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Poema da Buceta

Gustave Courbet (1819-1877) L'origine du monde (A origem do mundo), 1866
Óleo sobre tela; (46x55)
Musée D'Orsay, Paris, França.

A buceta da minha amada
tem pêlos barrocos,
lúdicos, profanos.
É faminta
como o polígono-das-secas
e cheia de ritmos
como o recôncavo-baiano.

A buceta da minha amada
é cabeluda
como um tapete persa.
É um buraco-negro
bem no meio do púbis
do Universo.

A buceta da minha amada
é cabeluda,
misteriosa, sonâmbula.
É bela como uma letra grega:
é o alfa-e-ômega dos meus segredos,
é um delta ardente sob os meus dedos
e na minha língua
é lambda.

A buceta da minha amada
é um tesouro
é o Tosão de Ouro
é um tesão.
É cabeluda, e cabe, linda,
em minha mão.

A buceta da minha amada
me aperta dentro, de um tal jeito
que quase me morde;
e só não é mais cabeluda
do que as coisas que ela geme
quando a gente fode.


Bráulio Tavares

10 comentários:

  1. Uma boceta deliciosa!
    LEO
    uma boa semana proce!

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  2. Nossa ...
    O cara é foda!
    Parece ter uma intimidade com a mulher, inigualavel!
    Adorei este tezão todo!
    Beijos
    T I N I N

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  3. Eta que bucêta,
    Só de ver me fiz poeta,
    Parecece até,
    A xereca da Julieta.

    Quisera ser o dono,
    Dessa mulher,
    Não é preciso nem procurar,
    Nem escolher.

    Diante da sua beleza nua,
    Nela eu pude me inspirar,
    Só de olhar pra essa bucêta,
    De pau duro pude ficar.

    Mesmo com os meus sessenta,
    Tamanho é o meu tezão,
    Por essa linda mulher,
    Que toca fundo meu coração.

    Pago pra ver ela comigo,
    Uma como ela sou incapaz de deixar,
    Basta ela fazer barba, cabelo e bigode,
    Mais apaixonado sei eu vou ficar.

    Quanto mais inspirado,
    Assim como eu estou,
    Por essa bucêta cabeluda,
    Que me inspirou.

    Toda essa poesia apimentada,
    Que faz qualquer um amar,
    Como eu amo esse bucetão,
    Que pôde ssim me inspirar.

    Mais de dez mil poeias inspirei,
    Algumas eu pude registrar,
    Das quais deixo nos meus recados orkut,
    Pra quem quiser comentar.

    Essa poesia pode ser erótica,
    Mais erótica é essa mulher nua,
    Que me inspira, me atrai,
    E igual a ela não se acha na rua.

    Perto da minha rua deserta,
    Do outro lado da calçada,
    Uma morena se sexibiu nua,
    E foi por mim amada.

    Da sua casa com a porta entre aberta,
    Ela nua se exibia sem se intimidar,
    A sua nudez dominou a minha mente,
    Aponto de me fazer nela sonhar.

    Como castigo injustamente,
    Fui condenado a pagar,
    E ainda a viver apaixonado,
    Sem poder a ela conquistar.

    Ela se tornou,
    Uma mulher proibida,
    Sem direito de ter direito,
    A ter a sua vida.

    Ela cresceu se fez mulher,
    Só me resta de longe pra ela olhar,
    Ela ocultou a verdade,
    Que só nesta poesia eu pude revelar.

    Do poeta: Paulo de Andrade

    E-mail: ORKUT - MSN =
    poetapaulo2410@hotmail.com

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  4. Assistindo um video,
    Me veio essa inspiração,
    Que eu aqui descrevo,
    Sem ocultar o palavrão.

    Que faz a senssura,
    Tamanho verso apagar,
    O que pude assistir,
    Busco aqui lembrar.

    Eta que bucêta,
    Só de ver me fiz poeta,
    Parece até,
    A xereca da Julieta.

    Quisera ser o dono,
    Dessa mulher,
    Não é preciso nem procurar,
    Nem escolher.

    Diante da sua beleza nua,
    Nela eu pude me inspirar,
    Só de olhar pra essa bucêta,
    De pau duro pude ficar.

    Mesmo com os meus sessenta,
    Tamanho é o meu tezão,
    Por essa linda mulher,
    Que toca fundo meu coração.

    Pago pra ver ela comigo,
    Uma como ela sou incapaz de deixar,
    Basta ela fazer barba, cabelo e bigode,
    Mais apaixonado sei eu vou ficar.

    Quanto mais inspirado,
    Assim como eu estou,
    Por essa bucêta cabeluda,
    Que me inspirou.

    Toda essa poesia apimentada,
    Que faz qualquer um amar,
    Como eu amo esse bucetão,
    Que pôde ssim me inspirar.

    Mais de dez mil poeias inspirei,
    Algumas eu pude registrar,
    Das quais deixo nos meus recados orkut,
    Pra quem quiser comentar.

    Essa poesia pode ser erótica,
    Mais erótica é essa mulher nua,
    Que me inspira, me atrai,
    E igual a ela não se acha na rua.

    Perto da minha rua deserta,
    Do outro lado da calçada,
    Uma morena se sexibiu nua,
    E foi por mim amada.

