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De pernas abertas


Quando eu me abrir,
você pode me olhar,
deve tocar, tem que ferver.
Você pode morder,
lamber e não fugir,
introduzir aqui as histórias plantadas
nos nervos do teu sexo ereto,
correto e fiel.
Quando eu me abrir,
você pode abrir mais,
afastar minhas coxas,
sugar meu juízo,
fotografar meu clitóris. É nele que pulso agora.

3 comentários:

  1. Anônimo15:46:00

    Preciso do teu e.mail...

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  2. Querida seu blog é pura tesão, sigo vc já algum tempo, dá uma passada no meu canto, se gostar me segue.
    Lindo poema com uma bela imagem.
    bjs

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  3. Anônimo07:29:00

    Fogo, calor, desejo, impulso...
    Vc abriu-me o apetite!
    Já te nho água na boca!

    Beijos

    DF

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