Passando a mão na buceta

Por baixo da minha calcinha, a tua mão faz 
desenhos: abismos, mar fundo, esquinas de língua 
onde se possa parar, casas de sêmen. 
Enquanto tudo acontece, meus gemidos devoram 
teu ar. 

Erica  de Paula


A maioria dos leitores quando buscam um site erótico ou apimentado, esperam ver imagens de preferência mostrando um caralho em ação socando uma buceta. Já recebi reclamações indiretas de leitor ao postar sexo oral na mulher alegando que faltou alguma coisa, como se sexo oral na mulher não fosse também uma ação completa.

Eles pensam que uma boa foda deve ser imperiosamente na base da caceta na buceta.

Socando na buceta
Eu também gosto de ver imagens de sexo, me excita e adoro sentir um pau dentro de mim. Mas nem sempre é esse o momento. Alguns mais limitados na cama até confessam que não sabem o que fazer com uma xoxota na cara, outros sentem nojo, alguns se vêem humilhados por estar entre as pernas da mulher trabalhando uma linguada no seu grelo enquanto levanta os olhos para ela. Imagina-se numa posição submissa e humilhante. Qq isso heim?

Sexo oral é mais uma modalidade e dá grande prazer tanto para o homem como para a mulher. Sentir a quentura de uma xana prestes a gozar, sua pulsação a umidade dela na boca, seu sabor aliado as contrações do orgasmo não tem preço.
Se você não sabe o que faz diante de uma puzzy próxima a sua boca, é simples: Não precisa ser um gênio, sua fêmea saberá dirigi-lo à um resultado satisfatório para ambos. Mas, não é para ficar só brincando de lamber a bichinha da forma como um leão com sua presa antes da mordida fatal. Lamber é bom, é o começo, mas a história continua, tem que levar a sério no clitóris, ele é o foco, é o que ela espera de você, enquanto isso experimente introduzir devagar um ou dois dedos dentro, nada de pressa, o tempo é um aliado dos dois.

Que tal um 69? já esqueci as vezes em que gozei simultaneamente com ele atarracado na minha faminta xereca e eu engolindo seu pau quase até o cabo com porra e tudo, isso mesmo.

Se o homem sabe chupar só nos resta gemer, contorcer e gozar na boca dele - ➽ esse sabe.

Depois dessa, ela vai querer se sentir atolada no seu pau. #Verdade. #Fato 💋

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Trecho do livro “A casa dos Budas Ditosos” escrito no feminino

"Hoje de tarde esteja na casa-grande velha, na hora em que minha avó estiver dormindo. Sozinho e não diga a ninguém."

Em todo caso, depois de marchar parado e esfregar as orelhas novamente, ele respondeu que ia, e eu senti uma cócega funda me subindo das coxas para a barriga. Senti muitas outras vezes essa cócega, até hoje sinto, mas nunca como nesse dia. Quando ele chegou, parou bem embaixo da arcada do salão, com aquele calção de saco de aniagem sem nada por baixo, vi logo que era uma ereção impetuosa, uma força irresistível forçando o pano quase no meio da coxa esquerda, e ele cruzou as mãos por cima, numa posição que agora eu talvez possa considerar engraçada, mas na hora não me pareceu. Senti a cócega na barriga outra vez, mas ao mesmo tempo não gostei.
Não sei direito por que não gostei, mas na hora achei que foi porque fiquei pensando em como era que aquele negrinho, aquele projeto de negrão, aliás, sabia que tinha sido chamado para sacanagem. E se eu quisesse somente pegar passarinhos, mostrar a ele os livros e lhe ensinar algumas letras do alfabeto? Só me lembro disso, embora tenha certeza de que muito mais se passou atropeladamente por minha cabeça, e meu fôlego ficou acelerado. Então veio o estupro, um inegável estupro.

Domingo, e o nome dele era Domingos. Rodei os olhos por aquelas paredes, apareceu na minha cabeça padre Vitorino na aula de catecismo, dizendo que domingo queria dizer o dia do Senhor, dominus vobiscum et cum spiritum tuum introibo ad altare Dei ite missa est, aqueles latins do outro mundo e pareceu que um redemoinho me pegou, meus olhos só viam em frente, meus ouvidos zumbiam, e eu falei, levantando a saia e baixando a calçola: — Chupe aqui.

  daqui a pouco eu consigo, é quase uma questão de honra, não vou ficar satisfeita se não disser , já razoavelmente emplumada e enfunada como um cavalo de combate, me senti poderosa, marchei para ele, apertei-o no meio das pernas e, mordendo a orelha dele, disse outra vez que ia contar a meu avô a ousadia dele.
Não me recordo do que ele respondeu de pronto, lembro que cuspiu para o lado e disse que aquilo não, nada daquilo. Curioso, tudo está vindo de volta como nunca antes. Lembro que olhei para baixo e vi no lugar geralmente designado por nomes ridículos sob os quais a realidade é disfarçada, vi o que eu tenho que dizer com todas as letras, porque de outro modo vou agir conforme tudo o que eu sou contra

Chupe aqui, disse eu, que não sabia realmente que as pessoas se chupavam, foi o que eu posso descrever como instintivo. Falei com energia e puxei a cabeça dele para baixo pela carapinha e empurrei a cara dele para dentro de minhas pernas, a ponto de ele ter tido dificuldade em respirar.

