“Teresa voltou para casa mais ou menos a uma e meia da manhã, foi ao banheiro, enfiou um pijama e deitou-se ao lado de Tomas. Ele dormia. Inclinada sobre seu rosto, na hora de aproximar os lábios, sentiu em seus cabelos um cheiro estranho. Mergulhou longamente as narinas. Ficou cheirando-o como um cachorro e acabou compreendendo: era um cheiro feminino, cheiro de sexo.” 



Trecho do livro "A insustentável leveza do ser"
Perto dele, a sexualidade é uma caixa que explode. 
Não conto tempo, não economizo calor
e não caibo nas roupas.
 Não há resistência.
 Sou dona do desejo e da vida. Faria sexo por horas. 
Migraria de motel em motel, rasgaria a
pele, publicaria a nudez.

 Perto dele, incêndios são comuns.

Erica Maria





Descubra qual é o modelo de vagina que você possui e saiba como cuidar melhor dessa região do corpo. As mulheres vivem preocupadas com a saúde da sua #região íntima e saber um pouco mais sobre ela nunca é demais. Com certeza, se pegam muitas vezes com um espelho observando essa área do seu corpo só para saber como ela é. São curiosidades comuns que passam nas cabeças não só delas, mas deles também, questões essas que nem sempre têm a ver com sexo.
Não existe uma vagina que seja mais bonita do que a outra ou que tenha mais funções do que a outra, mas, de fato, o que se sabe é que uma pode ser diferente da outra. Elas possuem formas diferentes e apesar de já terem existido alguns estudos sobre o assunto, até hoje ainda nunca existiu uma indicação do modelo de vagina que oferecesse um melhor #Desempenho sexual para a #Mulher.

Segundo a coach em relacionamentos Katia Damasceno, existem três tipos de órgão sexual feminino, que ela deu nomes muito curiosos inspirados em seus formatos. São eles: coração, borboleta e tocha olímpica.

Coração


As do tipo coração possuem uma vulva com grandes lábios que, por sua vez, escondem os pequenos lábios e o clitóris.

Borboleta

Já o tipo borboleta possui os lábios pequenos de tamanhos variados, podem ser irregulares, parecidos com asas de borboletas. Muitas vezes são tão grandes que chegam a incomodar a mulher, mas podem ser corrigidos através de cirurgias plásticas, se for preciso.

Tocha olímpica

As do tipo tocha olímpica são as que possuem um clitóris maior, mais exposto do que o normal.


Como cuidar da região intima feminina 


Segundo dois especialistas no assunto, os ginecologistas Élvio Floresti e Janete Vettorazzi, quanto menos produtos específicos a mulher usar para higienizar a sua região íntima, melhor será. Ou seja, basta usar um sabonete neutro – de preferência – junto com água corrente na hora do banho para ajudar a manter o equilíbrio do pH da mucosa da vagina – esse que a protege contra infecções, fungos e bactérias externas.

Outra contraindicação importante apontada pelos especialistas é o uso do absorvente intimo diário. Eles não permitem que o órgão respire, o que pode ocasionar problemas recorrentes na região.

 Lavando as calcinhas 


Se for lavar a calcinha na hora de tomar banho, tome cuidado ao deixá-la exposta no box na hora de secar, pois isso pode resultar em proliferação de fungos e bactérias que podem depois se alojar na sua região íntima.

 Segundo a ginecologista Ana Cristina Paixão, do Instituto Fernandes Figueira, do Rio de Janeiro, as peças íntimas femininas devem ser lavadas com água corrente quente e sabão neutro. Devem ser colocadas para secar no varal e de preferência, expostas ao sol ou passadas com o ferro. Depois devem ser armazenadas em locais frescos e arejados.

Fonte AQUI
Observação
Ao homem que não sabe o que fazer quando se depara frente a frente com uma buceta na cara. Ela não quer apenas lambidas, mas, que trabalhe com conhecimentos seu órgão chamado CLITÓRIS. Use a ponta da língua no seu botãozinho
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Clitóris


Na verdade, o chamado “orgasmo vaginal” é sentido na parte interna, mas ainda é obtido estimulando-se o clitóris.

Não existe "orgasmo vaginal"

Não há um "Ponto G" 

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Hipócrates, (460 a.C.-377 a C.) o pai da medicina, achava que as mulheres  tinham esperma e que elas precisavam ter orgasmos para reproduzir e para tanto que se tentasse o clitóris e essa teoria teve uma idade longa.

Assim na idade média, apesar da desconfiança da igreja, quanto a tudo ligado ao prazer, os médicos propunham tratamentos inesperados.
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A receita para que a mulher engravidasse era a seguinte:

—"Lubrifique o dedo com óleo perfumado, e friccione a vulva com movimentos circulares.’’

Segundo dois escritores da época Boccaccio e Chaucer, o apetite sexual das mulheres era bem maiores do que a dos homens.
De Roma a Londres os homens eram "lógicos", e as mulheres eram "lúbricas".

Sigmund Freud - o pai da psicanálise não entendia sobre a sexualidade da mulher e nem da sua anatomia genital.

A teoria freudiana sobre a sexualidade sempre foi uma pedra no sapato da psicanálise

"Afinal o que querem as mulheres?"

Como se faltasse algo a mulher Freud dizia: "A menina é diferente do rapaz, sendo inferior a este, privada como está desse pênis que lhe falta, de que tem "inveja" e de que não encontra senão um pálido sucedâneo no clitóris".

Ou então:"Uma mulher de verdade é capaz de transferir seus orgasmos do clitóris para a vagina".

