ou clica na imagem abaixo.  Vem...
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