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Foi só depois de um certo tempo de muita trepação é que descobri que ele tinha um apelido íntimo entre os amigos: "Jairinho Buceta". É verdade, mais daí eu ja sabia e tinha provado daquele macho delicioso e muito fodedor que fazia jus a esse codinome. Sorte a minha para o primeiro chifre colocado no meu marido tão cheio de si que nem imaginava que um dia fatalmente eu iria adornar sua testa homericamente com um fodaço digno de um apimentado filme pornô, numa silenciosa guerra de chumbo trocado, isto é: na mesma moeda, ou melhor com arsenal compatível para nenhum dos dois ficar na desvantagem. Na verdade ele era um bundão com seu egoísmo na cama, mais preocupado com sua performance sexual fora do casamento do que com sua fêmea "particular", porque, se sentia fortificado pelos conceitos intra muros dessa união.
Eu não pensava em vingança, aliás eu nem pensava nisso, apenas dava cordas ao meu desejo estancado por anos a fio. Eu buscava emoções, sexo, experiência com aquele homem tesudo e que me deixava fora de mim quando o avistava na loja de tapeçaria de sua irmã e seu olhar me comia salivante despindo-me e eu ficava excitada com isso.
Tinhamos hóspedes em casa e deixei meu marido tomando umas e outras com petiscos e precisei sair para uma compra rápida no supermercado, mas, antes disso passei na porta de um bar onde eu sabia ele estar na varanda jogando xadrez com alguém, e não tive erro, lá estava ele que largou tudo e veio correndo até meu carro. Seu olhar me queimava e perguntou.
— Onde você vai?
— Passei aqui pensando vê-lo rapidamente - sem disfarçar meu sorriso de alegria, sai para comprar alguma coisa.
— Ah, você não pode largar tudo e vir comigo, vamos sair por aí?
Apesar de querer tanto fiquei em dúvida, mas o desejo de estar com ele me dominou por completo que nem questionei.
— Tranca seu carro, e vamos no meu.
Assim que desci ele agarrou minha mão puxando-me de encontro ao seu corpo num beijo que me desestabilizou do chão, guiou-me para dentro do carro e senti que tudo estava para acontecer
Minha buceta ardia e melava, quando ele escorregou sua mão por baixo da minha saia e a tocou me fazendo derramar de tanta vontade de dar para o dono de tamanha tesão despertada em mim. Ali dentro a música tocava um ritmo frenético que tinha tudo a ver com nosso clima naquela tarde de sábado.>
Eu não buscava romance, paixão ou algo relacionado. Era sexo mesmo, carne, desejo, eu estava carente, atrasada no meu orgasmo reprimido.
— Gata delícia, posso levá-la para onde eu gostaria?
— Sim, eu vou com você.
Já no motel caminhamos loucos porta a dentro. Ele abraçado a mim guiou-me até a cama tirando-me a roupa na medida em que beijava e sugava as partes que iam gradativamente ficando nuas.

E.. tudo começou com uma certa selvageria quando ele jogou-me na cama e meteu sem rodeios aquela pica que mais parecia uma escultura de aço. Penetrou fundo e estocava sem intervalo e era de pica que estava carente, ele deve ter percebido quando pegou-me nos braços saiu da cama e levantou-me enquanto eu enlaçava com as pernas o seu quadril. Encostado na parede ele sustentava no alto meu peso sem esforço com seu corpo atlético de praticante do
Taekwondo e metia a vara sem dó, aquele adorável tarado por buceta, macho sem permeio que me deu o primeiro gozo nas alturas e me senti desfalecer erguida e amparada nos seus braços.
Passamos por pelo menos 2 horas no mesmo ritmo, só parando para tomar água de tão seca ficavam nossas bocas.
Ohh Jairinho Buceta, que delícia ao recordar daquele dia em que molhei boa parte do lençol com meu melzinho que era abundante e porque não dizer, bastante fora do meu habitual.
Depois desse fodão saímos felizes e sorridentes até o local do nosso ponto de partida, peguei meu carro fui ao super-mercado.
Como se fosse a dona de casa mais casta do mundo entrei pelo pequeno corredor que levava a área de serviço, guardei as compras e me encaminhei para a sala de estar com a xoxota arrombada, acho até que eu cheirava a porra.
Ele estava frente a televisão num animado papo com o hóspede, um parente seu.
Sentei-me ao seu lado e o fitei bem dentro dos olhos enquanto os meus contraiam, guardando esse segredo com um sentimento de satisfação comigo mesma e eu podia encará-lo sabendo que estávamos a partir daquele dia no mesmo nível de igualdade enquanto que, antes, eu o esperava ansiosa e sem tempo de espera até que ele voltasse de suas noitadas, compensado em seus anseios por vadiagens livres.

Poucos dias depois comecei a frequentar uma academia de Taekwondo e passei a ser uma brilhante aluna influenciada e alimentada por Jairo, meu padrinho no "batismo de fogo" nesse esporte e... no outro, desenvolvido e praticado conforme nossas fantasias.
Após nosso horário, dali rumávamos para o próximo motel onde depois de um delicioso banho a dois com direito a muita devassidão debaixo da água, praticávamos prazerosamente nossos melhores momentos do esporte corporal também regado a muito suor que era a "caceta na buceta".
Na academia, esse entretenimento com duas horas de treino foi por um bom tempo o álibi para nossos encontros plenos de desejo, sexo, orgasmos múltiplos com muito suor dessa nossa paixão.
Foi esse o substrato ou essência de um relacionamento (meu casamento) levado na mentira e traição, acobertado pela hipocrisia de uma instituição registrada em cartório como se tratasse de papéis de contrato da posse de um imóvel, enquanto, geralmente só uma das partes cumpre o pacto permanecendo submissa e com voz muda, senão... a casa cai.
Amante