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Namoro virtual

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love and sex for the computer

Em um meio virtual são mais importantes as relações que as pessoas que englobam essas relações
Quanto de nós será verdade no transcender da linha desses momentos?

A INTERNET MUDOU A PAQUERA?

O mundo deu voltas. A comunicação humana já passou pelos sinais de fumaça. Ruído de tambores, mensageiros que viajavam longas distâncias para a entrega de uma carta, correio aéreo, telégrafo, telefone... e hoje podemos nos comunicar em tempo real através da Internet. Com a nova tecnologia, a maneira dos encontros amorosos também mudou.
"Encontros virtuais servem para conversar, trocar experiências, passar o tempo, atenuar a solidão, namorar e até fazer sexo (virtual), num encontro de sociabilidades". Apesar das pessoas estarem ligadas a um aparelho, elas passam a ser espectadores, atores e diretores de sua própria história. "Talvez na base deste fenômeno haja o desejo do homem de compensar o desaparecimento progressivo dos lugares públicos para encontros em nossa vida de todos os dias ou talvez seja somente uma nova forma de comunicação". afirma a professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) da disciplina [Relacionamento Amoroso: teoria e pesquisa] e doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo, Lídia Weber, a tração física parece não ter mais tanta importância para um contato inicial.
O namoro via internet nada mais é que um reflexo de nosso tempo, tão individualista e ligado ao consumo rápido e descartável. A questão tem dois lados. O negativo, a pessoa clica e fala com quem lhe interessa no momento que quiser, inventa-se um personagem, ou seja, não se respeita o outro do outro lado do monitor. O lado positivo, se a partir de paqueras via net, a pessoa consegue se soltar e vivenciar mesmo que virtualmente o que é se relacionar com alguém, válido também para pessoas tímidas e, só se depois do treino, partir para relacionamentos reais.

nunca minta

O interesse neste tipo de relação é sui generis porque não existe o contato real. "Já que a presença física não é real, a informação deve ser real. A mentira poderá levar a uma situação bastante embaraçosa e até mesmo desastrosa".
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A palavra Sexo continua a liderar a pesquisa nos motores de busca nacionais, revela uma análise da Marktest referente ao primeiro semestre deste ano. De acordo com os dados do estudo Netpanel, 151 mil portugueses pesquisaram a palavra sexo, o que corresponde a 9,3 por cento dos internautas ativos neste período.
Sexo, eMule e Gmail entre as palavras mais procuradas na Internet

Sexo Virtual


Como que acontece esse tipo de relação? Sexo virtual é o sexo via internet. Uma pessoa de um lado do computador conversa, com outra que está em frente a outro computador. O diferencial de qualquer outra conversa é que os assuntos são estimulantes: é sobre sexo, um estimulando o outro por meio de olhares e da visão facilitada pela web cam. E entra em jogo a fantasia e a imaginação de cada um.
As pessoas que praticam sexo virtual podem ou não esconder a sua identidade verdadeira, o que lhe permite, de modo explícito, dar vazão aos seus desejos e fantasias sexuais. São aquelas pessoas que criam perfis falsos ou não mostram o rosto, apenas ligam a webcam e mostram "sua outra face". Eu não sei se sexo virtual é uma boa coisa, porque as vezes envolve fatos como pedofilia e outras coisa estranhas.
Só um detalhe importante: o contato olho no olho, frente a frente, bem ao vivo, jamais deve ser deixado de lado! Usar o sexo virtual como um estímulo erótico a mais, não tem problema nenhum. Mas, optar exclusivamente por esses encontros virtuais e descartar totalmente o contato ao vivo pode não ser uma boa escolha. Vale mais a pena apostar num meio-termo.

Foi-se o tempo em que transar era sinônimo de contato físico, penetração, beijos e carícias. Um simples acesso a internet e uma webcam podem oferecer prazeres e sensações que antes só eram possíveis entre quatro paredes.
O chamado cybersexo é uma forma de masturbação muito comum entre os internautas apaixonados ou ávidos pelo desejo. As pessoas criam uma fantasia tão mágica com relação à necessidade da própria sexualidade que o sexo se transforma em excitamento tão imediato que o simples fato de estar frente ao computador, pode desencadear um estímulo sexual enorme.
"... E os dedos,
ávidos de desejos,
a delinear as curvas,
os gestos, no teclado
noite adentro.
Vadios de nós...
virtuais...


