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Três na cama

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O perfume e o sabor agradável de vinho se alastrou ao nosso redor e Baco se instalou entre nós três formando com isso um clima de malícia e sensualidade.
Naquele jantar, do meu lado esquerdo Dimas* atravessava-me com um olhar insistente. Roçando minha perna com a sua, Wilson* o "promoter" daquele jantar um amigo meio amante, isto é: uma amizade cor-de-rosa pois na verdade já conhecíamos os caminhos dos nossos corpos, percebia a aura que espontaneamente nasceu ali enquanto jantávamos e tomávamos vinho o que colaborou para que ficássemos os três super-hiper cheios de uma voluptuosidade extasiante com a tesão à flor da pele embalados também pela música ambiente de um piano. No meio da conversa que estava ficando quente, Wilson perguntou-me se eu já havia transado com dois homens numa mesma cama. Respondi que não e tinha algumas fantasias a respeito disso.
Imagino que Dimas não havia pensado nessa possibilidade quando seu amigo começou a sugerir isso entre nós, e tenho certeza de que ele queria ficar só comigo naquela noite, mas, percebia que o outro não abriria mão de mim mesmo porque foi ele que convidou-nos para aquele jantar. O momento era carregado de lascívia e sedução, aliás, tinha a conotação sugerida para momentos de prazer: isto é, naquela noite eles fariam de mim uma amante exclusiva dos dois, já que nenhum deles era bissexual e faríamos daqueles momentos não propriamente uma orgia ou uma putaria qualquer, não cabia entre nós o desejo de banalizar a fusão de nossas sexualidades.
Bem, sem mais demora, porque o momento já era de urgências, saímos dali rumo a um motel. No carro, Wilson e eu na frente e Dimas atrás entrando com a mão no meu decote, mas Wilson com a mão direita alisava minha perna procurando alcançar minha calcinha afastando-a e pegou de cheio minha buceta que "pegava fogo", localizou meu clitóris e começou a bater uma siririca tirando-me o fôlego enquanto eu já molhada, babava nos seus dedos safados. Virei o rosto e beijei Dimas, nosso primeiro beijo, delicioso, lascivo, ardente.
Seu hálito era adocicado, carregado de feromônios e vinho, hummm gostosura!!!
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Os três na cama- uma mulher e dois homens
Adentramos pela suite, eles pediram mais vinho e a princípio começamos a conversar sentados na cama, a seguir os dois puseram a me abraçar e beijar, nossas mãos corriam por nossos corpos, a respiração ofegante, suspiros, gemidos, Dimas tomou a iniciativa e começou a tirar-me a roupa, peça por peça enquanto Wilson afastou-se sentando-se numa poltrona vermelha ao lado da cama, passou a bebericar do seu vinho enquanto apreciava o momento dando asas ao seu voyeurismo o que o excitava terrivelmente deixando-nos a vontade para nossos primeiros toques cheios de muito desejo, ardorosamente tarados um pelo outro e em meio aquela ânsia de tesão parece que aumentada pela ideias de estarmos sendo observados, quando nossas mãos buscavam com grande desvario, agarrei seu pau e tive uma deliciosa surpresa: seu cacete era descomunal com uma cabeça gostosíssima para minha boca, eu que adoro mamar uma pica...

Dimas começou a lamber minha xoxota me levando ao delírio, num grande impulso de gozar na sua língua que vibrava de um lado ao outro sobre meu clitóris, arqueei mais meu quadril e lhe implorei: vem meu macho, devagar mas... mete tudo, estremecendo toda abri mais as pernas, oferecendo-me toda melada no que ele que foi me arregaçando entrando aos poucos. Procurei Wilson com o olhar e ele estava numa punheta louca, nossos olhares se cruzaram, vi sua porra espirrar e foi quando comecei a gozar com meu pauzudo socando fundo no meu desejo.
Logo a seguir Wilson entrou em ação pulando para a cama beijando-me lascivamente que mais parecia ter mil línguas na minha boca enquanto Dimas soltava seu prazer bem fundo que senti seu bater no meu útero. Delícia para mim.

Após alguns instantes, ambos me acariciando, meu antigo amante com a taça de vinho escorregou sobre meu corpo espalhando o vinho gelado na minha buceta ardente e quente, começou a lamber ao mesmo tempo em que chupava meu grelinho lambuzando sua cara na nossa melosidade. Foi um feito inesperado para mim, mais uma nesta louca noite ao sabor de vinho e dos nossos corpos.
Só precisavamos de alguns momentos para recomeçar nossa nova performance, nosso trio foi formado com uma cadência perfeita, cujos compassos denotavam uma grande harmonia com uma maior carga de desejos que eram únicos: buscávamos emoção, prazer e intensos gozos.