... acabou esguichando meu rosto e eu esfreguei tudo em nós dois
Não me incomodei, deixei que ele tomasse um pouco de ar e depois puxei a cabeça dele de novo e entrei em orgasmo nessa mesma hora e deslizei para o chão. A essa altura, ele já estava gostando e se empenhando e me encostei na parede de pernas abertas e puxei muito a cabeça dele, enquanto, me encaixando na boca dele como quem encaixa uma peça de precisão, como quem dá o peito para mamar, com um prazer enormíssimo em fazer tudo isso minuciosamente, eu gozava outra vez. Imediatamente, já possessa e numa ânsia que me fazia fibrilar o corpo todo, resolvi que tinha que montar na cara dele, cavalgar mesmo, cavalgar, cavalgar e aí gozei mais não sei quantas vezes, na boca, no nariz, nos olhos, na língua, na cabeça, gozei nele todo e então desci e chupei ele, engolindo tanto daquela viga tesa quanto podia engolir, depois sentindo o cheiro das virilhas, depois lambendo o saco, depois me enroscando nele e esperando ele gozar na minha boca, embora ninguém antes me tivesse dito como realmente era isso, só que ele não gozou na minha boca, acabou esguichando meu rosto e eu esfreguei tudo em nós dois.

João Ubaldo Ribeiro 1941/2014 é um dos mais importantes escritores brasileiros contemporâneos. Licenciado em Direito, fez o mestrado em Ciências Políticas na Universidade da Califórnia, e exerceu a profissão de jornalista. Viveu dois anos em Lisboa, regressando à sua ilha natal em 1983, onde reside. é  membro da Academia Brasileira de Letras.

Ele sabe de mim



Saudades daquele meu homem, do seu beijo carnal, safado, do seu caralho latejante, afoito, insaciável quando dentro de mim. Vontade daquele seu abraço total, comprimido, esfregado pela entrega da tesão.
Nada o fazia sossegar naquele momento em que possesso pelo desejo nunca conseguiu parar no meio do caminho. Ele queria a continuidade, me possuir até com uma certa agressividade em suas estocadas.
Vontades daquele seu jeito sabedor das minhas manhas e ele ia percorrendo meus caminhos com seus lábios, a língua deslizando, provando sabores, ele sabe de minhas reações, conhece meus gemidos, ele sabe fazer-me, que não basta apenas lamber minha buceta, que é preciso movimentar sua língua e endurecer meu grelo, suga-lo para que possa alcançar-me antes de enterrar-se dentro de mim, ele sabe como matar-me de prazer, pois, não é um macho pela metade, ele sabe fazer os temperos, me organizar, para valer seu caralho duro dentro de mim.

Agora vem todo e adentra desbravando-me a fenda, despeja seu desejo e encha-me com seu gozo, deleite-se entre minha pernas.





A ideia do homem como superior à mulher em todos os sentidos foi absorvida pelas leis e costumes das antigas civilizações do Oriente Próximo. 

A mulher se tornou primeiro propriedade do pai, depois do marido e em seguida do filho.
A Igreja desenvolveu horror aos prazeres do corpo, e as pessoas que se abstinham e optavam pelo celibato eram consideradas superiores.
Quando a Igreja Cristã, solidamente baseada em fundações hebreias, tomou conta do mundo ocidental como sucessora de Roma, os relacionamentos social e sexual ficaram fossilizados no âmbar do costume hebreu antigo. Aos preconceitos do Oriente Próximo os pais da Igreja acrescentaram os seus. O sexo foi transformado em pecado e a homossexualidade em um risco para o Estado. 
Para os padres da Igreja o sexo era abominável. Argumentavam que a mulher (como um todo) e o homem (da cintura para baixo) eram criações do demônio. O sexo era “uma experiência da serpente” e o casamento “um sistema de vida repugnante e poluído”.

Notáveis pensadores cristãos como Tertuliano, Jerônimo, Agostinho, juntamente com São Paulo, deixaram as mais duradouras impressões em todas as idéias cristãs subsequentes sobre o sexo. Eles eram homens que haviam levado ativa vida sexual antes de se converterem ao celibato, e que depois reagiram com total repulsa ao sexo. 

