Masturbava várias vezes ao dia e o gozo vinha fácil sem nada a frustrar seu prazer solitário alimentado por fantasias repletas em detalhes, suas palavras e gemidos iam soando pelo ambiente em desabafos roucos acompanhados por movimentos agitados do quadril o corpo rolando pelos lençóis macios, abraçando os travesseiros e naquele êxtase se tocava lânguida, sem pressa, ao seu ritmo em movimentos circulares sobre seu clitóris inchado — o nome daquele homem emergido da memória soava repetidamente de seus lábios.
Brincava de segurar o gozo e quando o deixava fluir e conforme a intensidade, sentia escorrer um farto líquido quente que lhe saía de dentro junto com sua ardência escorrendo pela bunda, banhando o cuzinho embebendo o lençol de baixo enquanto o orgasmo rompia, agora impossível deter acompanhado daquelas contrações poderosas.
Não era sempre que seu gozo vinha molhado daquela forma, às vezes ficava no melzinho a escorregar por seu dedo médio.
Enquanto a consciência voltava do estado de torpor da "pequena morte", uma coisa ficou certa na sua mente: precisava estar com aquele homem causador de tamanha tesão daquela tarde que transformou seus desejos num incêndio, e, já foi maquinando um meio de vê-lo ainda nessa mesma noite. Era uma questão de urgência urgentíssima.
Lembrou-se então do telefonema recebido dele um pouco antes do almoço e procurando pelo identificador de chamadas encontrou seu nome.
Era evidente a atração que mantinham um pelo outro e a distância a percorrer era mínima, quase nada em comparação ao anseio de estar em seus braços lembrando dos beijos, daquelas fortes coxas, imaginando o sabor e o cheiro de macho que poderia emanar daquele corpão suado, visualizando mentalmente o cacete duro apontado em sua direção.
Foi ele que atendeu o telefone.
O desejo mútuo misturado a objetividade .... encontro marcado.
Era evidente a atração que mantinham um pelo outro e a distância a percorrer era mínima, quase nada em comparação ao anseio de estar em seus braços lembrando dos beijos, daquelas fortes coxas, imaginando o sabor e o cheiro de macho que poderia emanar daquele corpão suado, visualizando mentalmente o cacete duro apontado em sua direção.
Foi ele que atendeu o telefone.
O desejo mútuo misturado a objetividade .... encontro marcado.
Estava úmida e louca para dar, transar, chupar seu pau, rolar com ele na cama ou no chão, na grama, ou na lama. Desejava um encontro para o que der e vier, topava tudo, ela precisava disso. Necessitava do contato de um macho, sentir-se tocada com desejo e fúria, suas mãos massageando sua buceta quente, melar nos seus dedos. Desejava vadiar suas vontades estancadas numa entrega descarada, abrir-se sem brios, cometer delitos e com ele gozar, gozar muito, sentir sua porra quente lá dentro, bem no fundo.
.
.
E, quando se tocaram as coisas foram se desenrolando da forma esperada. Era delicioso estar com ele, cheirar seu corpo, procurar por seu pau e encontrá-lo duro, teso, latejante. não houve tempo para as preliminares, a coisa foi de rompante sofreguidão. Ambos ofegavam na medida em que se livravam das roupas, enfim nus. Os sabores buscados por bocas e línguas, a vontade de entrar como a de ser penetrada. O pau em direção a entrada, forçando, entrando... enterrando até ao cabo. Lá dentro uma febre "infernal" de tesão, o vai e vem constante, duro, estocando violentamente os quadris em cadência sincronizada com abundantes secreções, o orgasmo chegando... vem vindo... é agora... vem... vem mais assim... Mudou de posição e passou a cavalgá-lo, vai gritar, soltar bem alto o seu gozo sem vergonha, indecente, sem pudores, soltar-se para o orgasmo, foder e deixar-se foder desavergonhadamente com toda sua safadeza carnal.
Mais alguns segundos... E um grito ecoou entre paredes. Um grito longo, choroso e soluçante.
Chegou em casa, adentrou a sala onde jogou sua bolsa no primeiro sofá, percorreu o corredor que a levava até o quarto tirando os sapatos de saltos e em silêncio foi despindo peça por peça num striptease silencioso tendo como espectador apenas sua imagem refletida no espelho repetindo seus gestos.
Deitou-se em sua enorme cama abriu as pernas e começou a dedilhar sua buceta com o alvo no clitóris. Era sempre assim, acontecia da mesma forma. Era tomada de um tal bloqueio que sua entrega era apenas parcial. Não. Ela não gozou porque nunca alcançou tal prazer com nenhum homem na sua vida, seja no dedo, seja na língua ou no pinto.
Seu orgasmo era trancado a sete chaves dentro de seus próprios medos de entregar-se, dividir, multiplicar, de tornar-se caleidoscópica.
Mais alguns segundos... E um grito ecoou entre paredes. Um grito longo, choroso e soluçante.
Chegou em casa, adentrou a sala onde jogou sua bolsa no primeiro sofá, percorreu o corredor que a levava até o quarto tirando os sapatos de saltos e em silêncio foi despindo peça por peça num striptease silencioso tendo como espectador apenas sua imagem refletida no espelho repetindo seus gestos.
Deitou-se em sua enorme cama abriu as pernas e começou a dedilhar sua buceta com o alvo no clitóris. Era sempre assim, acontecia da mesma forma. Era tomada de um tal bloqueio que sua entrega era apenas parcial. Não. Ela não gozou porque nunca alcançou tal prazer com nenhum homem na sua vida, seja no dedo, seja na língua ou no pinto.
Seu orgasmo era trancado a sete chaves dentro de seus próprios medos de entregar-se, dividir, multiplicar, de tornar-se caleidoscópica.
Amante
.







