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OBRIGADA!!!

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Hoje, neste domingo  24/11/2013 estou muito feliz com a contagem de um milhão [1.000.000] de leitores que passaram por aqui nesse espaço quando foi aberto exatamente no dia 16/06/2007 um pouco timidamente com a postagem da poesia de Chico Buarque tão apreciada por todos nós Folhetim , e vou comemorar de duas formas:
A primeira,  apresento algumas fotos minha para você ver que não sou tão bonita e nem tão feia, nem pornográfica e nem tão santa, porém, ousada, feminina. É assim que eu existo.


Sem dúvida somos flores
E depois um vídeo que tenho guardado em meus arquivos desde o ano de 2007, de uma moça bem sapequinha que convidei para se apresentar nessa festa de hoje.
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Amante


Preparando para  o vestibular em medicina na cidade do Rio de Janeiro essa garota do interior de Goiás,  18 anos,  de uma bem formada família,  enquanto descansa dos livros  relaxa no que lhe faz um grande bem e dentre outras coisas  gosta de bater uma siririca revelando que não tem mais nada de menina, ela já é sim uma mulher madura sexualmente, tesuda, com experiência, gostos definidos e ainda adora uma boa palmada na bunda para dar mais tesão e há de ser com tapas fortes como mostra no vídeo.

Boas provas garota, muito sucesso na sua vida e desejo também que tenha bom proveito com plenos prazeres na sua vida sexual.


Completando:  Há uma grande polêmica na cidade sobre a possibilidade da garota ter feito o vídeo por alguém de sua intimidade, talvez pelo namorado e ele ter tornado público sem seu consentimento.
Você, leitor, acha isso provável?
Você não acha que os gestos da moça foram por demais preparados com a intenção de estar fazendo cenas de um pornô caseiro   feito conscientemente ou ela foi ingênua em confiar na pessoa que filmou e publicou o vídeo nas redes sociais? Será que era essa  a intenção da estudante?

Dê a sua opinião.

Veja também neste mesmo site a estudante que mandou fotos íntimas por e-mail para seu namorado e quando o namoro acabou... olha o que moleque foi capaz de fazer em o Namorado Sacana 

ou clique na imagem abaixo.
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"O desejo de fazer sofrer o objeto sexual — ou o sentimento oposto, de sofrer pessoalmente — é a forma mais importante e frequente de todas" escreve Freud. Quem poderia totalmente afirmar que é totalmente alheio a elas? Os adultos, tal como as crianças, não são perversos poliformos? Os grandes sádicos (Gilles de Rais, no entanto companheiro de Joana d'Arc) acabam geralmante se fazendo apanhar. Pequenos e médios sádicos perversos (o divino marquês era um deles) conciliam, bem ou mal, o controle e a desinibição. São dos sádicos do terceiro tipo, inúmeros e anônimos, socializados que são os mais difundidos: chefetes que impõem o terror na oficina ou no escritório, certos professores, pais de familia que justificam uma extrema severidade pela moral, motoristas que levam o desejo de represálias até a vulúpia do acidente provocado etc. O calor do momento (a guerra, a revolução) e o rigor implacável das estruturas (todas as formas de totalitarismo) despertam — redespertam? — nas pessoas "comuns" as pulsões sádicas latentes a ponto de se poder falar legitimamente num contágio do sadismo. Quanto ao masoquismo — que fascinou a literatura sexológica do século XIX —, continua um enigma: qual é a culpa do masoquista de exigir punição?
Porque a aplicação do castigo é condição de atingir o orgasmo?
Deve-se pensar com Freud que o sádico e o masoquista formam um "par" (ativo-passivo) que remete a uma bissexualidade primordial? Ou, com Gilles Deleuze, que os dois papeis não são intercambiáveis? Seja como for, a menor cena doméstica faz com que se apresente as virtualidades sadomasoquistas dos protagonistas. Depois da crise vem a explicação: "Nunca te vi desse jeito. — Falei coisas que não são o que penso". Será suficiente?A briga revelou o segredo.


Trecho extraido do livro História da Vida Privada - Edição de Bolso

As fantasias sexuais sádicas tendem a ter origem na infância. A idade de início das atividades sádicas é variável, mas habitualmente ocorre nos primeiros anos da vida adulta. O sadismo sexual geralmente é um fenômeno cronico.
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A pulsão autopunitiva


Quando a pessoa procura meios para atingir a si mesma

Outros indivíduos sádicos compartilham seus impulsos sádicos com parceiros masoquistas, que sentem prazer (ou ao menos consentem) em sofrer dor ou humilhação. Este tipo de relação, onde as duas tendências se complementam, é denominada sadomasoquista.

