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Anastásia perde a virgindade

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Trecho do livro 50 tons de cinza

"Anastasia é uma jovem de vinte e um anos independente, estudante de literatura e um pouco desajeitada. Ela nunca se apaixonou e, por ser uma romântica, nunca aceitou fazer sexo apenas por conveniência, ela está esperando o príncipe encantado no cavalo brando. É então que ela tropeça – literalmente – na vida do magnata industrial Christian Grey. Um homem frio, sarcástico e absolutamente lindo. Só que Christian Grey, apesar de sexy e rico, é também um dominador masoquista. Sim, ele gosta de infligir sofrimento como forma de prazer."

Minha pele arde. Estou ruborizada, muito quente, com frio, arranho o lençol sob meu corpo. Christian se deita ao meu lado e percorre com a mão do meu quadril até o meu peito, passando pela cintura. Observa-me com expressão impenetrável e me rodeia brandamente os seios com as mãos.
— Se encaixam perfeitamente em minha mão, Anastásia — ele murmura, coloca o dedo indicador pela taça de meu sutiã e abaixa muito devagar e deixando meu seio nu, empurrando para baixo a armação e o tecido. Seus dedos se moveram para o outro seio e repetiu o processo. Meus seios incharam e os mamilos se endureceram sob seu insistente olhar. O sutiã mantém meus seios elevados. — Muito bonitos — sussurra admirado, e os mamilos endurecem ainda mais.
Ele chupa gentilmente um mamilo, desliza uma mão ao outro seio e com o polegar rodeia muito devagar o outro mamilo, alongando-o.


Gemo e sinto uma doce sensação descer até a minha virilha. Estou muito úmida. Oh, por favor, suplico internamente, agarrando com força o lençol. Seus lábios fecham ao redor de meu outro mamilo, quando o lambe, quase sinto uma convulsão.
— Vamos ver se conseguimos que você goze assim — ele sussurra-me, e segue com sua lenta e sensual incursão. Meus mamilos sentem seus hábeis dedos e seus lábios, que acendem minhas terminações nervosas até o ponto em que todo o meu corpo geme em uma doce agonia.
Ele não se detém.
— Oh... por favor, — suplico-lhe, jogo a cabeça para trás, com a boca aberta e gemo, sinto minhas pernas endurecerem. Maldição, o que está acontecendo comigo?
— Deixe vir, querida, — ele murmura. Aperta-me um mamilo com os dentes, com o polegar e o indicador aperta forte o outro, me deixo cair em suas mãos, meu corpo convulsiona e estala em mil pedaços. Ele beija-me, profundamente, colocando a língua na minha boca para absorver meus gritos.
Meu deus! Isso foi fantástico. Agora eu sei que todo o alarido é sobre a minha reação. Ele me olha com um sorriso satisfeito, embora esteja segura de que não é mais que gratidão e admiração por mim.
— É muito receptiva, — Ele respira. — Terá que aprender a controlá-lo, e será muito divertido te ensinar como. — Ele me beija outra vez.
Minha respiração ainda está irregular, enquanto me recupero do orgasmo. Desliza uma mão até minha cintura, meus quadris, para as minhas partes íntimas... caramba. Introduz um dedo pela renda e lentamente começa a riscar círculos ao redor do meu... lá. Ele fecha os olhos por um instante e contém a respiração.
— Você está tão deliciosamente úmida. Deus, quanto eu te desejo. — Introduz um dedo dentro de mim e eu grito, enquanto o tira e volta a colocá-lo. Esfrega-me o clitóris com a palma da mão, e grito de novo. Segue me introduzindo o dedo, cada vez com mais força. Gemo.

"Eu não faço amor Anastásia, eu fodo com força"

De repente se senta, tira-me a calcinha e a joga no chão. Ele tira também sua cueca e libera sua ereção. Minha nossa! Estica o braço até a mesinha da cama, agarra um pacotinho prateado e se move entre minhas pernas para que se abram. Ajoelha-se e desliza a camisinha por seu membro enorme. Oh, não... Será que vai? Como?
— Não se preocupe, — sussurra, me olhando nos olhos. — Você também se dilatará. — Inclina-se apoiando as mãos a ambos os lados de minha cabeça, de modo que fica suspenso sobre mim. Olha-me nos olhos com a mandíbula apertada e os olhos ardentes. Neste momento me dou conta de que ainda está vestindo a camisa.
— Tem certeza que quer fazê-lo? — pergunta-me em voz baixa.
— Por favor, — suplico-lhe.
— Levante os joelhos, — ordena-me em tom suave e obedeço imediatamente. — Agora vou fodê-la, senhorita Steele... — murmura colocando a ponta de seu membro ereto na entrada de meu sexo — Duro, — ele sussurra e me penetra bruscamente.

