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Meu negão especial

Todos finais de semana os prédios com "hotéis" da mesma categoria e finalidade tinham sua movimentação duplicada com a presença dos soldados da US Army Bases in German, que, com a folga no quartel trançavam de um lado a outro misturando-se aos clientes habituais pelos corredores dos andares, agora numa marcha rumo aos prazeres, afoitos, famintos desejosos.
Apenas um objetivo depois de uma semana dentro da base em treinamento e disciplina: mulheres, mulheres e nada mais. Chegavam explodindo de tesão e saudade do corpo feminino, seu cheiro, sua voz, seu toque. Desejavam passar as mãos por sua pele e pelos. Cheirar uma buceta, escorregar a mão na sua melosidade, sentir a quentura do seu interior, afogar-se em gemidos e gozos.

Foi naquele sábado a tarde quando ao meu redor ouve um pequeno desentendimento com um deles, que insinuou entrar no quarto antes de combinarmos alguma coisa o que não deveria ser dessa forma. E foi assim que percebi por trás dos outros, um olhar indagador que captou o clima do momento e perguntou se eu precisava de ajuda.
Ele chegou destacando-se de todos. Alto, magro, negro, mais maduro que os demais, um jeito descontraído, portava ares de líder entre os outros que se afastaram abrindo-lhe caminho. Por certo um superior do regimento ou responsável por alguma divisão. Só sei que ele notadamente possuía algum privilégio. Sua postura me encorajou quando tive a feliz idéia de dizer polidamente:
— Desculpem, mas, meu namorado chegou, e fixei firmemente o olhar nele que veio com um meio sorriso carregado de cumplicidade e malícia.
Entrou comigo, sentamos na cama lado a lado comentamos rapidamente algo sobre o ocorrido, perguntou se podia aliviar-me a tensão e de como eu gostaria que fosse porque adorava proporcionar prazer também, e deitou-me na cama pegando em minha xota ao mesmo tempo que procurava minha boca para um beijo que consenti espontâneamente porque ele me despertou um enorme desejo, afinal, foi o "meu salvador". Eu queria gozar com ele, no seu pau cor de chocolate, humm delicia de homem, que tesão eu estava nele. Mas, antes o levei ao banheiro e fiz-lhe carícias enquanto lavava seu pinto duríssimo. Essa precaução era imprescindível assim como o preservativo.


metendo de ladinho



Seu toque era divino com aquelas grandes mãos que me passavam por todo corpo, abaixou e deu-me uma chupada molhada, sua língua deslizava no meu clitóris por um bom tempo e depois virou-me de lado e encaixou seu corpo no meu formando uma conchinha, puxando minha perna em volta do seu quadril, me masturbando e esfregando a cabeça do cacete forçando devagar a entrada até que me invadiu completamente levando-me ao delírio e começou um vai e vem delicioso em sintonia com seus dedos hábeis, no meu clitóris intumecido e duro... ahhhh esse homem era um sabedor da mulher e como metia bem aquele negão gostoso, cheiroso que parecia ter todo o tempo do mundo para me comer.
Eu mal conseguia pronunciar as palavras que tentava dizer, por causa da respiração entrecortada com nosso movimento que era sincronizado numa deliciosa agitação e seu dedo teimava no meu talinho, ah, loucura de safado!
Meu orgasmo estava chegando numa grande onda de prazer e comecei involuntariamente a ter contrações dentro de toda a vagina, que massageava e engolia profundamente aquele pauzão... aí sim, não havia como voltar atrás e rompi num delicioso gozo onde não sabia se gritava ou chorava com ele ali durão, firme e em plena convicção de estar me realizando continuou fudendo até meu fim, depois alisou com a mão minha buceta meladinha besuntou o dedo e foi enfiando no meu cuzinho ao mesmo tempo em que seu pau me preenchia toda a xana metendo, aumentando a velocidade das estocadas quando soltou seu desabafo prazeroso em voz rouca, mas, quase em gritos ...ahhhh my baby now I go !!! sua porra esquentou-me por dentro.