Autopunição é quando alguém se impõe a si mesmo, movido por um sentimento de culpa.
Levando o cachorrinho submisso à passear na rua
Autopunição é quando alguém se impõe a si mesmo, movido por um sentimento de culpa.

O foco parafílico do Masoquismo Sexual envolve o ato (real, não simulado) de ser humilhado, espancado, atado ou de outra forma submetido a sofrimento. Alguns indivíduos se sentem perturbados por suas fantasias masoquistas, que podem ser invocadas durante o intercurso sexual ou a masturbação, mas não atuadas de outro modo. Nesses casos, as fantasias masoquistas em geral envolvem ser estuprado estando preso ou atado por outros, sem possibilidade de fuga.

Nem sempre é a dor física, mas sim a humilhação, a sensação de inferioridade e impotência.

Outros agem de acordo com seus desejos sexuais masoquistas por conta própria (por ex., atando a si mesmos, picando-se com alfinetes ou agulhas, auto-administrando choques elétricos ou automutilando-se) ou com um parceiro.


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Para quem viu Demi Moore fazendo um dos mais eróticos striptease do cinema não pode esquecer da beleza e sensualidade da atriz, uma mulher maravilhosa de muito talento e dona de um corpo que deixou o público encantado com sua beleza e performance libidinosa.



Na galeria de fotos abaixo alguma imagens de Demi Moore em poses quentes e algumas pornô, para a apreciação do leitor

Clique nas miniaturas para redimensionar e para voltar reinicie o navegador
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❤❤❤
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Você pode brincar online e fazer suas fantasias na xoxota dessa gata e dar a ela um intenso prazer..

Brincando assim de forma diferente com sua fêmea e com muita tesão ela vai gemer, ela vai gozar, faça ao seu modo com o  vibrador  que ela vai adorar, dê a ela esse prazer e você poderá também simultaneamente se masturbar e gozar juntinho com ela ouvindo seus gemidos. Experimente. .
 

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Vibrador em qualquer hora que quiser. Interessante.

Basta mover o mouse sobre o  pênis controlando  os movimentos de acordo com seu desejo, dê esse prazer a ela com seu jeito de vai e vem, ela vai gostar e você também. Experimente também, amiga, você vai poder criar suas próprias vibrações  e se deliciar com um intenso orgasmo.

Use suas fantasias.






Voltei pronta e perfumada do banho. Encontrei este bilhete de Pedro na minha cama:




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 Lambe-me as seios

desmancha-me a loucura

usa-me as coxas

devasta-me o umbigo

abre-me as pernas

 põe-nas nos teus ombros

e lentamente faz o que te digo: 

 





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Maria Teresa Horta nasceu em Lisboa, a 20 de Maio de 1937. Depois de ter frequentado a Faculdade de Letras, ingressou no jornalismo, tendo sido coordenadora, durante três anos, do suplemento “Literatura e Arte”, do jornal A Capital. A sua obra encontra-se marcada por uma forte tendência de experimentação e exploração das potencialidades da linguagem, numa escrita impetuosa e frequentemente sensual. Uma doce mulher com versos mais doces ainda…



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Embora se julgasse assexuada por sua própria condição de viúva, o tema erotismo é presença marcante em seus versos. Cora Coralina sente e enxerga o sexo em sua mais pura e natural eclosão. A forma como nos apresenta a libido vegetal e animal nos faz ver e, sobretudo, acreditar, no sexo natural, sem culpa, dogmas preconceito e tabus.

Aqui uma parte do poema erótico de Cora Coralina
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Cântico de Dorva

(excerto)
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Grita um bem-te-vi.
Dorva afunda no milharal.
 O ninho de Dorva.
A cama de Dorva
 de palha e folha
 na terra.
 Deixa-se
 cair sentada, deitada. 
Sobre seu ventre liso redondo
 desnudo, 
salta o macho. 
 Um ofego de posse 
tácito.
 Sexo contra sexo.
 Aquele cântico de Dorva, 
Aquele chamado – piado de fêmea: 
obscuro
 aflitivo 
 genésico 
instintivo veio vindo...veio vindo... 
Rugindo 
 chorando
 gritando 
apelando do fundo 
do tempo do fundo das idades.
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Considerada uma das principais escritoras brasileiras, ela teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 (Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais), quando já tinha quase 76 anos de idade.

Para ler o poema na íntegra de Cora Coralina, clique no link: Cântigo de Dorva em arquivo pdf
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