Freud desenvolveu teorias poderosas e passou a explicar todo e qualquer fenômeno com base nelas. Ele errou redondamente sobre o futuro do mundo em que viveu.
Pois então hoje sabe-se que Sigmund Freud viveu de hipóteses e mesmo assim acertou poucas, principalmente no que toca as mulheres. Ele nem sabia do verdadeiro poder do clitóris e certamente nunca conseguiu um orgasmo de suas mulheres, mas, hoje muitas coisas foram desvendadas pela ciência e sobretudo pelas próprias  mulheres pois ninguém como elas conhecem seu corpo.
Aqui, uma semente do pêssego simbolizando o  clitóris
"Amor Veneris, vel Dulcedo Appelletur" Ronaldo Columbus
Para entender melhor sobre o clitóris veja o vídeo indicado  

O documentário inédito [veja no vídeo] “Clitóris, Prazer Proibido” explora o órgão cuja única função é proporcionar prazer às mulheres. Médicos, educadores sexuais, estudiosos do comportamento e mulheres em geral dão depoimentos sobre o tema.
Por séculos, o clitóris conseguiu a façanha de aparecer e desaparecer diversas vezes.
O primeiro anatomista a fazer referência a essa parte do corpo feminino foi Ronaldo Columbus, em 1559, quando o descreveu como a “cidade do amor”. “É um órgão lindo e muito útil - Amor Veneris”.
O clitóris é maior do que se pensa, e está ligado a todo orgasmo feminino
O filósofo francês René Descartes, 100 anos depois, achou que tivesse feito a descoberta. Para ele, sem o prazer clitoriano, as mulheres não se submeteriam à maternidade. Mas depois disso, o clitóris caiu no esquecimento por muitos anos, até que em 1884, George Cobald publicou uma série de desenhos que não poderiam mais ser negligenciados pela ciência.
Uma das entrevistadas no documentário é a médica Helen O´Connell, pesquisadora de Melbourne considerada uma das especialistas em clitóris. Ela explica o funcionamento do órgão e afirma que não há um "Ponto G". Segundo a entrevistada, o clitóris é maior do que se pensa, e está ligado a todo orgasmo feminino.
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O clitóris é a única parte do corpo cuja função exclusiva é proporcionar prazer. É estranho as mulheres acharem que sua sexualidade é mais restrita que os homens, pois o clitóris está lá só para proporcionar prazer.
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Estudo afirma que sistema químico-cerebral ligado à percepção do prazer é ativado quando se ouve música. Descoberta é essencial para a neurociência, afirmam cientistas. 

Música, sexo e drogas 
O mesmo sistema químico-cerebral que proporciona as sensações de prazer geradas pelo sexo, as drogas e a comida é essencial para experimentar o prazer gerado pela música, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (08/02) na revista científica "Nature".

"Esta é a primeira prova de que os opioides próprios do cérebro estão diretamente envolvidos no prazer musical", destaca Daniel Levitin, um dos autores do estudo, desenvolvido na Universidade McGill de Montreal, no Canadá.

Trabalhos anteriores do especialista e sua equipe chegaram a produzir mapas das áreas do cérebro ativados pela música, mas só havia sido possível levantar a suspeita de que o sistema opioide era responsável pelo prazer.

'Impressões fascinantes' 


Para a mais recente experiência, os cientistas bloquearam de maneira seletiva e temporária os opioides do cérebro com a naltrexona, remédio usado habitualmente em tratamentos para a dependência de drogas opiáceas e álcool.

Em seguida, eles mediram as reações dos 17 participantes do estudo aos estímulos musicais e constataram que até mesmo as músicas favoritas deixavam de gerar sensações prazerosas. "As impressões que os participantes compartilharam conosco depois do experimento foram fascinantes", diz Levitin.

Um deles disse que sabia que a canção que acabara de escutar era uma de suas preferidas, mas que não tinha sentido as mesmas sensações de audições anteriores. Outro comentou: "Soa bem, mas não me diz nada." Os pesquisadores consideram que os avanços no estudo da origem neuroquímica do prazer são fundamentais para a neurociência, já que muitas atividades prazerosas, como beber álcool e ter relações sexuais, podem causar dependência.


Por Deutsche Welle
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As velhas regras de como ser homem são chatíssimas: Homem não chora, homem não sofre por amor, não tem medo nem da morte. Homem também não geme. Nunca. Homem come, fode, mete, faz a mulher gemer, gritar, urrar, perder a força, até os sentidos, mas não geme. Só respira. Cerra os dentes e puxa o ar pelas narinas bem abertas, às vezes até espreme o olho, mas não deixa escapar vibrações vocais. 

Todo som emanado do corpo masculino não deve ser ouvido a mais de um palmo de distância da sua origem. Existe o medo de gemer e soar inadequado, inadequado como “um guaxinim sendo masturbado”, como alguém me disse certa vez, ou simplesmente medo de parecer feminino. Talvez passe pela cabeça do moço que essa transgressão deve desagradar a parceira. Digo “a parceira” porque resulta que o medo de quebrar essa e outras regras do antiquado “manual de como ser macho” afeta mais os héteros, afinal o que se assumiram homoafetivos já decidiram que sua vida não seria regida por tal lei. 

Com o medo de soar estranho, esses homens se esquecem que o esforço para reprimir o ar interno de sair vibrando pelas laringes, pode causar expressões muito mais inadequadas e monstruosas que um sussurro animalesco.