"Venus et Bacchus una sunt."



(*)Nomes fictícios

Amante 

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19 comentários:

  1. Anônimo06:53:00

    Saudades de vc guria,...


    Beijo In_

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  2. Amante

    Blog interessante este, perdi-me nos teus devaneios e adorei. Sigo-te e vou regressar a cada novo post.
    ;)

    Bjs

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  3. Anônimo12:49:00

    No meio de tanta paixão, tanto tesão, só lamento uma pequena coisa...
    Quando tu estás a dizer: "...que senti seu bater no meu útero. Delícia para mim."
    ...essa delícia não ser eu mesmo!
    Fantástico, profundo, maravilhoso!

    Beijos meus

    DF

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  4. Aff... que delícia.
    Se um já é bom (rs)

    Doces e molhados beijos nossos.
    E Excelente semana.
    Rubra e Zé

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  5. UMA PORTUGUESA20:59:00

    Sou uma portuguesa casada, tenho 37 anos e embora não pareça normal nos dias de hoje, apenas conheci ainda o pénis do meu marido. Tenho noentanto uma fantazia que gostaria de concretizar; passar uma noite na cama, com dois homens á minha disposição. sendo um dêles o meu marido, para gozar sexualmente tanto como imagino ser mravilhoso e ainda para ter a oportunidade de exprimentar outro membro penetrar-me. Com isto creio que o amor pelo meu marido não ficaria deminuido, pois seria apenas prazer e uma nova experiência, principalmente para mim. Dificil será noentanto convencer o meu marido compartilhar-me com outro homem. Nunca lhe demonstrei este meu desejo pois não sei qual será a sua reacção nem qual a forma de o fazer sem que êle imagine que deixei de o amar, ou que já o enganei com alguém e que seria esta a forma de lhe dar a conhecer uma infidelidade que afinal não existe, nunca existiu, nem tenho coragem de o fazer sem o seu consentimento.

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    1. PORTUGUESA amiga

      É uma delicia quando o desejo dos três se juntam. No meu caso não havia nenhum compromisso afetivo entre nós, mas, a noite foi perfeita e tudo nos levava ao que deu.
      Porém, nada interferiu na nossa amizade.
      Um beijo.

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  6. UMA PORTUGUESA22:14:00

    Tenho boas esperanças de convencer o meu marido a fazer comigo uma menage masculina. Só de pensar nisso já sinto o prazer que será ter dois homens na cama á minha disposição, com êles a beijarem-me toda e eu finalmente ir ter dentro de mim a piça de um outro homem. Sempre tive vergonha de entrar nessas casas onde vendem artigos eróticos, mas em companhia de uma amiga venci esse vergonha e ambas decidimos que não haveria nada de escandaloso dar uma olhada nesses artigos. Fiquei abismada com a variedade dos objectos ali existentes, tanto os destinados a homens como os destinados a mulheres. Evidentemente que a nossa atenção foi para os que podem proporcionar prazer a mulheres. Havia pénis feitos de vários materiais e de todos os tamanhos, uns brancos e outros bem negros! Pareciam mesmo verdadeiro, com veias salientes e tudo. Duvido haver mulheres que consigam aguentar dentro delas dalguns daqueles pénis, com tamanhas cabeçorras, tão grossos e compridos que mais parecem ser de jumentos. Comprei um de tamanho médio, que mostrei ao meu marido dizendo-lhe que era para apimentar as nossas relações sexuais. Êle ficou admirado com a compra mas concordou que eu o utilizasse na cona enquanto lhe faço sexo oral. Embora seja de tamanho médio é mais grosso e comprido que o penis do meu marido Assim, comecei por lhe dizer que é maravilhoso sentir um penis na boca com a cona preenchida e também uma DP mesmo com um pénis artificil, mas que certamente sentiria muito mais prazer se fossem ambos verdadeiros. Ao ouvir esta minha afirmação olhou para mim, como não querendo acreditar no que eu dizia, mas passados dias, durante uma das nossas brincadeiras sexuais, disse que não era muito facil realizar tal experiência porque seria escandaloso se alguém tivesse conhecimento de tal aventura, iriam olhar para êle sempre como um cornudo. Concordei com êle, porque também eu iria ser vista como uma mulher mal comportada, mas disse-lhe se fosse com um desconhecido, com alguém por quem me sentisse atraida, com o qual êle também gostasse de me repartir e com quem visse que eu sentia prazer, não me importava, desde que nunca mais o encontrasse. Para não mostrar demasiado interesse não tornei a falar-lhe no assunto, mas quando transamos é o meu marido que diz ser um desconhecido que me penetra.

