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Sexo do lado de lá

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A Malaysia é um país do Sudeste Asiático e é dividido basicamente em 2 grandes porções de terra, separadas pelo Mar do Sul da China. Uma é limitada, ao norte, pela Tailândia e a sul por Cingapura e a outra é toda limitada pela Indonésia, de oeste a leste.
O povo malaio consiste de uma mistura de chineses, malaios, indianos, orang asli (povo aborígine).
Kuala Lumpur Hotel - Kuala Lumpur - Malaysia

O que fazia eu e mais duas amigas nesse fim de mundo?

A liberdade e o espírito aventureiro nos levou até lá para uma passagem de uma semana antes de irmos à Hong Kong num roteiro turísco traçado por nós mesmas, sem horário de chegada e saída.

Conhecer o homem malaio ah... que expectativa excitante. Rolar na cama com um deles poderia ser uma possibilidade. Como seria o temperamento sexual deste homem? Como seriam seus toques? Qual seria seu jogo e táticas no amor?
No restaurante onde jantávamos pude experimentar a culinária regional, uma comida exótica que fica na combinação entre a cozinha chinesa e indiana. São geralmente pratos picantes, usam bastante o curry. Alguns com muuuita mas, muita pimenta e pude perceber também um sabor adocicado misturado a canela.

Mas, o prato mais exótico que observei foi o olhar insistente de um homem na mesa da frente. Moreno na sua característica asiática um sorriso envolvente, dentes alvos, lábios que me sugeriam beijos quentes e molhados.
Após o jantar minhas amigas e eu sentamos numa sala de estar para um café e bater um descontraido papo.

Mais uma vez vejo aquele homem numa poltrona vermelha ao meu lado. Aquela figura de homem já tinha sabor de uma deliciosa sobremesa quando o garçom trouxe numa bandeja três cálices de licor que vinha da direção daquele olhar instigante. Agradeci mergulhando quase que literalmente nos olhos dele.
O licor? Aphrodope, bem sugestivo, (puro feitiço), pois bem.
Convidei-o a sentar-se ao meu lado e ele veio pegando minhas mãos e beijando.
Um leve, levíssimo cheiro amadeirado emanou do seu corpo. Lembrei-me do "Patchouli" um óleo perfumado derivado de um arbusto indo-malaia e que eu já conhecia. A música ambiental era essa: (sugiro que ouça num volume baixo como fundo.)

video
Num inglês com sotaque começamos a conversar e num curto espaço de tempo ele já me chamava de "minha princesa". Uauuu me apaixonei num instante.
Ele era malasiano com descendência chinesa por parte do pai. Seu mundo de negócios era em Hong Kong no setor empresarial e estava em Kuala Lumpur participando como congressista do mesmo ramo.
Para poupar tempo não vou descrever os pormenores do jogo de sedução que nos envolveu e que nos levou até seu apartamento no mesmo hotel.
Ali dentro acabaram-se as barreiras étnicas, sociais e íntimas. Seus grandes braços me levantaram ao alto ao mesmo tempo em que beijávamos sofregamente sem freios dando cordas a nossa tesão. Senti seu pau durão e teso acima de meu púbis e ele curvando o ventre para frente esfregava aquilo tudo na minha testinha e minha xoxota começou a arder de tesão babando escorrendo uma quentura no fundo da minha calcinha de renda branca.
Sem permeio, obedecendo desenvergonhadamente seus instintos, ele, afoito ou... aflito foi tirando suas roupas enquanto arrancava-me a calcinha e, assim que me viu livre dela abriu-me as coxas com ambas as mãos acariciou minha buceta, olhando e cheirando demoradamente em seguida ajoelhou-se na cama e sua boca desceu quente numa linguada tão teimosa e com tal ritmo que levou-me as alturas. Ele insistia no meu clitóris latejante. Meus gemidos foram gradualmente aumentando enquanto ele, sábio desse momento feminino, insistia... teimava sem pressa.