Gemidos são sinal de paixão, não em seu significado moderno e amoroso, mas da paixão que vem do latim, passado particípio de sofrer. Na gramática, quem sofre a ação não costuma ser o agente dela, e sofrer o prazer deixaria o homem na voz passiva, posição esta que, segundo o enfadonho manual, não deveria jamais ser ocupada por machos de respeito. 

Assim como no sexo, na língua portuguesa, a cada novo acordo ortográfico, alguns ficam perdidos sem saber como aplicar os acentos graves e agudos. Mesmo quando a mudança resulta a apenas na eliminação de regras engessadas, se encarregando de acabar com as consoantes mudas, uns tradicionalistas decidem ignorar o novo. Julgam ser uma troca vulgar. Outros hesitam porque ainda não sabem ao certo qual das regras é mais bem aceita por hora. Mas, aos poucos, nos adaptamos às mudanças.
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Tamanha é a energia gasta por alguns para suprimir os grunhidos, que arrancá-los é a prova de que o sujeito foi levado ao descontrole e, então, o gemido se converte em medalha de honra ao mérito para a extratora. 

Por sorte, vivemos em meio a essa transição de intransitivo para transitivo. No começo talvez os sussurros serão indiretos, tímidos e depois se tornarão cada vez mais diretos, usando adjuntos apenas para determinar intensidades, modos e lugares. 

É parte dessa mudança que homens se permitam expressar mais, e mais verdadeiramente, sentimentos como o medo, o amor ou o prazer. Muito mais próprio do homem natural (e gutural) que esconder os gemidos em função de uma pose social, é deixar-se levar pelo ritmo da transa, sem vergonha, emitindo todo e qualquer som que sair pulmão à fora.

Gemer nunca deve ser obrigação, de nenhum dos lados. Mas quando os sons afloram no peito, permiti-los significa ceder o controle. É deixar que a parceira te cause sofrimentos sórdidos, mundanos e deliciosos, e é admitir a cada respiração o quanto isso mexe com seu corpo inteiro.

Sussurrar, urrar, gritar, ou pedir baixinho, mas sem esconder vontades, é um ato sincero de permitir-se inteiro.


Cabriela Feola, Jornalista, viajante, apaixonada por músicas latinas e acredita que sexo deveria ser tão conversado quanto esportes. Escreve para Papo de Homem
Quero pintar uma rosa,
Rosa é a flor feminina que se dá e tanto
que para ela, só resta alegria de se ter dado.
Seu perfume é mistério doido, quando profundamente
aspirada, toca no fundo íntimo do coração, e deixa o
interior do corpo inteiro perfumado.
O modo dela se abrir em mulher é belíssimo.


Clarice Lispector



Mais perguntas, menos certeza


Obrigada natureza, por mais um movimento de translação. E a vida continua, sejamos luz.  Mudanças vem de dentro para fora, é disso que o mundo precisa.

Que a gente se preocupe menos com roupas e sapatos e passe mais tempo despido em momentos de carinho e intimidade.
Que venha um 2017 com mais perguntas e menos certezas.
Que venha um 2017 com menos planos e com mais plenitude.


Na área demarcada situa-se o triângulo


A geometria da intimidade está matematicamente demarcada dentro desse triângulo. A delimitação não é física. Eu sempre penso que a insinuação é bem mais excitante do que as atitudes explicitamente abertas, porque ela sutilmente atiça e sugere possibilidades de transcendência, não determina ações, mas induz a elas.

O ato em si já é uma consequência da coisa proposta meio a um  jogo de sedução, o que causa um efeito carregado de te(n)são e emoção.
Amante


Para o ano de 2017 darei um tempo neste espaço com uma boa pausa, até mais...  Foi um prazer ter sua companhia durante o ano. 💋💋

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Dizem que a noite todos os gatos são pardos. São? Eu não sei de fato, mas se forem; um rosnado de tigresa vale uma noite? Um rugido de leão é suficiente por uma pegada felina? E é isso mesmo que queremos, uma "pegada" e nada mais?

Antes de começarmos, façamos um esclarecimento; biologicamente, fisiologicamente falando, quem come é mulher, só para esclarecer, continuemos. 

Deixando a hipocrisia de lado, é obvio, que todos queremos uma noite deliciosa, um sexo inesquecível, um (a) amante à la “Kama Sutra”, e quem sabe uma chegadinha ao Nirvana... 

Mas, e quando ao acordar tudo isto que parecia “inimaginável”, torna-se um susto? E quando ele abre os olhos e se depara com um corpo (escultural sem dúvida alguma, desenhado por um pintor) mas totalmente estranho, e pior, o rosto mais estranho ainda? Quem diabos é essa mulher?

 E quando ela desperta do porre (todas as amigas estavam de porre, porque ela não?), num motel barato, num local horrível em todos os sentidos, ao lado de um homem (que foi “o comedor”, só para dar moral aos machos), que em suas rápidas e raras lembranças, se mostrou mais “ordinário” que aquele lugar imundo?

 Todos queremos os “Apolos” e “Afrodites” da vida, mas é só isso? Uma "trepada" e nada mais? Um oi, prazer, gozei e tchau? É isso mesmo? A liberdade traz consequências (ainda bem), seja para qual lado da estrada eu decida percorrer, e se quero só “umazinha” sem compromisso, essa é minha escolha e ponto, aqui vou eu. Mas também posso querer algo mais, posso querer não apenas um "sexo casual", uma "troca carnal", uma "trepada alcóolica"... 

E esse “algo mais” não é necessariamente um Romance à moda antiga, ainda que romântica inveterada eu seja, mas estou falando de EMOÇÃO, SENTIMENTO, SINERGIA, TROCA, ENERGIA... 