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  7. Uma portuguesa19:45:00

    Finalmente concretizei a minha fantazia, ter 2 homens na cama, incluido o meu marido, que conseguiu um local discreto, não em Portugal mas em Madrid, para onde nos deslocamos no passado fim de semana. Ao chegamos ao hotel fez um telefonema, identificando-se com um código, para que arranjassem alguém especial, porque era a nossa primeira vez. Informaram que poderiamos comparecer dali a 2 horas porque tudo estaria pronto. Fiquei incrédula com o edificio, um palacete do século XVIII, que ninguém imaginaria para o que estava a ser utilizado. Fomos recebidos por uma jovem que nos guiou a uma sala dividida por um vidro especial, que deixava ver claramente o lado oposto, impedindo a visibilidade no nosso lado. Quase de imediato desfilaram, além do vidro, 6 jovens com numeros de1 a 6, completamente nus e pénis erectos, mostrando as suas capacidades sexuais. Esclareceu-nos a anfitriã, que todos êles eram presentes semalmente a inspecção médica, podendo haver tranquilidade quanto a qualquer doença trasmitida sexualmente. Consultando o meu marido escolhi o nº 5, que me pareceu mais sexy. Disse-nos entretanto a anfitriã que o escolhido era marroquimo e que tinham quartos no palacete para quem desejasse passar ali a noite. Aceitamos a sugestão e mandamos reservar um deles. Dirigimo-nos a outra sala onde se encontrava o marroquino,vestido com elegância, cumprimenta-mo-lo e êle olhando pera mim, parecia despir-me mentalmente. Falava bem espanhol, mostrando ser bastante simpatico e educado. Para o conhecer melhor convidamo-lo para jantar, uma ligeira refeição, que êle aceitou.Tanto eu como o meu marido necessitavamos bebidas bem fortes, noentanto o marroquino recusou bebidas alcólicas porque a sua religião não o permitia. Após o leve jantar, regressamos ao palacete, sentindo já a excitação escorrer entre as coxas. O quarto não era um simples quarto;era um salão forrado a espelhos. incluido o tecto, com cama redonda e colchão de agua. Agardava-nos uma garrafa de bebida não alcólica e outra de champanhe, que tanto eu como o meu marido, entre beijos a abraços bebemos algumas taças. A excitação estava ao rubro;fiz sinal ao marroquino para se aproximar e deu-me o primeiro beijo na boca, mas foi o meu marido que me deitou na cama enquanto me despia, me beijava de lingua e se despia também. Num instante fiquei nua, assim como o meu marido e o marroquino, vendo então de perto o seu pénis. Era lindo, preto, comprido e bem grosso.Aquilo ia maguar-me. Peguei-lhe e pela primeira vez meti na boca um caralho diferente. Vi que espalhavam liquido no meu corpo e sentia 2 linguas lambendo e 4 mão acareciado-me, estava a gosar mais ainda do tinha imaginado. O marroquino chegou a coninha que escorria de tesão, lambeu demoradamente os lábios vaginais intreduzindo depois a lingua entre êles, circundando o clitóris e chupando em alternado. Era um 69, parecia estar nas nuvens, obtive o 1º orgasmo da noite, mas desejava exprimentar se o pausão que tinha na boca iria entrar facilmente na cona. Passei a chupar o do meu marido. O marroquino ia colocar uma camisinha, mas disse-lhe que se eu lhe merecesse confiança , preferia sentir pele com pele.Começou assim a penetrar-me lentamente. Ver no espelho a minha cona ir dilatando á medida que tão grosso rolo de carne rija ia entrando até desaparecer por completo dentro de mim e sentir a cabeça bater no utero com as violentas estucadas, provocou-me tão grande orgasmo que o meu marido ao notar o grande prazer veio-se na minha boca. Faltava ainda a DP.Com o marroquino de costas sobre a cama. deitei-me sobre êle,umbico com umbigo,sendo penetrada na cona e deixando o cuzinho para o meu marido,que com esta nova experiencia tinha maior tesão, mas o do marroquino era muito grosso, foi delicioso,ambos se vieram dentro de mim e eu também mais uma vez. Invertemos depois, com o marroquino no cusinho, sofri algumas dores inicialmente,mas o prazer posterior compensou. Fodemos durante o resto da noite em várias posições. Foi uma noite tão maravilhosa que tanto eu como o meu marido nunca esqueceremos.

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  8. UMA ANÓNIMA06:18:00

    DESEJAVA TAMBÉM TER UMA ESPERIÊNCIA SEMELHANTE, COM COM DOIS HOMENS, MAS SEM QUE NENHUM DÊLES FOSSE O MEU MARIDO, AMBOS DESCONHECIDOS, COMPETINDO ENTRE SI PARA VER QUAL DÊLES ME DARIA MAIS PRAZER.

