"Em Busca de um Homem Sensível" - Anaïs Nin, escritora francesa (1903-1977)
Em busca do homem sensível. Anaïs Nin, escritora francesa (1903-1977)
Se nos aprofundarmos no estudo da sensualidade feminina chegaremos à mesma conclusão de sempre: não se pode generalizar, há tantos tipos de mulheres quanto as próprias mulheres. E uma coisa é certa: a literatura erótica dos homens não satisfaz às mulheres. É tempo de escrevermos a nossa; nossas necessidades, fantasias e comportamentos eróticos são diferentes. A maioria das mulheres não se sente excitada por descrições explícitas, por uma linguagem crua. |
Alguns dias decorridos após nosso encontro daquela noite do happy hour, finalmente estávamos num cantinho aconchegante sentados frente a frente, olhos faiscantes, pupila na pupila, embalados pela música ambiente que vinha da suavidade dos dedos do pianista.
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Das nossas taças de espumante borbulhavam uma grande quantidade de perlage, quem sabe elas representavam nosso estado abrasador também em ebulição. Ele sugeriu champanhe para comemorar nosso reencontro. Romântico e excitante. Tinha um sorriso que dava vontade de engolir num beijo para dentro de mim.
Nossos olhares faiscavam enquanto as pernas roçavam sutilmente por baixo da mesa e uma grande carga de luxúria emergia vindo da nossa cumplicidade quando ele disse baixinho em meu ouvido que até chegou a sentir "meus cheiros" durante o espaço que durou desde o primeiro encontro fazendo-me lembrar que eu novamente usava o Jardin Sur Le Toit, uma calcinha preta minúscula e transparente que me fazia sentir quase nua. Era assim que queria estar. Pelada, nua de tudo, nós dois só, despidos de qualquer expectativas irreais que criamos enquanto ausentes, abrindo espaços para nos tocar de verdade, sem freios, sem bordas, sem vergonha ou como escreveu Anäis Nin: "um no outro para pôr um fim nessa formidável tensão.”
Depois do jantar, saímos até seu apartamento num bairro tranquilo. O espaço de tempo do elevador até nosso destino foi curto diante de tamanha sofreguidão dos seus longos e afoitos beijos pois logo chegamos, a porta abriu-se para nós e entramos abraçados. Estávamos alegres e falantes, naquela noite eu queria mesmo era vadiar com ele.
Depois do jantar, saímos até seu apartamento num bairro tranquilo. O espaço de tempo do elevador até nosso destino foi curto diante de tamanha sofreguidão dos seus longos e afoitos beijos pois logo chegamos, a porta abriu-se para nós e entramos abraçados. Estávamos alegres e falantes, naquela noite eu queria mesmo era vadiar com ele.
Lá dentro, comportada, sentei-me num dos sofás da sala, ele entrou por uma porta voltando minutos depois com uma bandeja preparada reafirmando ser "para comemorar", o que deixou-me surpreendida por seu bom gosto na arrumação das taças para a Möet Chandon Impérial, fazendo-me sentir uma princesa. Brindamos com um tocar de taças e nos beijamos, mas, esses beijos cálidos não iam durar por mais tempo, prova disso é que suas mãos logo começaram a correr por meu corpo levantando-me a saia, procurando coisas agarrando com pressão minha bunda, afastando a calcinha. Seus dedos escorregaram por entre as dobras na minha xoxota melada afastando-as com dois dedos desvelando meu interior, foi baixando a cabeça rumo ao meu ventre abocanhou de cheio aquilo que se revelou com seu gesto, a princípio chupando, em seguida sua língua foi criando mais vida bem na pontinha, começou a rodar ou movimentando de um lado a outro rapidinho e suave que quase enlouqueci, aiaiai
Dei um jeito de agarrar seu pau inteiro na palma da minha mão correspondendo seu gesto, percebendo que ele possuía uma grande e grossa cabeça, senti um vontade louca de foder com ele.
Interrompendo a chupada, tomou um gole de champanhe prendeu dentro da boca e voltou para minha xoxota soltando aos poucos enquanto lambia. sugava e engolia e ia alternando. Com isso meu grelo foi ficando mais entumecido e durinho fazendo com que eu arqueasse o quadril sentindo uma forte onda que antecede ao gozo ali e agora naquela língua ávida e sábia. Aproximava o rosto e me beijava guloso na boca com gosto da champanhe junto com o sabor que emanava da minha buceta ardente. Assim ficamos entre uma taça e outra, ele alternando os goles que me escorriam rumo ao cuzinho sorvendo e movendo rapidamente a língua me fazendo cantar gemidos. Com esse homem não havia pressa, ele sabia preparar uma fêmea para colher um resultado prazeroso para ambos, não tinha o comportamento daqueles "bate estaca" noite a dentro como se só seu membro tivesse a função que entrar em ação fazendo com que a mulher se torne receptora dos seus intercursos até que ele esporrasse.
É bem verdade que eu esperava com muito interesse e ansiedade o momento em que ele me entrasse com aquele cacete armado e nervoso sem poupar-me porque chegou a nossa hora. Recostados no sofá virei o corpo e abocanhei seu cacete enchendo a boca até a garganta e fui chupando, mamando com sofreguidão e ele se entregou àquele momento soltando gemidos ofegantes, roucos, enquanto eu engolia quase tudo aquilo que via, embalada pelo descontrole, sem juízo, num 69 bem encaixado, quando ele levantou-se, ergueu-me em seus braços como se eu fosse uma pena e foi caminhando entre beijos até sua enorme cama despindo-nos do resto das nossas roupas que se espalharam pelo chão formando assim o cenário da nossa loucura, se jogando sobre meu corpo enfiando dedos, desenhando minha pele com sua língua, sugando meus seios, cheirando, lambendo minha carne entre leves mordidas, deu uma lambida de língua cheia atingindo toda a área tirando-me o fôlego que instintivamente fui abrindo minhas pernas, desejava recebê-lo todo, inteiro cravado dentro de mim, ele assim por cima do meu corpo me dominando, sentindo sua pressão quente, suas estocadas, numa posição onde sei que podemos nos beijar, olhar nos olhos, frente a frente, sentir seu hálito de sexo, sorrir, chorar, gritar, gozar, sussurrar.