Estou falando do ficar emaranhado depois do sexo gostoso, de dormir abraçado (até porque, me perdoem homens, vocês adoram dormir depois de um sexo gostoso, e isso não é uma crítica, apenas uma constatação), conversar banalidades, falar sobre coisas sérias, fazer guerra de travesseiro, fazer cafuné, brincar com o rosto do outro, acariciar os lábios do outro, ou simplesmente não fazer nada, apenas ficar olho no olho, onde este nada pode ser quase tudo. 

Não ouso dizer que você só tenha um “sexo gostoso” com o “grande amor da sua vida” (romântica inveterada em ação), jamais, você pode ter alguns parceiros ao longo da sua vida, aliás, hoje é mais do que natural, a liberdade humana (sim, não é feminina é humana), permitiu que os seres evoluíssem e entendessem que nem sempre o seu 1º parceiro (a), será o seu único parceiro (a). 

O que de fato importa é; qual a EMOÇÃO que desejo ao acordar com um outro ser ao meu lado? Quando abro os olhos, qual a primeira imagem que quero ter e carregar para o meu dia? Quando desperto de uma noite de cansaço, de tormenta, de pesadelos ou mesmo de comemorações, qual o olhar que busco? Um olhar estranho, ou o olhar de alguém que me acolhe, me envolve, me cuida, me quer... 

Inúmeros estudos espiritualistas (não estou falando de religião, entendam a diferença), confirmam que é no momento do sexo que há a maior troca ENERGÉTICA possível entre um casal; que neste momento, os seres envolvidos estão “literalmente” se DOANDO e RECEBENDO o outro, não apenas em seus corpos, mas em suas ligações químicas. As Ciências explicam muito mais do que sequer podemos imaginar, quando o tema é EMOÇÃO!! 

Estejam "validados" ou não, eu fico com a “verdade” dos estudos; opto pelo olhar cuidador, carinhoso, atencioso, até por ter a CERTEZA que a troca entre um casal é um momento absolutamente mágico. Fonte:  © obvious 


A opção será sempre minha; acordar com um estranho no ninho, ou dentro do sorriso de um bem querer..







O homem só romantiza uma relação se houver um bom sexo com sua companheira

Durante os quase cinco anos que durou nosso relacionamento, de tudo que aconteceu entre nós, entre fatos bons, ruins, muito bons ou excelentes, somaram pontos positivos ainda que me sentisse subestimada por seu machismo, pela necessidade em ser o cabeça do casal tendo por regra estar agindo de forma ríspida e exigente em algumas situações e suponho que isso faria sentir-se o macho alfa, o que lhe dava a falsa sensação de superioridade e poder, injetando-lhe segurança, pois, era agindo assim que ele se sentia seguro de si mesmo como o grande e essencial ser poderoso na relação.
😉
Porém, entre altos e baixos, consegui driblar essa situação.

Ele foi um homem forte na minha vida. Forte em todos sentidos. Minhas melhores lembranças são dos momentos íntimos vindos de uma tesão desenfreada quando qualquer local à vista já nos servia para começar aquele fodão pleno, arrancando nossas roupas porque o bom mesmo era estarmos pelados, nus, nossa pele e o sangue fervendo..
Em qualquer circunstancia,  o desejo tomava conta fazendo com que a gente fodesse onde estávamos visto as urgências, quando saíamos do quarto para outras aventuras mesmo que dentro de casa, íamos para fora correndo pelo quintal, no jardim, na grama, debaixo da chuva, no sofá, no banheiro, dentro do carro, na sala de tv, no chuveiro. Tínhamos a fantasia de trepar na rua e um dia chegou a hora. Já era tarde da noite, não havia uma viva alma nas proximidades, de pé, escorados no carro ele ajoelhou-se levantando minha saia, afastou a calcinha e passou a me chupar a buceta, alcei minha perna sobre seu ombro para facilitar seu encaixe com sua boca quente, a língua molhada. Nossos gemidos sincronizados nos estimulavam mais ainda. Recostei no capô do carro, ele baixou as calças e meteu-me dentro sem dó, tamanha a sofreguidão, me fodia e eu a ele. Depois virou-me de costas, procurou meu cuzinho, gostei da ideia e já fui arrebitando a bunda, ele foi forçando a entrada lentamente mergulhando aos poucos dentro de mim até não sobrar nadinha pra fora enquanto dedilhava meu clitóris. Seu pau ficou totalmente enterrado dentro de mim e comecei a gozar com tamanha intensidade que me surpreendi, pois, enquanto ele socava o pau, meu cu contraia gozando junto com a buceta como se fossem um só órgão. Lágrimas de prazer minaram dos meus olhos.

Noite escura, só nós dois ali naquele silêncio liberando nossos gemidos um pouco abafados na escuridão.

Hoje, quando me lembro dele nessas circunstâncias, concluo que, tudo que vivemos juntos tinha um quê de exagero, mas, gostávamos dessas extravagâncias. Além da paixão e do amor, nosso lado de luxúria estava acima de tudo, era algo que não conseguíamos conter.