Anastasia abre as pernas e levanta os joelho - ele sussurra e me penetra bruscamente.
— Aaai! — eu grito, ao sentir uma sensação de aperto dentro de mim, enquanto ele rasga através da minha virgindade. Ele fica imóvel e me observa com olhos brilhantes com triunfo, em êxtase.
Tem a boca ligeiramente aberta e lhe custa respirar. Ele geme.
— É muito apertada. Está bem?
Concordo, com meus olhos arregalados e me agarrando a seus braços. Sinto-me tão cheia. Ele continua imóvel para que me acostume com a invasiva e entristecedora sensação de tê-lo dentro de mim.
— Vou mover-me, querida, — sussurra-me um momento depois, em tom firme.
Oh.
Ele retrocede com deliciosa lentidão. Fecha os olhos, geme e volta a me penetrar. Grito pela segunda vez e ele se detém.
— Mais? — sussurra-me com voz selvagem.
— Sim, — respondo-lhe. Ele volta a me penetrar e a deter-se.
Gemo. Meu corpo o aceita... Oh, quero que continue.
— Outra vez? — pergunta-me.
— Sim. - respondo-lhe em tom de súplica.
E ele se move, mas esta vez não se detém. Apoia-se nos cotovelos, de modo que sinto seu peso sobre mim, me aprisionando. A princípio se move devagar, entra e sai de meu corpo. E à medida que vou me acostumando à estranha sensação, começo a mover os quadris com os seus.
Ele acelera. Gemo e ele investe com força, cada vez mais depressa, sem piedade, a um ritmo implacável, eu mantenho o ritmo de suas investidas. Ele pega a minha cabeça com as mãos, beija-me bruscamente e volta a morder meu lábio inferior com os dentes. Ele mudou um pouco e sinto que algo cresce no mais profundo de mim, como antes. Vou me pondo esticada à medida que me penetra uma e outra vez. Meu corpo treme, arqueio-me, estou banhada em suor. Oh, meu Deus... Eu não sabia que iria me sentir assim... Não sabia que a sensação podia ser tão agradável. Meus pensamentos se dispersam... Não há mais que sensações... Só ele... Só eu... Oh, por favor... Meu corpo fica rígido.
— Goze para mim, Ana, — ele sussurra sem fôlego e me deixo gozar assim que diz, explodindo ao seu redor com meu clímax e me dividindo em mil pedaços sob seu corpo. E enquanto ele também goza, grita meu nome, dá uma última investida e fica imóvel, como se tivesse se esvaziado dentro de mim.
Ainda estou ofegante, tentando acalmar a minha respiração e os batimentos do meu coração, e meus pensamentos estão em desordem desenfreada. Uau... foi algo incrível. Abro os olhos e ele apoiou sua testa na minha. Tem os olhos fechados e sua respiração é irregular. Christian pisca, abre os olhos e me lança um olhar turvo, embora doce. Ele continua dentro de mim. Inclina-se, beija-me brandamente na testa e, muito devagar, começa a sair de meu corpo.
— Oooh. — É uma sensação estranha, que me faz estremecer.

— Eu te machuquei? — Christian pergunta-me, enquanto tomba ao meu lado, apoiando-se em um cotovelo. Passa-me uma mecha de cabelo por detrás da orelha. E não posso evitar esboçar um amplo sorriso.

Veja as regras do contrato que o Sr Christian Gray oferece as mulheres dos seus relacionamentos e que estão dentro do livro com mais inúmeras cláusuras.
 Clique na imagem abaixo.
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10 comentários:

  1. Novo layout ou é impressão minha.

    É sempre bom renovar a casa ... Gostei !

    Beijo[ta]

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  2. Adorei...

    saudades


    Beijosss

    HOT SPOT NO MSN:

    hotspotonline@hotmail.com

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  3. Belíssimo excerto. O patife gosta disto. ;)

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  4. Que delícia teu quarto rs
    Beijos

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  5. Anônimo09:25:00

    belíssimo !!
    amei ..

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  6. Soneto: do poeta: Paulo de Andrade

    Pensando em escrever um verso,
    Ocultei o excitante nome por mim desejado,
    Como por um homem capaz de amar,
    Quem possa querer de fato ficar do seu lado.