De pernas abertas, vulnerável, fui permitindo. Ele olhou minha fenda rosada e devagar, devagarinho foi introduzindo um dedo, dois dedos, massageando minhas paredes úmidas, levou os dedos a boca, provou, lambuzou meus lábios ressecados pela respiração, lambeu olhando-me nos olhos com cara de macho safado, desejoso, tesudo e decidido, não se contendo, veio com tudo, adentrando como se me violasse, invadindo, abrindo caminhos dentro de mim, preenchendo meu desejo latejante que ardia com a dor da tesão que gozei entre fortes contrações. Gozei feito uma louca, deu-me uma tara enorme de montar nele e cavalgar atolada naquela vara, rebolar naquele pintão, então fui por cima e encaixei minha buceta fundo, até onde deu, comecei a remexer com movimentos sincronizado aos dele.
Nossa noite estava apenas começando e mais coisas foram surgindo porque nossa imaginação viajava por caminhos que nossos próprios sentidos e impulsos iam sendo desvendados.
O dia amanheceu pelas frestas da janela mais brilhante, mais colorido.
PS: Creio que escrevi em demasia.
Dei um jeito de agarrar seu pau inteiro na palma da minha mão correspondendo seu gesto, percebendo que ele possuía uma grande e grossa cabeça, senti um vontade louca de foder com ele.
Interrompendo a chupada, tomou um gole de champanhe prendeu dentro da boca e voltou para minha xoxota soltando aos poucos enquanto lambia. sugava e engolia e ia alternando. Com isso meu grelo foi ficando mais entumecido e durinho fazendo com que eu arqueasse o quadril sentindo uma forte onda que antecede ao gozo ali e agora naquela língua ávida e sábia. Aproximava o rosto e me beijava guloso na boca com gosto da champanhe junto com o sabor que emanava da minha buceta ardente. Assim ficamos entre uma taça e outra, ele alternando os goles que me escorriam rumo ao cuzinho sorvendo e movendo rapidamente a língua me fazendo cantar gemidos. Com esse homem não havia pressa, ele sabia preparar uma fêmea para colher um resultado prazeroso para ambos, não tinha o comportamento daqueles "bate estaca" noite a dentro como se só seu membro tivesse a função que entrar em ação fazendo com que a mulher se torne receptora dos seus intercursos até que ele esporrasse.
É bem verdade que eu esperava com muito interesse e ansiedade o momento em que ele me entrasse com aquele cacete armado e nervoso sem poupar-me porque chegou a nossa hora. Recostados no sofá virei o corpo e abocanhei seu cacete enchendo a boca até a garganta e fui chupando, mamando com sofreguidão e ele se entregou àquele momento soltando gemidos ofegantes, roucos, enquanto eu engolia quase tudo aquilo que via, embalada pelo descontrole, sem juízo, num 69 bem encaixado, quando ele levantou-se, ergueu-me em seus braços como se eu fosse uma pena e foi caminhando entre beijos até sua enorme cama despindo-nos do resto das nossas roupas que se espalharam pelo chão formando assim o cenário da nossa loucura, se jogando sobre meu corpo enfiando dedos, desenhando minha pele com sua língua, sugando meus seios, cheirando, lambendo minha carne entre leves mordidas, deu uma lambida de língua cheia atingindo toda a área tirando-me o fôlego que instintivamente fui abrindo minhas pernas, desejava recebê-lo todo, inteiro cravado dentro de mim, ele assim por cima do meu corpo me dominando, sentindo sua pressão quente, suas estocadas, numa posição onde sei que podemos nos beijar, olhar nos olhos, frente a frente, sentir seu hálito de sexo, sorrir, chorar, gritar, gozar, sussurrar.
De pernas abertas, vulnerável, fui permitindo. Ele olhou minha fenda rosada e devagar, devagarinho foi introduzindo um dedo, dois dedos, massageando minhas paredes úmidas, levou os dedos a boca, provou, lambuzou meus lábios ressecados pela respiração, lambeu olhando-me nos olhos com cara de macho safado, desejoso, tesudo e decidido, não se contendo, veio com tudo, adentrando como se me violasse, invadindo, abrindo caminhos dentro de mim, preenchendo meu desejo latejante que ardia com a dor da tesão que gozei entre fortes contrações. Gozei feito uma louca, deu-me uma tara enorme de montar nele e cavalgar atolada naquela vara, rebolar naquele pintão, então fui por cima e encaixei minha buceta fundo, até onde deu, comecei a remexer com movimentos sincronizado aos dele.
Nossa noite estava apenas começando e mais coisas foram surgindo porque nossa imaginação viajava por caminhos que nossos próprios sentidos e impulsos iam sendo desvendados.
Amante
"Você pulsa por dentro
onde os ventos são outros
onde outras me encontram
onde cenas me inspiram
Você me escorre pela perna
imenso
denso
completo".
denso
completo".
PS: Creio que escrevi em demasia.
