Resumindo, posso afirmar que em qualquer lugar que estávamos, estar com aquele homem cheio de vigor, sempre foi um céu pleno em delícias e luxúrias quando em seus braços, coberta de beijos era preenchida por aquele pau moreno de cabeça gorda e extremamente viril. Nada nos detinha, nem mesmo durante a menstruação, ele até gostava de ver minha xoxota em vermelho e quando retirava o cacete, olhava com prazer seu membro afogueado, encarnado e besuntado de nossas secreções meio a gotas da sua porra. É... a vida sexual também convive com esses dias, se possível, dentro de uma normalidade natural, faz parte do ciclo hormonal de uma fêmea em atividade sexual. ⏩Se a mulher não tiver o incômodo das cólicas menstruais, nada impede uma boa transa.
É como canta Rita Lee:
"Mulher é bicho esquisito
todo mês sangra,
Por isso não provoque 
 É cor-de-rosa choque"

Nunca minha calcinha foi retirada com tanta frequência como no tempo em que durou nossa relação, em qualquer oportunidade estávamos nós as voltas com o embaraço da calcinha e não sei quantas vezes a perdi para depois encontrá-la enrolada como um cordão aos pés da cama, entre lençóis, no chão do quarto, no vão do sofá, e dessa forma sem calcinha ele exigia, sim, exigia que eu dormisse sempre nua, nada mais do que seus braços ou sua mão repousada em minha xoxota mesmo enquanto dormia.

O dia em que nos separamos por razões que não vou expor aqui, fiquei sem chão, adoeci, não dormia bem, minha imunidade baixou e minha alma ficou doente ou quase morta. Forçar um desapego como me propus é como retalhar o próprio coração com agudos punhais numa longa e dolorosa sangria da própria alma.

Mas... em termos, fui superando e o que restou de mim foi uma grande vontade de continuar vivendo minha vida até com mais intensidade se eu me permitisse. E me permiti.


Passando a mão na buceta

Por baixo da minha calcinha, a tua mão faz 
desenhos: abismos, mar fundo, esquinas de língua 
onde se possa parar, casas de sêmen. 
Enquanto tudo acontece, meus gemidos devoram 
teu ar. 

Erica  de Paula


A maioria dos leitores quando buscam um site erótico ou apimentado, esperam ver imagens de preferência mostrando um caralho em ação socando uma buceta. Já recebi reclamações indiretas de leitor ao postar sexo oral na mulher alegando que faltou alguma coisa, como se sexo oral na mulher não fosse também uma ação completa.

Eles pensam que uma boa foda deve ser imperiosamente na base da caceta na buceta.

Socando na buceta
Eu também gosto de ver imagens de sexo, me excita e adoro sentir um pau dentro de mim. Mas nem sempre é esse o momento. Alguns mais limitados na cama até confessam que não sabem o que fazer com uma xoxota na cara, outros sentem nojo, alguns se vêem humilhados por estar entre as pernas da mulher trabalhando uma linguada no seu grelo enquanto levanta os olhos para ela. Imagina-se numa posição submissa e humilhante. Qq isso heim?

Sexo oral é mais uma modalidade e dá grande prazer tanto para o homem como para a mulher. Sentir a quentura de uma xana prestes a gozar, sua pulsação a umidade dela na boca, seu sabor aliado as contrações do orgasmo não tem preço.
Se você não sabe o que faz diante de uma puzzy próxima a sua boca, é simples: Não precisa ser um gênio, sua fêmea saberá dirigi-lo à um resultado satisfatório para ambos. Mas, não é para ficar só brincando de lamber a bichinha da forma como um leão com sua presa antes da mordida fatal. Lamber é bom, é o começo, mas a história continua, tem que levar a sério no clitóris, ele é o foco, é o que ela espera de você, enquanto isso experimente introduzir devagar um ou dois dedos dentro, nada de pressa, o tempo é um aliado dos dois.

Que tal um 69? já esqueci as vezes em que gozei simultaneamente com ele atarracado na minha faminta xereca e eu engolindo seu pau quase até o cabo com porra e tudo, isso mesmo.

Se o homem sabe chupar só nos resta gemer, contorcer e gozar na boca dele - ➽ esse sabe.

Depois dessa, ela vai querer se sentir atolada no seu pau. #Verdade. #Fato 💋

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Trecho do livro “A casa dos Budas Ditosos” escrito no feminino

"Hoje de tarde esteja na casa-grande velha, na hora em que minha avó estiver dormindo. Sozinho e não diga a ninguém."

Em todo caso, depois de marchar parado e esfregar as orelhas novamente, ele respondeu que ia, e eu senti uma cócega funda me subindo das coxas para a barriga. Senti muitas outras vezes essa cócega, até hoje sinto, mas nunca como nesse dia. Quando ele chegou, parou bem embaixo da arcada do salão, com aquele calção de saco de aniagem sem nada por baixo, vi logo que era uma ereção impetuosa, uma força irresistível forçando o pano quase no meio da coxa esquerda, e ele cruzou as mãos por cima, numa posição que agora eu talvez possa considerar engraçada, mas na hora não me pareceu. Senti a cócega na barriga outra vez, mas ao mesmo tempo não gostei.
Não sei direito por que não gostei, mas na hora achei que foi porque fiquei pensando em como era que aquele negrinho, aquele projeto de negrão, aliás, sabia que tinha sido chamado para sacanagem. E se eu quisesse somente pegar passarinhos, mostrar a ele os livros e lhe ensinar algumas letras do alfabeto? Só me lembro disso, embora tenha certeza de que muito mais se passou atropeladamente por minha cabeça, e meu fôlego ficou acelerado. Então veio o estupro, um inegável estupro.