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    1. Um casal praticante21:46:00

      Cara anónima, se realmente tens esse desejo concretiza-o, pois não irás arrepender-te. É algo que faz uma mulher gozar como nunca imaginou, mas semelhante aventura com dois desconhecidos pode ser perigoso, a não serem com moços do programa, pois são profissionais Com alguém das tuas relações poderão depois fazer chantagem de contar ao teu marido. Portanto vê se convences o teu marido, assim não haverá traição e ambos irão ter a oportunidade de uma experiencia sem igual.

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  9. Anónima22:46:00

    Amiga Amante, será possivel a um marido que ama verdadeiramente a esposa sentir prazer em ver a sua bem amada nos braços de outro homem?- Não sentir ciumes de ver ela ser penetrada onde só êle ainda havia intreduzido o seu pénis?- O meu marido propoz repartir-me com outro homem se eu concordasse em reparti-lo depois com outra mulher. Eu gostava realmente de exprimentar um pénis diferente dentro de mim, mas não tenho coragem de praticar uma traição ao meu marido sem o seu consentimento, noentanto com conhecimento dêle não comsidero traição, mas também não me sentiria á vontade perante sua presença, seria dificil consentrar-me no acto sexual ao saber que o meu marido estava a ver-me ser penetrada por outro homem. Quanto ao facto de eu reparti-lo depois com outra mulher, fiquei com duvidas se irei conseguir envolver-me com uma mulher e ver o meu marido praticar também sexo com ela. Preferia, para uma experiência, que nos liberasse-mos um ao outro, por uma noite e cada um escolhesse o seu parceiro sexual, para moteis diferentes, desconhecendo cada um de nós com quem o respectivo conjuge estava a usufruir de uma noite de sexo. Creio que desta forma, embora sabendo ambos o que estaria a suceder no outro motel, era certamente mais facíl controlar os ciumes, pois não iria ser necessário descrever um ao outro tudo o que se havia passado, sendo possivel ocultar sempre algumas coisas das ocorridas. Mesmo assim, não haverá posteriormente graves consequencias para o nosso casamento? Como poderei convencer o meu marido, que apesar de tudo, esta será a melhor opção?

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    1. Um marido liberal18:22:00

      Uma vez que a Amante não responde, vai assim responder um marido liberal. Eu dedico todo amor e carinho á minha esposa, sendo retribuido de igual modo da sua parte, razão porque sempre desejei proporcionar-lhe todos os prazeres que nesta vida podemos obter, incluido o prazer sexual. É na verdade deslumbrante ver como ela gosa quando transa com mais alguém do seu agrado. Eu tenho prazer de observar o seu goso com outro homem, assim como ela tem igualmente prazer quando me vê com outra mulher. Evitar contudo que cada um vá para um hotel diferente, porque principalmente a esposa, estando só, pode ser mal tratada e forçada a fazer algo que não deseje. Existe mais lealdade e segurança quando tudo é praticado na frente um do outro. Caso a anónima não consiga envolver-se com outra mulher e tem desejo de exprimentar um pénis diferente, optem por uma troca de casais, sendo muito mais excitante que tal se realize no mesmo espaço ou até na mesma cama, se esta for suficiente espaçosa para os dois casais. Vá em frente, proponha ao seu marido a troca de parceiros, noentando confira se realmente são casais fixos e não apenas parceiros de ocasião, em que o homem se faz acompanhar de uma prostituta só para foder uma senhora casada. Quanto ás cosequências para o vosso casamento, se ambos tiverem aceite com plena consciência o que irá ocorrer em semelhante situação, certamente que em nada será afectado, pois assim aconteceu connosco e é uma delicia transar com alguém diferente uma vez por outra.

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  10. UM CASAL SWING17:08:00

    Todos os casais deveriam exprimentar o prazer que se obtem com três parceiros transando na mesma cama. Quer seja com dois elementos masculinos ou dois elementos femeninos. Evidentemente que será dificil para alguns, para outros nem tanto, sentir-se dividido ou dividir com alguém, algo tão intimo, mas para conhecer as maravilhosas sensassões que surgem em semelhente situação vale bem a pena ao menos uma tentativa.

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    1. Queridos leitores que deixaram suas impressões e relatos no quadro "Três na cama" que, depois de um certo tempo volto a reler esta narrativa de uma adorável experiência que tive com dois amigos muito charmosos, apetitosos, cuja sugestão de sexo a três me foi de difícil negar, na verdade adorei a ideia e me senti uma mulher importante, querida e desejada. Foi muito gratificante.