    Diante da beleza de uma mulher,
    Pude nessa mulher me inspirar,
    Descubra você esse nome oculto,
    E tente não querer conquiswtar.

    Basta ouvie esse nome tão delicado,
    Um sorriso te faz logo imaginar,
    Como seria ver essa mesma mulher diante de você,

    Este meu verso por mim inspirado,
    Te levará a querer pra ela olhar,
    E nos braços dessa mulher querer se esquecer.

    ResponderExcluir
  7. Soneto: do poeta: Paulo de Andrade

    Pensando em escrever um verso,
    Ocultei o excitante nome por mim desejado,
    Como por um homem capaz de amar,
    Quem possa querer de fato ficar do seu lado.

    Diante da beleza de uma mulher,
    Pude nessa mulher me inspirar,
    Descubra você esse nome oculto,
    E tente não querer conquiswtar.

    Basta ouvie esse nome tão delicado,
    Um sorriso te faz logo imaginar,
    Como seria ver essa mesma mulher diante de você,

    Este meu verso por mim inspirado,
    Te levará a querer pra ela olhar,
    E nos braços dessa mulher querer se esquecer.

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  8. Apenas quem for da paz,
    É capaz de querer se deitar comigo,
    Basta sentir amor,
    E me considerar de fato seu amigo.

    Basta ser mulher,
    Pra começar umaq grande paixão,
    Com quem te estende a mão,
    Quando se quer.

    Deite comigo tente não resistir,
    Fazer amor não custa nada,
    É um prazer de momento,
    Pra se sentir por mim amada.

    Como poeta te apresento,
    Uma longa emoção,
    Que satisfaz o nosso desejo,
    Sentido pelo coração.

    Ame com os olhos,
    Quando não se pode amar,
    Com o corpo de um homem,
    Que se desejou conquistar.

    Do poeta: Paulo de Andrade.

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  9. https://www.youtube.com/watch?v=765gR_ARb8w

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  10. Uma casada satisfeita22:48:00

    Ao ler este relato recordo o grande receio que eu tinha de perder a virgindade, as dores que certamente iria sentir quando pela primeira primeira vez, aquilo que já tinha visto e acareciado algumas vezes, entrasse dentro de mim. O meu namorado, actualmente meu marido, tem um pénis tão grosso e comprido, que eu julgava não ser normal e seria bastante dificil entrar todo aquele comprimento e grossura dentro de numa mulher. Apesar do meu receio, a excitação era tal que aceitei a ir com êle uma tarde a um hotel, com a promessa de bricar-mos apenas e não haver penetração. Iniciamos com sexo oral, o que nunca tinhamos feito. Foi delicioso sentir a sua lingua entre as minha pernas, tentando entrar dentro de mim. Para êle entrar na minha boca é que não consegui, embora o desejasse, era muito grosso, noentando pedi-lhe para roçar aquela grossa cabeçorra nos lábios da cona, mas que não entrasse. Êle,muito meigo, assim procedeu, mas já estavamos ambos tão excitado, a escorrer algo de dentro de mim, que enquanto me beijava de lingua e me segredava quanto era deliciosa, ia forçando a entrada daquela gossura onde momentos antes tinha intreduzido lingua. Eu pedia-lhe para ir devagar porque estava doendo , mas era uma dor tão gostosa que desejava continuar. Em dado momento forçou ainda mais, senti rasgar, dei um grito de dor e não consegui suster a lágrimas, que o então meu namorado saboreou, beijando-me as faces e dizendo-me que estava todo dentro de mim. Parecia-me impossivel, mas era verdade. Ficamos sem nos mexer durante bastante tempo, porque continuava a sentir dores sempre que havia qualquer movimento. Para ser franca, nessa tarde, depois da penetração, não houve prazer da minha parte. Não voltamos aquele hotel, porque fiquei também bastante envergonhada uma vez que não ia preparada, o lençol da cama ficou manchado com bastante sangue. Sómente na semana seguinte comecei a ter prazer quando o meu namorado voltou a penetrar-me e presentemente, casada, já consigo também fazer sexo oral ao meu marido, mas não entra todo na boca porque chega a garganta e considero uma verdadeira delicia ser penetrada por um pénis tão grosso pois sinto-me completamente preenchida, toca-me no útero e roça continuadamente no clitoris, são sempre orgasmos maravilhosos.

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