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Conhecendo o terreno

Frankfurt


No trajeto que percorríamos, eu observava uma paisagem bem diferente da que meus olhos e sentidos estavam habituados. A cidade era silenciosa e como disse fazia muito frio.
Chegamos à rua do nosso destino e o táxi parou bem no nº 30, olhei o prédio. Tinha mais ou menos uns 4 ou 5 pisos com elevador e adentramos por ele. No primeiro piso ficava a portaria que era mantida a portas fechadas onde os encarregad0s se encontravam a disposição para nos orientar e arrumar os apartamentos para as novas hóspedes. Falavam alemão, mas logo viram que éramos brasileiras e passaram para o espanhol. Antes assim, principalmente para mim que não sabia nem um bom dia no idioma deles.
No momento não havia vagas para nós duas, mas no dia seguinte estava garantida a nossa acomodação.
Ainda dentro do prédio eu observava o movimento, via homens entrando e outros saindo, andavam pelos corredores olhando as muheres uma por uma, calados, silenciosos e sem nenhuma expressão estranha em seus semblantes. Tinham uma postura bem natural e se mostravam a vontade. As vezes um leve sorriso.
Bom, a aparência dos homens me agradou na maioria e pensei "humm que delicia de homens" que estava louca para iniciar minha nova posição.
Havia uma grande mistura de etnias, vinham de toda parte do mundo eram italianos, ingleses, portugueses, marroquinos, chineses, egípcios, negros, indianos, japoneses, iranianos, muçulmanos em grande quantidade com a inseparável japamala entre os dedos, bastante soldados da US Army Bases in Germany e de toda europa enfim, em final de semana ali era uma verdadeira Babel.
E eu estava curiosa para começar logo e iria me transformar numa prostituta em breve, numa puta que gosta de sexo e que goza pra valer.
Me falaram que eu não precisava gozar, mas ser muito gentil, sensual e fogosa que eles adoram e se sentem mais estimulados mas, se gozar também vai agradar mais ainda.
Logo fiquei sabendo que o tempo com eles era no mínimo 15 minutos e no máximo até 30, sem necessidade de tirar toda a roupa que podia ser um colant (tipo maiô) erótico, calcinha e soutien charmosos em renda e bordados, cinta liga, sapatos de salto, algumas usavam botinhas, cabelos lavados e sedosos, um leve perfume (já imaginou uma puta sem perfume?).
A profissão é legalizada   - com direitos de uma trabalhadora qualquer e impostos a pagar.
Mulheres de outros continentes apesar de serem bem vindas não tinham autorização para exercer a profissão.
Depois das apresentações, nos hospedamos num hotel próximo até o dia seguinte. Após um banho saímos para comer alguma coisa pois ja era noite mas, primeiro passamos por um bar para um drink, conhecer e ver pessoas. Homens principalmente of course.
E eu não queria scotch whisky, vodka, vinho ou outra bebida. Estava a fim de tomar uma bela de uma BIER, e porque não?Já estávamos uns 15 minutos tomando a nossa no meio de um papo, quando sem que esperássemos o garçom trouxe duas taças de cerveja anunciando ser cortesia vinda de uma mesa próxima. Olhei para o lado para ver a direção e conhecer o gentil cavalheiro e, um olhar me buscava. Fitei-o, nossos olhares se encontraram. Fiquei excitada...




ainda vai ter mais

Amante 
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3 comentários:

  1. Esses olhares fortuitos são muito excitantes...

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  2. Olá! Fiquei muito grato por ter descoberto o meu blogue e foi uma excelente surpresa ter descoberto o seu. Sensual, graficamente irrepreensível e com muito boa escrita. Obviamente vou seguir.
    Consegue aliar erotismo e suspense com mestria. Ficamos muito curiosos em saber a continuação da história...

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  3. gostei daqui;

    volto depois pra ver mais!

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