      Foi realmente uma experiência encantadora, carregada de tesão e muito prazer.
      Tenho a premissa de que não devemos nos abster de realizar nossos desejos quando dentro de uma conscientização responsável e madura.

      Meu caso com os dois foi atípico para mim e dependeu muito do momento criado e com quem eu estava naquela noite.

      Admiro casais que já tem certo envolvimento afetivo e se aventuram a essa modalidade de diversão sem que isso venha a abalar esse relacionamento o que para mim significa ter que cultivar e condicionar um tipo de convivência isenta de qualquer possibilidade de perda para ambos.

      Eu fui e iria novamente, assim como já fui com uma amiga e um homem, isto é: duas mulheres e um homem e foi uma experiência saborosa, se hoje minha situação fosse a mesma daquela época.
      Ainda não consegui abrir minha cabeça para ter uma aventura dessa com meu marido e outro homem. Na verdade, isso nunca me passou pela mente, pelo menos até hoje, e acredito que, se ele me fizer essa proposta eu não iria encarar.

      Mas, cada um de nós possui um universo próprio e complexo em gostos, sonhos, desejos e é isso que dá vibração a nossa vida. O importante no nosso trajeto é que façamos aquilo que nos faz feliz, a vida é para se viver, se possível intensamente.

      Um beijo a todos que deixaram aqui seu depoimento o que enriqueceu mais este espaço.

      Obrigada.

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  11. Anônimo22:42:00

    Querida amante, ao ler as respostas que deu a alguns leitores, verifico que não sou apenas eu que tenho pudor de uma menagem masculina com o próprio marido. Na verdade não consiguiria ficar desinibida na sua presença para uma tal situação, Fi-lo uma unica vez em solteira, com dois amigos, com quem passei uma noite após um romantico jantar. Creio que inicialmente nenhum de nós imaginou o que iria acontecer, mas depois do jantar muito bem regado aconteceu mesmo. Nunca contei ao meu marido aquela experiência que tive antes de o namorar, porque não sei êle compreenderia e tal como o conheço sei também que nunca irá repartir com outro homem.

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  12. Uma anónima18:06:00

    Foi ao ler o relato da quem já praticou sexo a três e ver alguns videos do género, que comecei a imaginar como seria excitante uma tal experiencia. Era apenas uma fantasia, na qual incluía que pelo menos um dos elemento fosse negro, pois desde ainda solteira que magicava qual seria a sensação de ser penetrada por uma descomunal piroca dum negro, no entanto como estava casada,(atualmente estou divorciada) e o meu marido não aceitava repartir-me com outro homem, nem eu tinha coragem de o trair, pensava que nunca iria concretizar essa fantasia. A partir do momento que me divorciei logo pensei em concretizar a fantasia que tinha em mente, pois não tenho de dar conta dos meu atos a ninguém. Tenho 29 anos, sou branquinha, mas de olhos a cabelos castanhos, l,70 m de altura e 60 K de peso. Noto que dado o meu físico, todos os homens que passam por mim me desejam e que provoco inveja a muitas mulheres. Sou enfermeira, profissão que exerço num hospital de Lisboa e no qual estão dois medicos estagiários, Andre e Vasco, (nomes fictícios), naturais de Angola, ambos negros e, com os quais tenho convivido profissionalmente bastante. Foi com o aproximar-se o termino do ano findo (2017) que decidi concretizar a minha fantasia de ter dois homens na cama a dar-me prazer sexual, sendo o Réveillon uma boa oportunidade. Assim, eu e uma colega convidamos os estagiários para passarem o Réveillon connosco, mas essa colega iria desistir á ultima hora por estar de serviço, para que os dois ficassem comigo. Eles ficaram radiantes e aceitaram, pois calcularam logo que ia haver festa. Marquei dois quartos no hotel, um com cama de casal e outro com duas camas. No dia 31, ao terem conhecimento que a outra colega desistira, o André ficou dececionado, pois seria ela a sua companhia. Foi então que eu aleguei não haver problema porque tomaria conta dos dois. Julgo que eles de imediato perceberam a minha intenção. Olharam um para o outro e sorriram. No final da tarde do dia 3i fomos os três, no meu carro a caminho do hotel, fora de Lisboa. Ali chegados, eles foram para o quarto de duas camas e eu para o outro. O jantar decorreu formalmente, ingerindo porém uma certa dose de bebidas alcoólica para descontrair, pois apesar de saber o que me esperava, além de bastante excitada, o nervosismo também era grande. Seguiu-se o baile com musica ao vivo. Eu dançava ora com um ora com o outro. Notei que ambos estavam também imensamente excitados, porque enquanto dançava sentia algo bem duro roçar no meio das minhas pernas, o que provocava um verdadeiro diluvio nas minhas calcinhas. Ainda não sabia como lhes dizer abertamente que desejava os dois na minha cama durante o resto da noite. Foi o Vasco que, enquanto dançávamos e em surdina, me perguntou? Queres realmente nós dois, contigo, na tua cama? Não respondi de imediato como se pensasse na resposta, mas pouco depois confirmei. Sim! Quero ter a experiencia de dois homens a dar-me prazer! Como médicos devem conhecer bem o corpo duma mulher. Isto se ambos estiverem de acordo. Evidentemente que estamos, respondeu! Já previa-mos que isso ia acontecer. O prazer também será nosso. Certamente que não iras arrepender-te. Entretanto acrescentei, peço que desfazem as vossas camas e após a meia noite saio eu primeiro da mesa e só algum tempo depois saem vocês, pois lá os espero no meu quarto. A porta ficará apenas encostada. (Hoje não tenho tempo de descrever o que se passou naquela noite, amanhã irei terminar)