Foi Agostinho quem disseminou o sentimento geral entre os padres da Igreja de que o intercurso sexual era fundamentalmente repulsivo sujo e degradante . Metódio de indecoroso, Jerônimo de imundo, Tertuliano de vergonhoso. Entre eles havia um consenso não declarado de que Deus devia ter inventado um modo melhor de resolver o problema da procriação. Agostinho, posteriormente, concluiu que a culpa não era de Deus e sim de Adão e Eva. 

A Igreja desenvolveu horror aos prazeres do corpo, e as pessoas que se abstinham e optavam pelo celibato eram consideradas superiores. Mateus disse: “homens se farão eunucos voluntários”. 


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Texto de Regina Navarro Linsuma psicanalista e escritora brasileira. Também é palestrante em assuntos como relacionamentos afetivos e sexualidade. Autora de onze livros sobre relacionamento amoroso e sexual. Foi professora da cadeira de Psicologia e Comunicação, do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio, quando criou a cadeira de Dinâmica de Grupo.

Charles Bukowski foi um poeta, contista e romancista estadunidense nascido na Alemanha. Sua obra, de caráter inicialmente obsceno e estilo totalmente coloquial, com descrições de trabalhos braçais, porres e relacionamentos baratos, fascinou gerações que buscavam uma obra com a qual pudessem se identificar.Teve, como principais influências, Fiódor Dostoiévski, pelo pessimismo, e Ernest Hemingway, pelas frases curtas, jeito simples de escrever.
O telefone tocou naquela noite. Era Mercedes. Tinha conhecido ela numa leitura de poesia em Venice Beach. Ela tinha uns 28 anos, corpo interessante, ótimas pernas. Loira, de um metro e sessenta e poucos, olhos azuis. O cabelo era longo e ligeiramente ondulado. Fumava o tempo todo. Sua conversa era chata, seu sorriso estridente e falso quase sempre.
Tinha ido para a casa dela depois da leitura. Ela morava em frente ao deque, num apartamento. Toquei piano, ela bongô. Apresentou um garrafão de Montanha Vermelha. E uns cigarros. Fiquei muito bêbado para ir embora. Dormi lá, me mandei de manhã.

- Olha – disse Mercedes -, eu trabalho perto da sua casa agora. Quem sabe eu poderia dar uma passada aí pra ver você.
- Tudo bem. Desliguei.
Quinze minutos depois Mercedes apareceu. Vestia minissaia bem curta, sandálias e uma blusa barriga de fora. E brinquinhos azuis.
- Quer maconha? – perguntou.
- Claro! – respondi. Ela tirou o fumo e as sedas da bolsa e começou a enrolar uns baseados. Abri uma cerveja e ficamos no sofá, fumando e bebendo.
Não falamos muito. Fiquei bolinando as pernas dela.
Bebemos e fumamos por um bom tempo. Por fim, tiramos a roupa e fomos para cama. Primeiro Mercedes, depois eu. Nos beijamos. Fiquei sassaricando aquela boceta. Ela pegou no meu pau. Montei nela. Ela mesma meteu meu pau lá dentro. Era bem apertadinha. Fiquei brincando um pouco. Colocava e tirava, colocava e tirava, só a cabeça. Daí, devagarinho, enfiei até o cabo. Sem pressa. Meti com força umas quatro ou cinco vezes. Ela gemia, com a cabeça apoiada no travesseiro. Maneirei e fiquei só bimbando de leve.

Noite abafada, os dois suando muito. Mercedes estava doida de cerveja e maconha. Resolvi que o final seria esplendoroso, ia mostrar-lhe umas coisinhas.
Continuei chacoalhando. Mais cinco minutos. Mais dez. Não conseguia gozar. Comecei a fraquejar. Fiquei mole.
Mercedes não gostou:
- Continua! – pediu. – Ah, continua, baby!
Não deu mesmo. Rolei pro lado.
O calor estava insuportável. Enxuguei o suor com o lençol. Podia ouvir meu coração bombando. Soava triste. No que Mercedes estava pensando?
A vida me fugiu, meu pau murchava.
Mercedes virou seu rosto para mim. Beijei-a. Beijar é mais íntimo que trepar. Por isso eu odiava saber que as minhas mulheres andavam beijando outros homens. Preferia que só trepassem com eles.
Continuei beijando Mercedes. E já que beijar era tão importante para mim, tesei de novo.
Montei nela, sôfrego, aos beijos, como se vivesse minha última hora na terra.
Meu pau deslizou dentro dela.
Agora eu sabia que ia dar certo. O milagre seria refeito.
Ia gozar na boceta daquela cadela. Ia inundá-la com meu sumo e nada que ela fizesse poderia me deter.
Era minha. Eu era um exército conquistador, um estuprador, o senhor dela. Eu era a morte.

Trecho do livro Mulheres de H. Charles Bukowski Jr.