Domingo, e o nome dele era Domingos. Rodei os olhos por aquelas paredes, apareceu na minha cabeça padre Vitorino na aula de catecismo, dizendo que domingo queria dizer o dia do Senhor, dominus vobiscum et cum spiritum tuum introibo ad altare Dei ite missa est, aqueles latins do outro mundo e pareceu que um redemoinho me pegou, meus olhos só viam em frente, meus ouvidos zumbiam, e eu falei, levantando a saia e baixando a calçola: — Chupe aqui.

  daqui a pouco eu consigo, é quase uma questão de honra, não vou ficar satisfeita se não disser , já razoavelmente emplumada e enfunada como um cavalo de combate, me senti poderosa, marchei para ele, apertei-o no meio das pernas e, mordendo a orelha dele, disse outra vez que ia contar a meu avô a ousadia dele.
Não me recordo do que ele respondeu de pronto, lembro que cuspiu para o lado e disse que aquilo não, nada daquilo. Curioso, tudo está vindo de volta como nunca antes. Lembro que olhei para baixo e vi no lugar geralmente designado por nomes ridículos sob os quais a realidade é disfarçada, vi o que eu tenho que dizer com todas as letras, porque de outro modo vou agir conforme tudo o que eu sou contra

Chupe aqui, disse eu, que não sabia realmente que as pessoas se chupavam, foi o que eu posso descrever como instintivo. Falei com energia e puxei a cabeça dele para baixo pela carapinha e empurrei a cara dele para dentro de minhas pernas, a ponto de ele ter tido dificuldade em respirar.

... acabou esguichando meu rosto e eu esfreguei tudo em nós dois
Não me incomodei, deixei que ele tomasse um pouco de ar e depois puxei a cabeça dele de novo e entrei em orgasmo nessa mesma hora e deslizei para o chão. A essa altura, ele já estava gostando e se empenhando e me encostei na parede de pernas abertas e puxei muito a cabeça dele, enquanto, me encaixando na boca dele como quem encaixa uma peça de precisão, como quem dá o peito para mamar, com um prazer enormíssimo em fazer tudo isso minuciosamente, eu gozava outra vez. Imediatamente, já possessa e numa ânsia que me fazia fibrilar o corpo todo, resolvi que tinha que montar na cara dele, cavalgar mesmo, cavalgar, cavalgar e aí gozei mais não sei quantas vezes, na boca, no nariz, nos olhos, na língua, na cabeça, gozei nele todo e então desci e chupei ele, engolindo tanto daquela viga tesa quanto podia engolir, depois sentindo o cheiro das virilhas, depois lambendo o saco, depois me enroscando nele e esperando ele gozar na minha boca, embora ninguém antes me tivesse dito como realmente era isso, só que ele não gozou na minha boca, acabou esguichando meu rosto e eu esfreguei tudo em nós dois.

João Ubaldo Ribeiro 1941/2014 é um dos mais importantes escritores brasileiros contemporâneos. Licenciado em Direito, fez o mestrado em Ciências Políticas na Universidade da Califórnia, e exerceu a profissão de jornalista. Viveu dois anos em Lisboa, regressando à sua ilha natal em 1983, onde reside. é  membro da Academia Brasileira de Letras.

Ele sabe de mim



Saudades daquele meu homem, do seu beijo carnal, safado, do seu caralho latejante, afoito, insaciável quando dentro de mim. Vontade daquele seu abraço total, comprimido, esfregado pela entrega da tesão.
Nada o fazia sossegar naquele momento em que possesso pelo desejo nunca conseguiu parar no meio do caminho. Ele queria a continuidade, me possuir até com uma certa agressividade em suas estocadas.
Vontades daquele seu jeito sabedor das minhas manhas e ele ia percorrendo meus caminhos com seus lábios, a língua deslizando, provando sabores, ele sabe de minhas reações, conhece meus gemidos, ele sabe fazer-me, que não basta apenas lamber minha buceta, que é preciso movimentar sua língua e endurecer meu grelo, suga-lo para que possa alcançar-me antes de enterrar-se dentro de mim, ele sabe como matar-me de prazer, pois, não é um macho pela metade, ele sabe fazer os temperos, me organizar, para valer seu caralho duro dentro de mim.

Agora vem todo e adentra desbravando-me a fenda, despeja seu desejo e encha-me com seu gozo, deleite-se entre minha pernas.





A ideia do homem como superior à mulher em todos os sentidos foi absorvida pelas leis e costumes das antigas civilizações do Oriente Próximo. 

A mulher se tornou primeiro propriedade do pai, depois do marido e em seguida do filho.
A Igreja desenvolveu horror aos prazeres do corpo, e as pessoas que se abstinham e optavam pelo celibato eram consideradas superiores.
Quando a Igreja Cristã, solidamente baseada em fundações hebreias, tomou conta do mundo ocidental como sucessora de Roma, os relacionamentos social e sexual ficaram fossilizados no âmbar do costume hebreu antigo. Aos preconceitos do Oriente Próximo os pais da Igreja acrescentaram os seus. O sexo foi transformado em pecado e a homossexualidade em um risco para o Estado. 
Para os padres da Igreja o sexo era abominável. Argumentavam que a mulher (como um todo) e o homem (da cintura para baixo) eram criações do demônio. O sexo era “uma experiência da serpente” e o casamento “um sistema de vida repugnante e poluído”.

Notáveis pensadores cristãos como Tertuliano, Jerônimo, Agostinho, juntamente com São Paulo, deixaram as mais duradouras impressões em todas as idéias cristãs subsequentes sobre o sexo. Eles eram homens que haviam levado ativa vida sexual antes de se converterem ao celibato, e que depois reagiram com total repulsa ao sexo. 