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  13. Uma anónima22:07:00

    Aqui estou hoje a contar o que se passou comigo, no quarto do hotel, na excitante noite do Réveillon.
    Esperei os meus comedores apenas de sutiã e de cuequinhas, que havia trocado pelas que usara no baile por essas estarem completamente encharcadas com o meu melsinho. Eu tremia, não sei se de tesão ou nervosismo, pois não só pela primeira vez iria ter sexo com 2 homens, como também era a primeira vez que ia foder com alguém que não era o meu ex-marido. Creio que ao entrarem no quarto ficaram surpreendidos por me encontrar quase nua, pois ambos me fixaram com um intenso olhar, mas foi o Vasco que exclamou! Desde que te conheço que desejo admirar esse teu corpo tal como estás. E sem perda de tempo aproximou-se procurando os meus lábios com os dele. Entreabri também os lábios e logo as nossas línguas se encontram para um escaldante beijo de lingua. O André também se aproximou e por traz e, abraçando-me, beijava-me a nuca. Ali estava eu, deliciada e cheia de tesão, como o recheio de uma sanduiche. Pouco tardou que não me conduzissem até á cama, enquanto se despiam. Foi um striptise masculino. Senti um grande calafrio quando vi os seus pénis. Não só o comprimento como a grossura eram assustadores Pensei para comigo! Será que tudo aquilo ira caber dentro de mim? Mas eram lindos, bem negros, veias salientes, as cabeças um pouco mais delgadas, com os orifícios vermelhos. Não me contive e agarrei ambos. O do Vasco ligeiramente menos grosso, mas necessitei das 2 mãos para abarcar qualquer deles. Tinham de comprimento quase 2 palmos dos meus. Na minha profissão tenho visto alguns sexos masculinos mas nada semelhante. Alternadamente levei ambos á boca, mas apenas beijei e lambi as cabeças, porque os corpos dificilmente cabiam na boca. Com isto a minha excitação estava ao rubro. Já tinha estas cuequinhas também encharcadas. Deitei-me de costas, o André começou a beijar e lamber-me os pés, seguindo pelas pernas acima. O Vasco colocou aquela geba entre os meus lábios para que o chupasse. Meti na boca a cabeça daquela grande piroca, mas o corpo estava difícil. Ele arrancou o sutiã e abocanhou os mamilos, beijando e chupando. Foi descendo até ao umbigo sempre beijando e lambendo. Ali se deteve. O André havia chegado ao meio das minhas pernas, também beijando e lambendo sempre. Despiu-me as cuecas. Meteu 2 dedos na cone e com os lábios e lingua circundava o clitóris. Sentia-me no céu e o primeiro orgasmo surgiu. Substituiu depois o dedo pele lingua, o que aumentou mais o meu prazer, mas o que eu mais desejava era meter ali algo mais grosso, contudo eles não tinham pressa. Dado a minha grande excitação havia conseguido meter o caralho do Vasco na boca apesar do desconforto nos cantos dos lábios, não deixei entrar mais de metade, porque me atingia a garganta. Foi quando o Vasco quiz provar também o meu suco. O Andre afastou-se e o Vasco colocou-se sobre mim, colocando a cabeça entre as minhas pernas lambia-me e beijava-me a cona, detendo-se no clitóris meteu a lingua profundamente na coninha. Que delicia e grande orgasmo. Eu gemia e puxava a sua cabeça para mim. Foi quando senti uma leve pressão no cuzinho. Era o André. Arrepiei-me e disse! Aí não porque está virgem. Ao que ele respondeu! Deixa tirar esta virgindade que nós sabemos como proceder. Eu tinha tencionado dar também o cuzinho, mas perante aquelas grossuras tinha medo das dores. Ele não insistiu e os meus gemidos e orgasmos surgiram no 69, eu chupando o Vasco e este a cona. Apenas eu tinha orgasmos, eles aguentavam sem se virem. Enquanto chupava o Vasco é que senti umas gotículas saírem do seu pau e que engoli, pois com a boca tão preenchida outra coisa seria impossível. Aproximava-se o momento que tanto ansiava. Verificar quanto eu aguentava uma daquelas gebas na coninha. (MAIS UMA VEZ TENHO DE INTERROMPER POR FALTA DE TEMPO. ESPERO CONTINUAR LOGO QUE POSSIVEL)

