Ele conduziu-me pelo corredor e entramos em seu quarto de hotel, fechando a porta com o ombro ao mesmo tempo em que me agarrava num abraço louco, suas mãos descendo pela cintura abaixando minha saia até os joelhos apertando minha bunda puxando-me para si e em seguida tocou minha buceta enquanto alisava e apertava meu bumbum com a outra correndo pelo meu corpo parecendo possuir mil tentáculos a contornar-me. Parecia que tudo rodava na minha cabeça. Um desejo incomum tomou conta de mim eu estava loucamente dominada pelo tesão, o gosto dos seus beijos e o calor do seu corpo bonito e cheiroso.
Comecei a mordiscar seu pescoço enquanto desabotoava sua camisa descendo minha boca até seus mamilos, pois adoro chupá-los, é uma das minhas taras.
Seu pau estava duro e pulsando em minha barriga (ele era bem mais alto que eu).
Parou um pouco como se para olhar-me sem a saia e com a calcinha descida, então ele foi se ajoelhando aos meus pés e começou a passar a língua na minha xana de baixo para cima, virou-me de costas lambendo e chupando meu cuzinho - tudo era como se fosse um banquete que ele saboreava. Abaixei-me e ficamos lado a lado no mesmo nível, fui entrando com a mão por dentro de sua cueca enquanto abocanhava seu pau e o fiz sumir engolindo e sugando, sugando aquele sabor da cabeça do seu pau duro.
Em seguida ele colocou-me de 4 e começou novamente a chupar acertando em cheio meu clitóris passando a língua nele de um lado a outro e eu morta de tesão e vontade de tê-lo dentro de mim, gozar com ele de qualquer forma que até me esqueci da sua proposta em fazer-me gozar na sua boca, talvez pelo fato dele ter mudado o ritmo do movimento com a língua e também por que meu desejo era muito ardente pelo seu delicioso pau no momento. Eu queria era fuder mesmo.
Já estávamos nus, ele ficou de costas e deitei-me sobre ele montando em seu corpo cara a cara sentada e comecei a rebolar do meu jeito e acho que perdi o tempo nessa posição, meu corpo transpirava. Deslizávamos no nosso suor e olhando-me nos olhos ele dizia: «vem minha delícia safada, engole esse pau que é todo seu, para sua tesão. Goza quando quiser, não tenha pressa, quero ver você gozando para depois eu soltar meu leitinho nessa sua buceta que está pegando fogo minha putinha».
.
Nunca me caiu tão bem aquela frase que foi literalmente expressa.
Foi quando comecei a gozar, mexendo, mexendo, minha buceta se contraiu desencadeando em contrações violentas de prazer num gozo imenso infinito, ele por baixo me socava com movimentos no quadril e num gemido de prazer e alívio disse:"ahhh agora eu vou cachorrinha" e segurou-me pelos pulsos mudando de posição, ficando por cima prendendo-me no colchão de modo que fiquei sem reação com minhas mãos atadas pelas suas e ele socava, socava o pau dentro de mim profundamente até que senti sua porra jorrando quente até o útero, eu já não conseguia parar de fuder aquele macho delicioso e inesperadamente comecei ter outro orgasmo quando nem bem havia terminado o primeiro.
Jogados na cama ficamos em silencio por alguns momentos e nossa respiração foi aos poucos tomando o ritmo normal.
Aí bateu-me o cansaço da viagem e do dia, eu teria também que enfrentar o problema de adaptação do fuso horário, precisava descansar, mas não queria deixá-lo se, estava tão bom e após uma rápida ducha nos vestimos e saímos até meu hotel que era próximo, trocamos telefone na promessa de nos ver novamente o mais rápido possível.
Não sei se haverá mais um amanhã para nós mas, o que for será. Que foi muito prazeroso e gratificante estar com ele, foi. Valeu a pena, a vida é feita de momentos felizes e devemos vivê-los intensamente mesmo que seja um dia de cada vez.
E amanhã é outro dia: time is money.
Leia também a noite em que apanhei na bunda de um macho muiiito gostoso. Apanhado da bunda
Seu pau estava duro e pulsando em minha barriga (ele era bem mais alto que eu).
Parou um pouco como se para olhar-me sem a saia e com a calcinha descida, então ele foi se ajoelhando aos meus pés e começou a passar a língua na minha xana de baixo para cima, virou-me de costas lambendo e chupando meu cuzinho - tudo era como se fosse um banquete que ele saboreava. Abaixei-me e ficamos lado a lado no mesmo nível, fui entrando com a mão por dentro de sua cueca enquanto abocanhava seu pau e o fiz sumir engolindo e sugando, sugando aquele sabor da cabeça do seu pau duro.
Em seguida ele colocou-me de 4 e começou novamente a chupar acertando em cheio meu clitóris passando a língua nele de um lado a outro e eu morta de tesão e vontade de tê-lo dentro de mim, gozar com ele de qualquer forma que até me esqueci da sua proposta em fazer-me gozar na sua boca, talvez pelo fato dele ter mudado o ritmo do movimento com a língua e também por que meu desejo era muito ardente pelo seu delicioso pau no momento. Eu queria era fuder mesmo.
Já estávamos nus, ele ficou de costas e deitei-me sobre ele montando em seu corpo cara a cara sentada e comecei a rebolar do meu jeito e acho que perdi o tempo nessa posição, meu corpo transpirava. Deslizávamos no nosso suor e olhando-me nos olhos ele dizia: «vem minha delícia safada, engole esse pau que é todo seu, para sua tesão. Goza quando quiser, não tenha pressa, quero ver você gozando para depois eu soltar meu leitinho nessa sua buceta que está pegando fogo minha putinha».
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Nunca me caiu tão bem aquela frase que foi literalmente expressa.Foi quando comecei a gozar, mexendo, mexendo, minha buceta se contraiu desencadeando em contrações violentas de prazer num gozo imenso infinito, ele por baixo me socava com movimentos no quadril e num gemido de prazer e alívio disse:"ahhh agora eu vou cachorrinha" e segurou-me pelos pulsos mudando de posição, ficando por cima prendendo-me no colchão de modo que fiquei sem reação com minhas mãos atadas pelas suas e ele socava, socava o pau dentro de mim profundamente até que senti sua porra jorrando quente até o útero, eu já não conseguia parar de fuder aquele macho delicioso e inesperadamente comecei ter outro orgasmo quando nem bem havia terminado o primeiro.
Jogados na cama ficamos em silencio por alguns momentos e nossa respiração foi aos poucos tomando o ritmo normal.
Aí bateu-me o cansaço da viagem e do dia, eu teria também que enfrentar o problema de adaptação do fuso horário, precisava descansar, mas não queria deixá-lo se, estava tão bom e após uma rápida ducha nos vestimos e saímos até meu hotel que era próximo, trocamos telefone na promessa de nos ver novamente o mais rápido possível.
Não sei se haverá mais um amanhã para nós mas, o que for será. Que foi muito prazeroso e gratificante estar com ele, foi. Valeu a pena, a vida é feita de momentos felizes e devemos vivê-los intensamente mesmo que seja um dia de cada vez.
E amanhã é outro dia: time is money.
Leia também a noite em que apanhei na bunda de um macho muiiito gostoso. Apanhado da bunda
Amante