Foi Agostinho quem disseminou o sentimento geral entre os padres da Igreja de que o intercurso sexual era fundamentalmente repulsivo sujo e degradante . Metódio de indecoroso, Jerônimo de imundo, Tertuliano de vergonhoso. Entre eles havia um consenso não declarado de que Deus devia ter inventado um modo melhor de resolver o problema da procriação. Agostinho, posteriormente, concluiu que a culpa não era de Deus e sim de Adão e Eva. 

A Igreja desenvolveu horror aos prazeres do corpo, e as pessoas que se abstinham e optavam pelo celibato eram consideradas superiores. Mateus disse: “homens se farão eunucos voluntários”. 


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Texto de Regina Navarro Linsuma psicanalista e escritora brasileira. Também é palestrante em assuntos como relacionamentos afetivos e sexualidade. Autora de onze livros sobre relacionamento amoroso e sexual. Foi professora da cadeira de Psicologia e Comunicação, do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio, quando criou a cadeira de Dinâmica de Grupo.

Charles Bukowski foi um poeta, contista e romancista estadunidense nascido na Alemanha. Sua obra, de caráter inicialmente obsceno e estilo totalmente coloquial, com descrições de trabalhos braçais, porres e relacionamentos baratos, fascinou gerações que buscavam uma obra com a qual pudessem se identificar.Teve, como principais influências, Fiódor Dostoiévski, pelo pessimismo, e Ernest Hemingway, pelas frases curtas, jeito simples de escrever.
O telefone tocou naquela noite. Era Mercedes. Tinha conhecido ela numa leitura de poesia em Venice Beach. Ela tinha uns 28 anos, corpo interessante, ótimas pernas. Loira, de um metro e sessenta e poucos, olhos azuis. O cabelo era longo e ligeiramente ondulado. Fumava o tempo todo. Sua conversa era chata, seu sorriso estridente e falso quase sempre.
Tinha ido para a casa dela depois da leitura. Ela morava em frente ao deque, num apartamento. Toquei piano, ela bongô. Apresentou um garrafão de Montanha Vermelha. E uns cigarros. Fiquei muito bêbado para ir embora. Dormi lá, me mandei de manhã.

- Olha – disse Mercedes -, eu trabalho perto da sua casa agora. Quem sabe eu poderia dar uma passada aí pra ver você.
- Tudo bem. Desliguei.
Quinze minutos depois Mercedes apareceu. Vestia minissaia bem curta, sandálias e uma blusa barriga de fora. E brinquinhos azuis.
- Quer maconha? – perguntou.
- Claro! – respondi. Ela tirou o fumo e as sedas da bolsa e começou a enrolar uns baseados. Abri uma cerveja e ficamos no sofá, fumando e bebendo.
Não falamos muito. Fiquei bolinando as pernas dela.
Bebemos e fumamos por um bom tempo. Por fim, tiramos a roupa e fomos para cama. Primeiro Mercedes, depois eu. Nos beijamos. Fiquei sassaricando aquela boceta. Ela pegou no meu pau. Montei nela. Ela mesma meteu meu pau lá dentro. Era bem apertadinha. Fiquei brincando um pouco. Colocava e tirava, colocava e tirava, só a cabeça. Daí, devagarinho, enfiei até o cabo. Sem pressa. Meti com força umas quatro ou cinco vezes. Ela gemia, com a cabeça apoiada no travesseiro. Maneirei e fiquei só bimbando de leve.

Noite abafada, os dois suando muito. Mercedes estava doida de cerveja e maconha. Resolvi que o final seria esplendoroso, ia mostrar-lhe umas coisinhas.
Continuei chacoalhando. Mais cinco minutos. Mais dez. Não conseguia gozar. Comecei a fraquejar. Fiquei mole.
Mercedes não gostou:
- Continua! – pediu. – Ah, continua, baby!
Não deu mesmo. Rolei pro lado.
O calor estava insuportável. Enxuguei o suor com o lençol. Podia ouvir meu coração bombando. Soava triste. No que Mercedes estava pensando?
A vida me fugiu, meu pau murchava.
Mercedes virou seu rosto para mim. Beijei-a. Beijar é mais íntimo que trepar. Por isso eu odiava saber que as minhas mulheres andavam beijando outros homens. Preferia que só trepassem com eles.
Continuei beijando Mercedes. E já que beijar era tão importante para mim, tesei de novo.
Montei nela, sôfrego, aos beijos, como se vivesse minha última hora na terra.
Meu pau deslizou dentro dela.
Agora eu sabia que ia dar certo. O milagre seria refeito.
Ia gozar na boceta daquela cadela. Ia inundá-la com meu sumo e nada que ela fizesse poderia me deter.
Era minha. Eu era um exército conquistador, um estuprador, o senhor dela. Eu era a morte.

Trecho do livro Mulheres de H. Charles Bukowski Jr.


Tempos atrás, exatamente em novembro de 2012 fiz uma postagem com o título  O maior pênis do mundo , pois, achei curiosa e interessante  visto que a notícia estampava em várias páginas da internet então quis divulgá-la em meu espaço para mostrar aos leitores e ao mesmo tempo obter deles suas impressões, afinal, acredito que todo tema que envolve a sexualidade das pessoas seria por bem ser abordado aqui.
Pois acertei em cheio pelo fato de que até hoje é a página mais visitada do blog com um total de  415.000 mil visitantes conferido hoje. Agora vamos à notícia dessa semana,  lembrando que estamos em outubro de 2016. O cidadão abaixo levou a pior por não ter prevenido sua casta noiva de que possuía um pênis de dimensão descomunal e por isso foi parar no hospital quando sua esposa avistou seu grande pênis. A imagem que ilustra a postagem com um pau quase nos joelhos não é a do jovem da história,  porém imagino que deva estar bem próximo do nosso personagem. Boa leitura. 