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  14. Uma anónima22:23:00

    Creio ter hoje tempo para finalizar o relato de quanto gozei (e sofri com prazer) no final da noite do Réveillon.
    Logo que tirei a tora do Vasco da boca e ele saiu de cima de mim, deitei-me de costas na borda da cama. com as pernas abertas e bem levantada, pronta para, pela primeira vez ir ser fudida por outro homem. O André ora me beijava de lingua, ora me lambi os seios e chupava os mamilos. O Vasco colocado entre as minhas pernas pincelava a cona com o seu mastro. Eu gozava loucamente, mas o que desejava mesmo era que ele metesse, no entanto parecia judiar comigo, fazer-me sofrer de ansiedade e, quando lhe disse para meter respondeu! Só quando pedires que te foda. De imediato pedi. Fode-me já, mete tudo, rasga-me, faz-me gozar! Logo senti aquela tora ir entrando lentamente, alargando á sua medida o canal bastante tempo não utilizado. Ruçava e alargava, mas quase sufoquei quando a parte mais grosso realmente entrou e a cabeça atingiu o utero. Os grandes lábios esticados com parte superior da tora roçando continuadamente no clitóris, delirava de prazer. Apalpei os lábios vaginais constatando que tinha entrado tudo, havia portanto aguentado aquele monstro dentro de mim. Não deixava também o André inativo, pois consegui meter a sua tora na boca e chupar aquele delicioso rolo de carne rija até ele gozar na minha boca, engolindo e saboreando o seu gozo. Após cada estucada do Vasco, quando ele puxava, parecia sair tudo da minha intimidade e depois entrava algo monstruoso até ao fundo. Nas estucadas mais fortes, quando entrava tudo, fazia doer, mas era uma dor muito gostosa, todo o meu baixo ventre a mexia e tanto o utero como a bexiga se deslocavam. Comecei a rebolar, para ele sentir mais prazer, mas eu é que estava maluca com tantas sensações diferentes, não me inibia de dizer: mete tudo, fode-me com força, rasga-me, goza aí dentro, enche-me de esperma. Foi o que aconteceu, aprofundou as estucadas, deu um urro e senti uma torrente de liquido quente evadir-me, ao mesmo tempo que um intenso orgasmo me deixava prostrada. Assim ficamos durante alguns minutos, até que ele tirou o caralho ainda bem rijo, saindo da mim uma autentica cascata de esperma. Desejava lavar-me, mas apenas me limpei, porque André quiz meter assim como eu estava. Disse-lhe que só na posição de 4, porque sendo a tora mais grossa e, dorida como estava, seria mais fácil a penetração. Na verdade suportei melhor as estucadas do André, apesar de ser bastante grosso, tavez por estar excessivamente molhada, gozando contudo tanto como com o Vasco e gozando ele também dentro de mim. Fudemos ainda alternadamente em outras posições que não irei descrever. Julguei que estavam saciados com o prazer obtido, mas não descuravam da virgindade do meu cuzinho. Eu tinha medo, mas perante a insistência deles, afirmando saber como proceder, acabei por concordar, condicionando porém que seria só o Vasco a meter e se doesse muito desistia. Disseram que realmente iria doer um pouco, mas nada difícil de aguentar. Foi assim, que de rabinho para o ar e duas almofadas sob o baixo ventre, esperei perder a virgindade do meu cuzinho. O André apareceu com um tubo de vaselina.(os tarados já faziam conta do que iria acontecer) Com um dos dedos bem untado, untou também o buraquinho, enfiou o dedo e lubrificou por dentro. Senti gostoso e disse para meter 2 dedos bem lubrificados. Assim procedeu, rodopiando os dedos com mais vaselina. Estava a ir bem! Era gostoso. Meteu depois 3 dedos e, vaselina mais para o fundo circundando novamente os dedos, Senti algum desconforto mas bem suportável e com algum prazer. Meteu depois o tubo no buraquinho e espremendo quase tudo para dentro do cuzinho. Estava bem lubrificada. Ele queria experimentar a meter só a cabeça. Mas disse-lhe que para isso seria o Vasco, porque era um pouco menos grosso. (ALGUÉM SE APROXIMA, TENHO DE DESLIGAR O COMPUTADOR, MAS VOLTAREI A LIGAR LOGO QUE POSSIVEL)