Recordar é viver um pouquinho de cada momento, e então presume-se..........

macho alfa

Essa delícia de homem que conseguia ter dois gozos de pau dentro, foi o "comandante" e realizador dos meus desejos por um bom tempo e tivemos um breve relacionamento afetivo e sexual, eu disse: breve.
Nosso sexo não exigia posições mirabolantes e nem tampouco fantasias extremas, ele era um homem ativo e dominador no sentido de ser macho na cama que fazia-me sentir muito fêmea.
Muitos bons momentos rolaram conosco entre lençóis, suor, beijos , gemidos e foi bom, muuuito bom! e como eu mamava naquela pica gostosa!
Como disse, era um sabedor da anatomia genital da mulher e possuía um grande potencial de sedução. Ele não foi meu cliente, e sim algo mais.
Certamente teríamos continuado por mais tempo, não fosse minha viagem programada para Hong Kong com mais duas amigas.


Veja também nesse blog a deliciosa noite com um australiano safado e gostoso até demais.


Clique bem na xoxota e chegue até lá.





Amante
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5 comentários:

  1. Ahhhhhhhh Negão... Privilegiados por natureza. Pude sentir o teu prazer lendo o conto e afoito a cada linha. Meu pau quis sair da cueca a todo momento ao ler essa história.

    Homem que é homem, SENTA-LHE A PICA COM VONTADE, é disso que a mulherada gosta. Esse lance de foder devagarzinho é uma vez ou outra.. rsrs... O bom é coro de pica mesmo. Fazê-la gritar, gemer, arranhar, morder, descontrolar-se. Isso sim é sexo gostoso. É nestes sexos gostosos que a bucetinha escorre por todo o pinto seu precioso líquido a cada estocada com força.

    Ohhhhhhh mulher, é que eu gosto de ler-te com paciência.

    A propósito, para não perder o costume...
    Quanto custa o programa? rsrs...

    Beijão linda. Você é um tesão.
    Conde Vlad.

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  2. Bom dia minha Amante Favorita.

    Beijão do Vlad.

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  3. Linda,

    Há presente para você no blog da Loba.

    Depois volto para deixar meu comentário acerca desse post. Adorei essa história.

    Beijão!!!!!

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  4. Uma anónima22:12:00

    Desde que iniciei a minha vida sexual, que imagino como será ser penetrada por um negão. Tenho observado, tanto na internet como em alguins filmes, que alguns deles possuem penis monstruosos. Eu, embora casada á 4 anos, tenho 27, não tive filhos, pelo que estou ainda bastante apertadinha e receio ser dificil aguentar a penetração de um pénis como esses que tenho visto nos negros. O meu marido desconhece que em muitas nas nossas relações sexuais. fecho os olhos imaginando que é um negro que está ali comigo e a sua pele negra em contraste com a brancura da minha, ficando muito mais excitada com esse pensamento. Desejo continuar a ser fiel ao meu marido, mas se tivesse uma aventura sexual com o seu consentimento, tal como sucede com muitos casais, não considero uma traição, inclusivamente até se êle próprio também participasse, o que eu não me importava, pois essa aventuira não iria ter qualquer influência no amor que dedicamos um ao outro e talvez o nosso relacionamento sexual melhorasse Encontro-me portanto neste dilema, uma aventura sem o seu conhecimento ou sonda-lo discretamente com a minha fantazia até ver qual a sua reacção.