Virgem se assusta com ‘dote‘ do marido e o golpeia
 com garrafa de vinho  na lua de mel
Ao que tudo indica, a mulher quebrou uma garrafa de vinho na cabeça de seu marido, ao se assustar com o tamanho de seu pênis. 

Não é de hoje que muitos homens pelo mundo desejam ter um membro avantajado, buscam informações, pesquisam, tudo para que seu ego se mantenha sempre acima, isso porque homens em geral tendem a querer se mostrarem superiores, achando por exemplo que as mulheres preferem "um brinquedo" maior.

Um fato curioso aconteceu na África do Sul e está chamando a atenção de todos, uma recém casada bateu em seu futuro marido, ao perceber que seu membro era muito grande, a pequena cidade de Cofee Bay ficou em pânico quando soube da história. 

Ao que tudo indica a mulher quebrou uma garrafa na cabeça de seu marido, ao se assustar com tamanho de seu pênis. Segundo ela, o órgão mais parecia com um pepino. O marido disse que estava correndo tudo bem, porém, quando tirou a cueca, a mulher gritou, mordeu sua orelha e apertou suas partes íntimas.

É importante lembrar que, antes do casamento, os dois ainda não tinham tido, qualquer tipo de relação íntima, Mnombo Madyibi, de 32 anos, contou ao Daily Star, que, antes que ele pudesse perceber, a moça já pegou a garrafa de vinho e começou a bater em sua cabeça, e ainda tentou sufocá-lo com urso de pelúcia que ele tinha dado a ela.
Negão pausudo - o Anaconda
Os hóspedes do local chegaram a acordar com os gritos, vindos do quarto do casal. Mnombo disse que estava com problemas financeiros, e que pagou mais barato em um quarto para lua de mel, e acha que esse foi o motivo, de tanta raiva da moça. Após todo o ocorrido, os dois procuraram um psicólogo de casal, ele deu queixa por agressão, e ainda brincou que nunca tinham ouvido falar em diminuição peniana, mas sim só aumento.

 A história parece louca, mas, segundo informações, tudo realmente aconteceu. O que muitos homens buscam, Mnombo procura o contrário. Segundo estimativas, homens têm, em seu psicológico, o pensamento de que "quanto maior, mais vai impressionar a parceira", mas vale lembrar que existe gosto para tudo, e se você não nasceu "dotado", em algum lugar do mundo terá um mulher certa te esperando, afinal todos têm o seu par perfeito.


A postagem original está AQUI






Porque em meus lábios ainda perdura o sabor dos seus.

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.. já tão perto que te sinto o vicio num gosto de vinho aberto
Para meu homem real, que me toca e arrepia a pele, que me beija e me possui afoito em madrugadas quentes quando provamos gostos e cheiros da nossa carnalidade.

Para meu macho que me percorre cada canto, ciente e seguro de que sempre encontrará um porto seguro na fenda entre minhas coxas, onde sacio sua sede que me mata de delírio enquanto me incendeia e faz arder.

Meu amante sabe que se encostar em mim, vai de novo  me inventar e multiplicar.  Ele sabe.

Hoje tentei escrever algo para estar mais próxima, enquanto não posso olhar seus olhos, beber de seus lábios e ouvir seus gemidos roucos, mesmo sabendo que muito do seu ser ainda fervilha com vida dentro de mim. 
Mas. meu poema ficou embargado, sem palavras e sem rimas.

Para ELE, meu poema retido.


Só sei que fiquei sem os versos para meu poema.
Queria apenas falar dessa saudade
que de tão viva
roubou-me as palavras que
tenho buscado
__letra
_______por
______________letra
para dizer com mais leveza
e sem que me doa tanto...
a falta que você me faz.
Parece até
que o tempo parou e
não me sai uma frase sequer,
sempre que me proponho a escrever.

Amante


O sexo oral para a  Amante é algo sagrado, pois, dar prazer dessa forma é sublime.
Aos seus pés sou uma deusa
Mergulho numa viagem sem hora para voltar, vou percorrendo caminhos numa lentidão calculada, no tempo necessário até chegar entre suas pernas rastejando ao volume central do seu corpo, onde mora seu maior prazer que também é meu. É ali o foco da força de toda nossa intensidade, é ali a fonte dessa febre que nos queima levando-nos à uma onda de luxúria sem hora de parada entre os balanços da nossa libidinagem, onde nossa sede tem o gosto salgado de suor.

É pelas trilhas das conexões de sua virilha que faço uma pausa liberando meu desejo de cheirar, lamber, chupar e comer do seu sabor, recolher suas primeiras gotas de tesão com a ponta da língua, para depois afundar meu rosto em tudo aquilo que vejo, percorrendo por todos contornos do que se eleva teso ante meus olhos, nas veias saltadas, pêlos, testículos, sentindo seu crescer teimoso invadindo minha boca, preenchendo e que eu tão faminta vou sugando seu pulsar enquanto ouço seus gemidos que me estimula e endoidece.

Para tanto,  me espojo aos seus pés, porém,  sem nunca e jamais me sentir apequenada, pois é nesse momento sou grande por vê-lo a deriva, perdido e vulnerável pelo gozo suscitado da nossa lascívia compartilhada.


Amante

Se você quiser......
"Empurra a tua espada
no meu ventre
enterra-a devagar até ao cimo
que eu sinta de ti a queimadura
e a tua mordedura nos meus rins
deixa depois que a tua boca
desça
e me contorne as pernas de doçura"

Maria Teresa Horta