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  15. Uma anónima21:16:00

    Certamente que hoje irei finalizar a minha narrativa, pois estou de folga e sozinha em casa..
    Pelo facto do cuzinho ser tão dedilhado, piscava continuadamente, o que aumentava o meu tesão, que ao ser notado pelo Andre, este mostrou desejo de roçar a cabeça da sua tora no buraquinho lubrificado. Consenti, desde que não metesse, porque a sua tora era muito grossa. Foi uma sensação tão maravilhosa que decidi deixar o Vasco meter a cabecinha da tora dele por ser menos grossa. Muito cuidadoso, roçou durante algum tempo e foi metendo devagar, mas quando ultrapassou o anelzinho dei um grito com as dores e pedi para tirar, disposta a desistir. Tanto um como o outro insistiram para continuar, pois com uma pomada diferente seria mais fácil. Foi quando surgiram com uma embalagem de pomada anestesiante!-Perguntei? Porque não aplicaram logo essa? Para ver se aguentavas sem ela! Eram mesmo masoquistas. Aplicada a nova pomada, aguardei vários minutos para atuar e o Vasco tentou meter a cabeça da tora igualmente lubrificada. Dessa vez entrou e aguentei. Foi empurrando lentamente, embora com uma dorzinha aguentei. Entrou talvez cerca de 5 ou 6 cm., mas faltava o pior, a parte mais grossa. A parti daí começou a doer muito e disse-lhe que parasse para ir acostumando, ele puxava e eu recuava depois as nádegas até ao ponto em que doía. Depois de vários minutos neste vai vem, que estava ser muito gostoso, senti as mãos do Vasco segurar-me as ancas. Imaginei ser para manter naquela posição. Puro engano! Com uma forte estucada meteu tudo até as bolas baterem nas bordas da cona. Parecia um ferro em brasa que tinha entrado. Com uma tão grande dor e com as lágrimas a correr dos olhos, gritei tão forte que certamente foi ouvido nos quartos ao lado. Berrei mesmo. AI,ai, meu cu. Caralho, que rebentaste todas as pregas do meu cuzinho. Quiz escapar, mas estava tão bem segura que não consegui! Tira já isso tudo do meu cuzinho! Querida, deixa ficar que a dor vai passar. Então não te mexas, pedi! Fica queto. Na verdade a dor foi passando, talvez pela atuação da pomada e, algum tempo depois sentia já prazer em ter aquela grossura no cuzinho. Eu própria comecei a mexer-me, recuando e puxando as nádegas, gostando de continuar assim preenchida. Quando o Vasco tirou o seu pau, além de pomada, trazia também sague. Tinha o cuzinho esfolado. Durante este período o André não parava de alisar a sua tora bem rija. Eles estavam extenuados e eu além de extenuada estava muito dorida. Adormecemos, comigo no meio dos dois. Acordamos ao meio da manhã, perdemos o pequeno almoço, mas os homens já tinham os cacetes rijos. Como havia ainda temp sugeriram uma DP. Eu nunca havia feito e embora o cuzinho não estivesse ainda nas melhores condições anuí. O André queria provar-me o cuzinho mas isso não consenti, porque tendo ele o caralho mais grosso, eu iria sofrer mais. Desta forma, deitei-me sobre ele, umbigo com umbigo para que assim meter na cona, e o Vasco no cuzinho, do qual já estava acostumado. Novas sensações maravilhosas, eu totalmente preenchida, parecia ter 2 conas e 2 caralhos dentro de mim. Eles ora metiam até ao fundo ora retiravam quase tudo. Pedi-lhes para que ambos gozassem dentro pois ainda não tinha sentido o cuzinho inundado de esperma. Foi um delírio, eles roncavam enquanto despejavam em mim grandes golfadas de langonha quentinha e que ao senti-las atingi um dos melhores orgasmos. Foi desta forma que terminamos aquelas excitantes noite e manhã de sexo. Regressamos a Lisboa, comigo satisfeita sexualmente, apesar das dores que sofri, mas durante 3 dias necessitei de aplicar pomada anestesiante no cuzinho, pois nem conseguia sentar-me direito, no entanto estou disposta de repetir outra noite de sexo, com os mesmos intervenientes quando o meu cuzinho estiver totalmente recuperado e deixarei então o André meter nele. Entrei de serviço ao Hospital nessa mesma noite. Contei aquela minha colega que tinha desistido para eu ir sozinha, quanto havia gozado e sofrido. Ficou com inveja, afirmando que se houver outra noite semelhante, ela quer participar.

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