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Tesão cega

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Continuação do meu conto Caminhos do prazer. Veja no link da imagem



Eu estava sedenta por aquele homem tão singular na sua sexualidade e eu iria sim, me enrolar delirante com seu corpo, entregar meus desejos naquelas mãos que tateiam audaciosamente e me bucetar com ele mais uma vez com muita tara.

Desvencilhei-me dos seus braços, fiquei de pé ao lado da cama por alguns momentos e passei a observar aquele corpo. Ele segurava seu pau ora acariciando, ora com uma pegada firme e eu sentí que esperava por uma iniciativa minha. Senti por ele uma grande ternura misturada a um desejo que manifestava na minha buceta ansiosa, molhada e com aquela sensação deliciosa e latejante que sempre antecedia meu prazer. Ah, como eu desejava aquele homem, beijá-lo sofregadamente, me esfregar naquele corpo tão cheio de paixão e carnalidade tão aflorada pelos sentidos



Eu não podia deixar que brotasse qualquer tipo de sentimento afetivo, nem dar asas aos meus devaneios, afinal eu era uma profissional que estava ali para servir, e não usufruir. Deitei-me na cama juntando-me ao seu corpo olhando seu rosto que carregava no canto dos lábios um meio sorriso safado.
Ele tocou minha xoxota e estremeci cedendo incontrolável aquela paixão. Levou os dedos ao nariz e os cheirou. Beijou-me a boca e correspondi. Ele era todo sentidos: nos gestos, na expressão facial, no movimento do seu corpo, sua respiração ofegante de tesão. Procurei seu olhar, mas, ele não podiam me fitar.


Começamos um 69 não muito confortável porque eu estava deitada de costas, porém, ele se ajoelhou na cama abrindo-me as pernas e dobrando o corpo alcançou minha buceta e abocanhou-a com gosto enquanto entrava com o dedo na minha xoxota que entrava e saía, num ritmo de vaivém enlouquecedor. Começou a sugar meu clitóris inchado e durinho, sua língua era quente, lisinha e rápida. Ele queria realmente me dar mais um banho de língua com um gozo pleno, ele estava ali comigo reconhecendo que eu era uma fêmea que o desejava e que queria gozar com ele de qualquer forma. Enquanto eu estava louca e em delírio naquela sensação do antes-gozo, procurei com a mão o seu pau e o encontrei duro e quente como uma pedra na brasa e comecei uma punheta vigorosa conforme meu estado de excitação e comecei a gozar. Enquanto eu já estava nas alturas ele deitou-se sobre mim resoluto e enterrou seu cacete com estocadas violentas e... eu minava e gemia quase gritando "mete, mete caralho, não pare que vou morrer, estou morrendo delícia!". Ele continuou fudendo e aos poucos foi diminuindo a velocidade, foi indo mais devagar até que explodiu latejando novamente, jorrando sua porra quente dentro de mim. Silêncio e calmaria.

Lembrei-me do seu Labrador e olhei para o canto do quarto onde ele havia deitado e vi que ele dormia como um "anjo".








Amante
Fotos: Aneta Bartos-Antoine D'Agata

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