De pernas abertas

Quando eu me abrir,
você pode me olhar,
deve tocar, tem que ferver.
Você pode morder,
lamber e não fugir,
introduzir aqui as histórias plantadas
nos nervos do teu sexo ereto,
correto e fiel.
Quando eu me abrir,
você pode abrir mais,
afastar minhas coxas,
sugar meu juízo,
fotografar meu clitóris.
É nele que pulso agora.

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