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A história do cu


Enquanto a vida corre e você faz tudo para ser participante dependendo do limite dos seus emprendimentos, eu como um vivente nas mesmas condições fico aqui descontraidamente fazendo brincadeiras enquanto minha inspiração está em trabalho de reflexão (?) para mais um conto erótico, me ponho a filosofar em torno do nosso tão necessário cu e aqui vai um breve resumo do que pude extrair de mais divertido relacionado a esse tão famoso e as vezes versátil órgão do nosso corpo que vai depender é claro da disposição para a liberação da dona (o) e do relaxamento  do esfinge anal do dito CU-jo, se possível com um gel lubrificante tipo Ky gel, Aquagel, Lubrigel, Lubrifik, K-med e outros.
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Você conhece o mapa do seu? Não? nunca pegou num espelho para ver, apesar da posição incômoda? pois então vejamos a sua descrição de acordo com a Desiclopédia:
"Cu é um orifício circular corrugado, localizado na região ínfero-lombar de um cidadão em elevado grau etílico, deixa de estar em consonância conforme os direitos constitucionais irrevogáveis e invioláveis vigentes na sociedade e conforme as leis de propriedade privada. Ou melhor dizendo: Cu de bêbado não tem dono!

A história do cu


Pouco tempo depois de Deus criar o homem, todos os órgãos do corpo recém-criado queriam ser o chefe. E os argumentos que cada um deles apresentou para assumir a chefia foram os mais diversos.
O cérebro dizia com a arrogância própria dos cérebros: "Eu penso por todos vocês. Eu sou a inteligência. Eu controlo tudo por meio das ações dos meus neurônios. Então, se alguém aqui tem que ser chefe, esse alguém sou eu."
"Nós é que devemos assumir a chefia, pois somos nós que transportamos todo o corpo aos mais diversos lugares. Ainda que o cérebro queira ir a algum lugar, se nós não quisermos levá-lo então o corpo não vai a lugar algum" falaram as pernas em coro recusando o falacioso argumento da cinzenta massa.
E as mãos: "Isso é pura bobagem. Nós executamos todo o trabalho e é com ele que ganhamos dinheiro para o corpo sobreviver. É com esse dinheiro que todo o resto do corpo se mantém. Nós vamos ser o chefe."
"Onde não há sangue não há vida. Quem manda o sangue a todas as partes do corpo sou eu. Portanto, eu devo ser o escolhido". Foi o que o coração falou tentando deixar de lado toda a emoção do momento.
A certa altura, ninguém entendia mais o que os outros falavam, pois todos falavam ao mesmo tempo, até a própria boca. Os pulmões ficaram arquejantes. Os olhos, irritados. O fígado e os rins reclamavam e, até mesmo, os intestinos se manifestaram provocando um grande mal-estar.
Uso do cú, profissionalmente falando.
De repente, fez-se um inexplicável silêncio e ouviu-se uma voz muito grave e solene:
— Quem vai ser o chefe sou eu.
Quem falava isso era o Cu. E todos deram uma sonora gargalhada. Afinal de contas, ele nunca havia sido levado a sério. Nunca nada fizera por merecer qualquer atenção, a não ser alguns ruídos ininteligíveis e fedorentos. E merda, muita merda. Mas o Cu insistiu:
— Quem vai ser o chefe sou eu. Querem ver?
E mais não disse. Nem fez. Fechou-se em si mesmo, ou em copas como dizem alguns, numa imagem bem apropriada. Enfim, deixou de funcionar.
Em poucos dias, o cérebro não mais conseguia raciocinar direito. Os olhos ficaram embaçados. As pernas não mais se punham em pé e as mãos pendiam flácidas sob braços enfraquecidos. As batidas do coração ficaram imperceptíveis de tão débeis. Os pulmões estavam nas últimas. Todos sobreviviam com dificuldade. O corpo estava à beira da morte.
Sem alternativa, todos os órgãos concordaram em reunir-se ao final do expediente. E todos concordaram que o Cu foi designado, aclamado e aceito por todos como Chefe.
A partir daí, as coisas começaram a se normalizar. Cada uma das partes do corpo fazia o seu trabalho enquanto o Olho do Cu a tudo observava, organizava e dirigia. Mas, principalmente, fazia o que dele se esperava: merda, muita e muita merda tal como convém a qualquer chefe digno dessa função.

A partir daí, soube-se que não é necessário ser um cérebro nem ter uma grande inteligência para ser o Chefe. Um simples Cu, que passa todo o tempo a fazer merda, pode muito bem ser o Chefe."
O olho do cu

Acentuação de Cu


Vamos ver o que diz o renomado Professor Pasquale sobre essa importante questão:

Por ser um monossílabo tônico terminado em U, a palavra Cu não leva acento.

Assista ao video

2 comentários:

  1. Minha nossa ... Não sei nem o que dizer desse tão pequeno Órgão mas que nos dá tanto prazer. Bem eu pelo menos acho né ... Ou se dou uma boa gargalhada minha linda. Essa conversa do nosso lindo Cu ser o Chefe eu já havia escutado ... E com certeza ele tem que ser o chefe. Mas cá pra nós ?? Eu adoro colocar ele pra trabalhar ... Bjus Apimentados .... =)

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  2. O tipo de letra e tamanho dificultam a leitura.

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