    Da sua casa com a porta entre aberta,
    Ela nua se exibia sem se intimidar,
    A sua nudez dominou a minha mente,
    Aponto de me fazer nela sonhar.

    Como castigo injustamente,
    Fui condenado a pagar,
    E ainda a viver apaixonado,
    Sem poder a ela conquistar.

    Ela se tornou,
    Uma mulher proibida,
    Sem direito de ter direito,
    A ter a sua vida.

    Ela cresceu se fez mulher,
    Só me resta de longe pra ela olhar,
    Ela ocultou a verdade,
    Que só nesta poesia eu pude revelar.

    Do poeta: Paulo de Andrade

    E-mail: ORKUT - MSN =

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  5. "Coisa Que Mulher Tem"

    Boceta, vagina, xoxota!
    O coisa difícil de se explicar
    Essa coisa quando vejo
    Me desperta um desejo
    De algo lá dentro guardar.

    Guardar algo lá, não é tão fácil assim
    Toda boceta tem uma dona que faz jogo duro
    Mas quando ela ver meu jogo duro
    Vai querer dar sua coisa só pra mim.

    Essa coisa é tão especial
    Tem muitas utilidades
    Colocar, tirar, dar e até receber
    Toda mulher tem,
    Mas sua coisa, poucas me deixam ver.

    Coisa que não quero só ver,
    Quero também fazer carinho,
    Bem devagarinho, com meus dedos acariciar.
    Sua dona sempre fica com medo e pergunta se vai machucar
    Digo pra ela apenas relaxar, pois segundo a Marta Suplicy,
    A segunda parte logo virá.
    Porque faço como neném, então, é normal de perguntar,
    Mas apenas pego na mão e na boca quero colocar!

    Falando em neném, tirei a seguinte conclusão,
    Depois que você ver e pegar na mão,
    Nunca mais vai querer largar.
    O homem passa nove meses tentando sair
    De onde passará a vida inteira tentando entrar!

    (Victor Tamaso)

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  6. "A Cópula"

    Depois de lhe beijar meticulosamente
    o cu, que é uma pimenta, a boceta, que é um doce,
    o moço exibe à moça a bagagem que trouxe:
    culhões e membro, um membro enorme e turgescente.

    Ela toma-o na boca e morde-o. Incontinenti,
    Não pode ele conter-se, e, de um jacto, esporrou-se.
    Não desarmou porém. Antes, mais rijo, alteou-se
    E fodeu-a. Ela geme, ela peida, ela sente

    Que vai morrer: - "Eu morro! Ai, não queres que eu morra?!"
    Grita para o rapaz que aceso como um diabo,
    arde em cio e tesão na amorosa gangorra

    E titilando-a nos mamilos e no rabo
    (que depois irá ter sua ração de porra),
    lhe enfia cona adentro o mangalho até o cabo.

    (Manuel Bandeira)

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    Respostas
    1. Obrigada aos poetas que inspirados na beleza da maior expressão feminina, fizeram cada um o seu belo poema em homenagem a xoxota.

      Adorei.
      Obrigada

      Excluir
  7. http://chicaescreveporai.blogspot.com.br/2012/02/uma-carona-diferente.html?showComment=1368413646258#c6434302427085412224

    Poeta: Paulo de Andrade

    E-mail: Orkut / facebook / Site: euautor.com.br
    AQDJ = 18 de Julho de 2003 / 18 de Julho de 2013 = AQDJ
    poetapaulo2410@hotmail.com

    TELEFONE: (21) 32878655

    Não diga Alô,
    Diga Oi ao atender,
    A Telemar já era,
    Já foi muito prazer.

    Não deixe a distancia,
    Com a nossa amizade acabar,
    Mais de treze mil poemas escrevi,
    Algumas eu pude registrar.

    Por essa estrada me perdi,
    Em cada verso busco me achar,
    Preciso urgentemente de um amigo empresário

    Que possa querer me ajudar,
    Um livro de poesia senti,
    Querer um dia publicar até o meu aniversário.

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  8. Engraçado é ver a coisa cuspida,
    Sair de dentro de um buraco escuro,
    Nove meses depois de ver a coisa dura,
    Por traz de um túnel ou de um muro.

    Essa coisa cuspida crescer,
    De tal maneira como menino ou menina,
    Num homem ou mulher se transformar,
    Ainda um estranho a beijar numa esquina.

    Ainda mais provocar outra cuspida,
    Fazendo em nove meses uma outra vida,
    Que parece querer também copiar,
    Tudo que outros puderam provocar.

    Como todo mundo aprende depressa,
    A querer molhar o biscoito,
    Aponto de fazer aparece,
    Ao longo da vida mais oito.

    A vida é mesmo assim,
    Todo mundo nascemos pra copiar,
    Aprendemos depressa,
    Numa cama o biscoito molhar.

    Do poeta: Paulo de Andrade



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  9. Essa poderia ser minha
    Não por um dia somente,
    Quisera que fosse mesmo,
    Por toda eternidade.

    Por nada eu a deixatia sozinha,
    Caso ela me quisesse naturalmente,
    Ser seu amigo não é o bastante,
    Ela me inspira felicidade.

    Diante da sua beleza nua,
    Quisera nela poder me inspirar,
    Como poeta aqui estou,
    Para esse meu talento divulgar.

    Do poeta: Paulo de Andrade

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