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Fodendo pelos quatro cantos


O homem só romantiza uma relação se houver um bom sexo com sua companheira

Durante os quase cinco anos que durou nosso relacionamento, de tudo que aconteceu entre nós, entre fatos bons, ruins, muito bons ou excelentes, somaram pontos positivos ainda que me sentisse subestimada por seu machismo, pela necessidade em ser o cabeça do casal tendo por regra estar agindo de forma ríspida e exigente em algumas situações e suponho que isso faria sentir-se o macho alfa, o que lhe dava a falsa sensação de superioridade e poder, injetando-lhe segurança, pois, era agindo assim que ele se sentia seguro de si mesmo como o grande e essencial ser poderoso na relação.
😉
Porém, entre altos e baixos, consegui driblar essa situação.

Ele foi um homem forte na minha vida. Forte em todos sentidos. Minhas melhores lembranças são dos momentos íntimos vindos de uma tesão desenfreada quando qualquer local à vista já nos servia para começar aquele fodão pleno, arrancando nossas roupas porque o bom mesmo era estarmos pelados, nus, nossa pele e o sangue fervendo..
Em qualquer circunstancia,  o desejo tomava conta fazendo com que a gente fodesse onde estávamos visto as urgências, quando saíamos do quarto para outras aventuras mesmo que dentro de casa, íamos para fora correndo pelo quintal, no jardim, na grama, debaixo da chuva, no sofá, no banheiro, dentro do carro, na sala de tv, no chuveiro. Tínhamos a fantasia de trepar na rua e um dia chegou a hora. Já era tarde da noite, não havia uma viva alma nas proximidades, de pé, escorados no carro ele ajoelhou-se levantando minha saia, afastou a calcinha e passou a me chupar a buceta, alcei minha perna sobre seu ombro para facilitar seu encaixe com sua boca quente, a língua molhada. Nossos gemidos sincronizados nos estimulavam mais ainda. Recostei no capô do carro, ele baixou as calças e meteu-me dentro sem dó, tamanha a sofreguidão, me fodia e eu a ele. Depois virou-me de costas, procurou meu cuzinho, gostei da ideia e já fui arrebitando a bunda, ele foi forçando a entrada lentamente mergulhando aos poucos dentro de mim até não sobrar nadinha pra fora enquanto dedilhava meu clitóris. Seu pau ficou totalmente enterrado dentro de mim e comecei a gozar com tamanha intensidade que me surpreendi, pois, enquanto ele socava o pau, meu cu contraia gozando junto com a buceta como se fossem um só órgão. Lágrimas de prazer minaram dos meus olhos.

Noite escura, só nós dois ali naquele silêncio liberando nossos gemidos um pouco abafados na escuridão.

Hoje, quando me lembro dele nessas circunstâncias, concluo que, tudo que vivemos juntos tinha um quê de exagero, mas, gostávamos dessas extravagâncias. Além da paixão e do amor, nosso lado de luxúria estava acima de tudo, era algo que não conseguíamos conter.

Resumindo, posso afirmar que em qualquer lugar que estávamos, estar com aquele homem cheio de vigor, sempre foi um céu pleno em delícias e luxúrias quando em seus braços, coberta de beijos era preenchida por aquele pau moreno de cabeça gorda e extremamente viril. Nada nos detinha, nem mesmo durante a menstruação, ele até gostava de ver minha xoxota em vermelho e quando retirava o cacete, olhava com prazer seu membro afogueado, encarnado e besuntado de nossas secreções meio a gotas da sua porra. É... a vida sexual também convive com esses dias, se possível, dentro de uma normalidade natural, faz parte do ciclo hormonal de uma fêmea em atividade sexual. ⏩Se a mulher não tiver o incômodo das cólicas menstruais, nada impede uma boa transa.
É como canta Rita Lee:
"Mulher é bicho esquisito
todo mês sangra,
Por isso não provoque 
 É cor-de-rosa choque"

Nunca minha calcinha foi retirada com tanta frequência como no tempo em que durou nossa relação, em qualquer oportunidade estávamos nós as voltas com o embaraço da calcinha e não sei quantas vezes a perdi para depois encontrá-la enrolada como um cordão aos pés da cama, entre lençóis, no chão do quarto, no vão do sofá, e dessa forma sem calcinha ele exigia, sim, exigia que eu dormisse sempre nua, nada mais do que seus braços ou sua mão repousada em minha xoxota mesmo enquanto dormia.

O dia em que nos separamos por razões que não vou expor aqui, fiquei sem chão, adoeci, não dormia bem, minha imunidade baixou e minha alma ficou doente ou quase morta. Forçar um desapego como me propus é como retalhar o próprio coração com agudos punhais numa longa e dolorosa sangria da própria alma.

Mas... em termos, fui superando e o que restou de mim foi uma grande vontade de continuar vivendo minha vida até com mais intensidade se eu me permitisse. E me permiti.

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