Temendo que meu orgasmo demorasse a vir e ele se cansasse em vão, tentei me esquivar. Mas ele percebendo, não me obedeceu agarrando-me firme e disse que adorava chupar uma xana até sentir o gozo na sua boca e era isso que lhe dava mais prazer e que ficaria com a boca grudada nela a noite toda enquanto durasse minha tesão com desejo de gozar. Meu corpo tremia, minhas pernas também. Concentrei nos seu movimentos no clitóris, centrei-me na onda que levava à explosão do meu orgasmo, por alguns instantes silenciei fechando os olhos, o corpo tremia, comecei a sentir aquela sensação delirante da aproximação do gozo e ele veio juntamente com um incontido, longo e desvairado grito de desabafo. Mal terminei ele chegou por cima e enterrou sua pica no restinho do meu gozo  metendo pra valer, compassadamente, mas ele não gozava e senti uma grande vontade de tê-lo na minha boca. Mudei de posição abocanhei com gana e fui chupando... lambendo... sugando e babando naquele pau lindo, moreno de uma cabeça gorda e tesuda.
Ele começou a passar o dedo no meu cuzinho ao mesmo tempo em que disse que queria muito come-lo, que adorava também um rabinho. Maliciosamente fiz charme olhando seu pau e avaliando o tamanho para ver se eu tinha coragem. Sim, seu pau era daqueles médios passando para grandinho e fui aceitando a ideia. Vou dar a bundinha para ele, ah se vou...

Começou chupando meu cuzinho deliciosamente depois passou o dedo na minha buceta melada espalhou na região dele fazendo massagem entrando na "portinha", brincando de entra e sai ao mesmo tempo em que bolinava meu clitóris até que fiquei completamente relaxada, lambuzada, quente e com vontade daquele pinto dentro de mim novamente.
Foi entrando vagarosamente, comecei a rebolar de tão gostoso que estava. Senti seu corpo quente, transpirava ofegante de tesão e ele já estava com o cacete enterrado no meu rabinho quase virgem.
Eu não conseguia parar de rebolar e sem dúvida estava sendo o melhor anal da minha vida. Ele acelerou um pouco mais os movimentos e seus gemidos aumentaram, foi metendo mais e senti seu jato bem lá dentro. Foi bom demais, mas, para ele foi ainda melhor porque aquele momento foi mais dele.
Terminado nos acalmamos. Tomamos uma ducha prazerosa e meu carinhoso homem fez questão de me passar sabão por todo corpo, lavou minha xoxota, o cuzinho, beijou meu corpo com gestos repetidos e teimosos de querer mais.

Depois da minha viagem por aquelas bandas, cheguei a conclusão de que em qualquer lugar do mundo a libido com uma boa trepada tem os mesmos impulsos com linguagem corporal coerente entre homem e mulher. Aquele homem  era um muçulmano comia uma mulher divinamente e ainda dava-lhe prazer. Certamente não era nem um pouquinho ligado ao radicalismo religioso que reprime a satisfação sexual da mulher. Ele era um homem moderado e que se completava com os prazeres mútuos. Vivia no seu tempo.

Quando comentei sobre a forma com que fizemos sexo e a relação com os conceitos religiosos dos muçulmanos ele respondeu:

"Ser um bom muçulmano é também fazer um bom sexo"

Amante

6 comentários:

  1. Delícia de texto... era para ficar de pau duro ou só para ler???
    Ser um bom mineiro é também fazer um sexo delicioso!!!
    Lamber o cuzinho da mulher é ótimo começo!!!!

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    1. PDR

      É para ler e se puder, ficar duro até o fim rsrs
      A lambida no cuzinho é uma consequência prazerosa para alcançar o objetivo e não um fim.

      É sempre bom receber sua visita. Beijo

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  2. Muito bom...cheio de tesão o texto...realmente a parte da lambida no cuzinho...ui...adoro ...

    A pergunta é...conta ou realidade?

    hahahaha

    Beijossssssss...

    Ps: Adorei o novo layout

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    1. Hot Spot

      Foi uma deliciosa realidade.

      Eu também gostei do layout, template premium, paguei por ele.

      Obrigada pela visita. Bjs

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  3. "Sexo do lado de lá"...em todos os sentidos e prazeres ;-)

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    1. Sim madagastar2013, literalmente não é mesmo? ;)

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