Tempos atrás, exatamente em novembro de 2012 fiz uma postagem com o título  O maior pênis do mundo , pois, achei curiosa e interessante  visto que a notícia estampava em várias páginas da internet então quis divulgá-la em meu espaço para mostrar aos leitores e ao mesmo tempo obter deles suas impressões, afinal, acredito que todo tema que envolve a sexualidade das pessoas seria por bem ser abordado aqui.
Pois acertei em cheio pelo fato de que até hoje é a página mais visitada do blog com um total de  415.000 mil visitantes conferido hoje. Agora vamos à notícia dessa semana,  lembrando que estamos em outubro de 2016. O cidadão abaixo levou a pior por não ter prevenido sua casta noiva de que possuía um pênis de dimensão descomunal e por isso foi parar no hospital quando sua esposa avistou seu grande pênis. A imagem que ilustra a postagem com um pau quase nos joelhos não é a do jovem da história,  porém imagino que deva estar bem próximo do nosso personagem. Boa leitura. 

Virgem se assusta com ‘dote‘ do marido e o golpeia
 com garrafa de vinho  na lua de mel
Ao que tudo indica, a mulher quebrou uma garrafa de vinho na cabeça de seu marido, ao se assustar com o tamanho de seu pênis. 

Não é de hoje que muitos homens pelo mundo desejam ter um membro avantajado, buscam informações, pesquisam, tudo para que seu ego se mantenha sempre acima, isso porque homens em geral tendem a querer se mostrarem superiores, achando por exemplo que as mulheres preferem "um brinquedo" maior.

Um fato curioso aconteceu na África do Sul e está chamando a atenção de todos, uma recém casada bateu em seu futuro marido, ao perceber que seu membro era muito grande, a pequena cidade de Cofee Bay ficou em pânico quando soube da história. 

Ao que tudo indica a mulher quebrou uma garrafa na cabeça de seu marido, ao se assustar com tamanho de seu pênis. Segundo ela, o órgão mais parecia com um pepino. O marido disse que estava correndo tudo bem, porém, quando tirou a cueca, a mulher gritou, mordeu sua orelha e apertou suas partes íntimas.

É importante lembrar que, antes do casamento, os dois ainda não tinham tido, qualquer tipo de relação íntima, Mnombo Madyibi, de 32 anos, contou ao Daily Star, que, antes que ele pudesse perceber, a moça já pegou a garrafa de vinho e começou a bater em sua cabeça, e ainda tentou sufocá-lo com urso de pelúcia que ele tinha dado a ela.
Negão pausudo - o Anaconda
Os hóspedes do local chegaram a acordar com os gritos, vindos do quarto do casal. Mnombo disse que estava com problemas financeiros, e que pagou mais barato em um quarto para lua de mel, e acha que esse foi o motivo, de tanta raiva da moça. Após todo o ocorrido, os dois procuraram um psicólogo de casal, ele deu queixa por agressão, e ainda brincou que nunca tinham ouvido falar em diminuição peniana, mas sim só aumento.

 A história parece louca, mas, segundo informações, tudo realmente aconteceu. O que muitos homens buscam, Mnombo procura o contrário. Segundo estimativas, homens têm, em seu psicológico, o pensamento de que "quanto maior, mais vai impressionar a parceira", mas vale lembrar que existe gosto para tudo, e se você não nasceu "dotado", em algum lugar do mundo terá um mulher certa te esperando, afinal todos têm o seu par perfeito.


A postagem original está AQUI






Porque em meus lábios ainda perdura o sabor dos seus.

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.. já tão perto que te sinto o vicio num gosto de vinho aberto
Para meu homem real, que me toca e arrepia a pele, que me beija e me possui afoito em madrugadas quentes quando provamos gostos e cheiros da nossa carnalidade.

Para meu macho que me percorre cada canto, ciente e seguro de que sempre encontrará um porto seguro na fenda entre minhas coxas, onde sacio sua sede que me mata de delírio enquanto me incendeia e faz arder.

Meu amante sabe que se encostar em mim, vai de novo  me inventar e multiplicar.  Ele sabe.

Hoje tentei escrever algo para estar mais próxima, enquanto não posso olhar seus olhos, beber de seus lábios e ouvir seus gemidos roucos, mesmo sabendo que muito do seu ser ainda fervilha com vida dentro de mim. 
Mas. meu poema ficou embargado, sem palavras e sem rimas.

Para ELE, meu poema retido.


Só sei que fiquei sem os versos para meu poema.
Queria apenas falar dessa saudade
que de tão viva
roubou-me as palavras que
tenho buscado
__letra
_______por
______________letra
para dizer com mais leveza
e sem que me doa tanto...
a falta que você me faz.
Parece até
que o tempo parou e
não me sai uma frase sequer,
sempre que me proponho a escrever.

Amante