Amar o não visto.
Dos gemidos dados,
ouvidos ao longe,
oceanos adentro. Procurando um jeito de,
ao conquistar
conquistar-s
e".
Ivaldo Gomes

A pessoa passa a viver a própria sexualidade de forma virtual, sem o contacto com o outro, numa forma velada de masturbação, aparentemente com a imagem do outro. O isolamento e a privacidade ficam de tal forma exclusivos que somente as pessoas colocando os computadores em locais visíveis, poderão se proteger deste enclausuramento virtual.


Só que... o namoro virtual não é bom para os desesperados.

Existem muitas divergências nas opiniões sobre essa nova modalidade de sexo, como por exemplo a análise feita pelo psicólogo, psicanalista e sexólogo Cássio dos Reis:
São homens e mulheres que vivem as próprias fantasias sexuais através de imagens e simulações levando a uma excitação tamanha que as torna sexualmente satisfeitas, desprezando assim, a sensação da necessidade real do contato sexual.... A pessoa passa a viver a própria sexualidade de forma virtual, sem o contato com o outro, numa manifestação velada de masturbação usando para isso, a imagem do outro. Veja mais em toque feminino aqui .

"O prazer sexual tenderá a se fechar em um mundo tão virtual que o contato com o outro tenderá a ser visto como um retrocesso, o que definitivamente não é verdade. O sexo é um complemento da relação e precisa da conivência e da participação do outro, a fantasia ode ser o tempero, mas não deve ser o único meio de excitação e realização sexual. Os relacionamentos a distância são sempre muito sedutores, a realidade nem sempre. É necessário aprender lidar com as diferenças, a virtualidade acaba anulando esta necessidade, o prefeito idealizado parece real". Ler mais aqui ***

Texto adaptado conforme pesquisas na net.

7 comentários:

  1. Amei o post,verdadeiro e super atual, mas sinceramente eu prefiro o real sempre ...rsrs
    Beijos amada e bom dia pra ti...

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  2. É por isso que eu nunca descarto a possibilidade de um encontro real. Eu sempre tento trazer estes relacionamentos para a realidade. Não só sexual, mais de amizades também. É chato conhecer uma pessoa sem ter o toque corporal, um beijo, um abraço.

    Houve um tempo em que eu considerará o sexo virtual como uma coisa boa, hoje em dia eu procuro ficar só nas excitações, mais o que eu quero mesmo é me encontrar fisicamente com a pessoa. E me surpreendo com a negativa das mesmas, as vezes por medo (Tudo bem), mais o que eu tenho percebido é que as pessoas só querem mesmo é ficar na internet. Isso é ridículo. Pra mim é ridículo.

    Beijos moça Amante.
    Conde.

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  3. Perco-me entre tuas palavras com prazer...

    Beijos_nus
    AL

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  4. Adorei o texto e acho que a paquera mudou sim!

    Amante linda, ótima quinta pra você.

    Beijos maravilhosa.

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  5. Oi minha Amante predileta. rsrs...

    Valeu pelo comentário e aproveito para dizer que o link funcionou direitinho. rsrs... Me trouxe diretamente aqui.

    Beijão do Conde.

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  6. Querida,
    que análise ótima vc fez ...
    eu gostei muito do seu espaço, um post mais interessante do que o outro.

    beijos pra vc ...

    Curiosa

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  7. interessante e provavelmente dá que pensar.
    gosto do momento virtual. sigilo, prazer, desejos ,curiosidade e entrega.
    temos que gostar do que esta do outro lado assim como na vida real. como se um sonho real com pessoas palavras e prazer...
    mas falta o toque o beijo o hálito os risos.
    nunca esquecer a parte real mas não sendo o outro (virtual) interessante com a pessoa interessante ; )

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