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    1. Carlota José15:50:00

      Anónima, ao passar por este blog e ao ler a fantazia que germina no teu cerebro, fiquei curiosa em saber se já sondas-te o teu marido quanto ao assuno. Caso não o tenhas feito não desistas dessa experiência e se êle recusar á sempre a possibilidade de a realizares sem o seu conhecimento. Vou contar a minha aventura com um negro. Estou divorciada, tenho 33 anos e no verão de 2014, após 1 ano do divórcio sem a ter qualquer relacionamento sexual, decidi-me por uma aventura. Sou residente numa pequena cidade do norte de portugal, onde todos se conhecem e portanto qualquer aventura sexual teria de ser bem distante. Decidii passar umas férias em São Tomé e Principe, em que os naturais são de origem africana.. Convidei uma amiga, também divorciada e lá fomos as duas. A minha amiga estava bastante receosa de alguém vir a saber. Fiz~lhe ver que tal era impossivel, visto ninguém nos conhecer, ficaria apenas entre nós. Concordou alinhar mas se eu fosse a promeira, para lhe esclarecer se era ou não deloroso ser penetrada por um nagro. A pessoa certa e a mais facil seria um dos empregados do hotel. Só um dêles me despertou interesse. Chamava-se Rui. Aparentava 20 e poucos anos, alto, musculoso e bastante educado Comecei a insinuar-me perante êle, mas talvez por recear perder o emprego fingia não perceber: Foi necessário mesmo propor-lhe passar uma noite connosco na cama, mas uma em cada noite. Os olhos dêle brilharam, mas disse que naquele hotel não, porém já tinha passado noites com clientes desse hotel num outro que ficava próximo e êle trataria de tudo, podendo ser na noite seguinte. No dia seguinte disse-me qual o hotel e o nº do quarto, para subir a partir das 22h00, pois já estaria á minha espera. Apesar do desejo que sentia estava nervosa. Ao jantar bebi mais vinho do que habitualmente, para descontrair Fui pontual, não vi ningúém na recepção, ficando satisfeita com isso porque se houvesse alguém logo iriam saber o que eu ia fazer. Cheguei ao quarto, onde o Rui já se encontrava. Notei que havia acabado se sair do banho. Aproximou-se de mim, perguntou se podia beijar-me. Disse-lhe que sim. Nunca tinha beijado um negro. Não sei qual a razão, mas os seus lábios estavam doces. O meu tesão era tal que a minha lingua procurou a dêle que também estava doce. Nenhum de nós aguentava mais tempo. Arranquei-lhe o pouco vestuário que tinha, enquanto me despia também. Ao ver o que êle tinha entre as penas não queria acreditar que tudo aquilo iria entrar dentro de mim, não sei quantos centimetros tem, mas é lindo, bem negro, veias salientes, grosso e comprido, com uma cabeça enorme. De certeza que tinha de maguar ao entrar, principalmente em quem não era penetrada á mais de um ano. O Rui deitou-me na cama, beijando-me todo o corpo. Desejei meter na boca aquela lindeza, mas contive-me. Abriu-me as pernas e começou por beijar e lamber toda a zona que circunda a cona, da qual escorria tanta excitação que me inundava as coxas, não tocava porém onde anciava tanto sentir a sua lingua Finalmente chegou lá, que delicioso minete. Foi o primeiro orgasmo da noite. Rodopiava no clitóris e metia a lingua tão profundamente que parecia atingir o útero. Afastou-me mais as pernas e posicionou-se para me penetrar. Eu abri os grandes lábios para facilitar a entrada da cabeça; mesmo assim doeu bastante quando entrou tudo, parecia estar virgem; nas estucadas a cabeça batia com violência no útero, mas era uma dor gostosa que provocava orgasmos continuados.Não irei descrever todas as posições em que fodemos durante quase toda a noite, apenas direi que senti melhores orgasmos na posição quatro, em que aquele enorme pausão entrava em mim até ao saco e a cabeçorra batia continuadamente no útero. Foi uma noite de sexo maravilhoso. Saí de madrugada. Fui para o meu hotel descansar, bastante dorida, mas não arrependida desta aventura. Disse á minha amiga que podia ir á confiança, mas não lhe revelei as dimenções do caralho que ia penetra-la com receio de ela desistir. Assim,na noite seguinte foi ela a deliciar-se e segundo me afirmou também gosou muito.

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